Ora
"Tabuleiro Brasil".
Quem se mexe nesse jogo, o alto escalão, rei, bispo, rainha, ora, ora, meu cavalo, meu peão, homens de frente do xadrez Brasil, que faz acontecer nesse tabuleiro febril, xeque e mate todo dia, peão valente, que vai na frente, sofrendo, tecendo o pedestal do escalão, tenha dó seu bispo e dona rainha, a elite deste paredão, xeque, xeque esse alarido, faça se comovido, os reis que não são ouvidos, Brasil por eles conduzidos, valente peão.
Deus abençoe a todos.
28/07/2022 .. 18:48hs.
Rei: Giovane Silva Santos.
Eu muitas vezes larguei tudo, para socorrer pessoas ora íntimas, ora desconhecidos... não importava ajudava sem pensar, hoje as duras penas estou aprendendo indiferente de grau de proximidade, a primeira pessoa que importa sou eu pq qdo precisaram souberam onde me achar, hj precisei e não achei ninguém...
Julho já vai indo , deixando para trás as suas marcas. Um mês instàvel, ora quente, ora frio deixando no ar sempre aquela espectativa: será que vai chover ? Será que vem mais frio?
Por aqui o frio não chegou e nem tampouco a chuva. Pelo contràrio, apenas um vento intenso trazendo jà vestìgios do mês de agosto sempre muito poeirento.
Não vou aqui dizer que o mês de julho foi maravilhoso e trouxe muitas alegrias .Tudo è relativo e depende da interpretaçâo de cada um e do reflexo que as notícias e acontecimentos causam nas pessoas.
Que a vida de forma geral nâo està cor de rosa, isto é fato.
O importante é saber como enfrentar os desafios diáros. Énão desistir nunca de ser feliz , de ver finalmente a paz reinar extinguindo preconceitos , acabando com os feminicídios, a intolerância em qualquer segmento, erradicando as doenças,
Independente de tudo que nos afeta , esperemos que agosto traga bons ventos com melhores notícias
recupere nossas energias, melhore o nosso humor. Que o mal se converta em bem , o rancor em amor e perdão, a mágoa desapareça e a amizade esteja sempre a reinar entre as pessoas.
Que a força dos bons ventos possa nos conduzir ao melhor da vida . Que os bons ventos nos levem de encontro a nossos sonhos , nos tragam a tâo almejada paz . Que nunca nos falte a fé e nunca deixemos de acreditar que as tempestades passam e um dia a calmaria hà de chegar.
Seja grato sempre . Cultive a fé!
Julho/2022/
editelima 60
"Podem até parecer vã abraçar o vento, ora, pode ser uma linda poesia de entendimento do tempo".
Giovane Silva Santos
Dia do escritor
Nos mares velejo em altas ondas
ora tempestuosas, ora calmas
ora curtas, ora prolongadas
remo, remo, remo
a procura de um destino
alguém que desfrute
do meu velejar.
@zeni.poeta
Por ora não espero
Avanço
Por vezes recuo
Me arrumo
Logo mudo
Mais à frente repito
Permaneço
Me inspiro
Suspiro
Cresço
Agradeço
“Oh! ROSA, preste atenção no grito do meu silêncio, ora, sim, deseja a você habitar no jardim mais perfumado, onde o aroma de vida está uma profunda paz, no som radiante dos contos e poesias de um rouxinol.”
Giovane Silva Santos
"Seja o Espírito Santo um continuo adorno do diário de tua vida, ora, este é a espada que resiste a toda tinta de sujeira."
Giovane Silva Santos
Ora, um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus.
Viver sempre também cansa!
Viver sempre também cansa!
O sol é sempre o mesmo e o céu azul
ora é azul, nitidamente azul,
ora é cinza, negro, quase verde...
Mas nunca tem a cor inesperada.
O Mundo não se modifica.
As árvores dão flores,
folhas, frutos e pássaros
como máquinas verdes.
As paisagens não se transformam
Não cai neve vermelha
Não há flores que voem,
A lua não tem olhos
Niguém vai pintar olhos à lua
Tudo é igual, mecanico e exacto
Ainda por cima os homens são os homens
Soluçam, bebem riem e digerem
sem imaginação.
E há bairros miseráveis sempre os mesmos
discursos de Mussolini,
guerras, orgulhos em transe
automóveis de corrida...
E obrigam-me a viver até à morte!
Pois não era mais humano
Morrer por um bocadinho
De vez em quando
E recomeçar depois
Achando tudo mais novo?
Ah! Se eu podesse suicidar-me por seis meses
Morre em cima dum divã
Com a cabeça sobre uma almofada
Confiante e sereno por saber
Que tu velavas, meu amor do norte.
Quando viessem perguntar por mim
Havias de dizer com teu sorriso
Onde arde um coração em melodia
Matou-se esta manhã
Agora não o vou ressuscitar
Por uma bagatela
E virias depois, suavemente,
velar por mim, subtil e cuidadosa,
pé ante pé, não fosses acordar
a Morte ainda menina no meu colo..
Nós somos muito parecidos, não? Nós adoramos resolver quebra-cabeças, desvendar mistérios. Ora, teríamos sido ótimos criadores de jogos de tabuleiro. Quem sabe em outra vida.
O tempo corre sem rumo ou direção
Anda sempre às pressas, ora tropeça
Ora voa como a penagem sobre as árvores
Passado era como criança desleixada
É jovem como as garotas vaidosas
Sabia como a velhice que a todos pega neste presente
Onde se espera um futuro melhor
Tempo que tropeça e espanta
Eu a vi e já não mais o vi parada
Congelada no tempo da era...
Imprevisível: Ora estão sorrindo, outrora estão fingindo; mentindo ou falando a verdade, o ser humano é inesperado, frágil e maleável. Relacionamento adulto é áspero, curto e direto; poucos ficam, muitos se vão, mas o caráter permanece em quem não se vende, não se prende, não se dobra. Portanto, permaneça firme pela sua dignidade, não dê vez e voz a incoerência da sociedade, seja quem você é aonde você for ou estiver.
Sou aquele sujeito, ora simples ora composto; e às vezes, não por regra, um indefinido suposto.
Sou de fácil escrita, rimas de um poeta enobrecido. Quase sempre um belo resumo para qualquer novo conhecido.
No sigilo das entrelinhas estão meus incansáveis infinitivos. Tenho muitos verbos, mas só torno-me próprio nos adjetivos.
“Idas e Vindas”
Quando eu recordei do meu antigo amor, tive um lapso de emoções variadas, ora comemorando a chegada e outrora enlutando a partida. O primeiro amor foi algo monumental pois do nada percebi a sua presença e repentinamente a vi tomando contato de cada minuto dos meus dias. Parecia que todo aquele amor não caberia dentro peito, parecia que insuflava a cada vez que eu lembrava do meu amor, a cada respirar, a cada lágrima. Porventura sentiram algo assim?
Uma história de amor com começo, meio, e fim, ou fim dos fins, fim dos finalmente, fim dos fins dos finalmente, aliás nunca houve fim! Enquanto eu viver vai difícil, seria mais fácil eu tentar novamente do que pensar em colocar um fim... Nossas idas e vindas, nossas pazes e nossas brigas, somos vasos de barro trincados, mas que ainda se pode encher!
Somos a curva do “s” da saudade, somos a luz na escuridão, somos a brisa suave que no rosto toca e névoa amanhecida sobre a rosa; somos o fogo que transporta o amor toda vez nos vemos entrelaçados um ou outro, somos a ruptura que desvenda o perigo no precipício das incertezas, somos clareza no embaralhado das estrelas; somos como a lua e o sol onde vez outra um se opõe ao outro causando um eclipse de desalinho.
Mas fácil esquecer dos dias que não te conhecia do que esquecer do primeiro olhar quando me seduzia, tua cede louca por amor quando me dominava com vigor, encravando suas unhas no meu corpo de desejo, rasgando minhas vestes em busca de um beijo, um sussurro, um gemido, um silêncio do seu grito de prazer, ensopando felizmente com lágrimas nos meus cabelos.
Quem me dera poder morrer te amando, não me vejo vivendo um minuto sem ter você em pensamento; das lembranças e das histórias do amor vivido, quem me dera ter te amado mais, sem ter me importado por apenas ter sofrido! Não me ames, não me julgues, serei eu, seu amante dos desejos mais desnudos, e se por acaso percebas, tenha certeza, será sempre minha bela, meu amor e as minhas histórias de amor mau resolvidas!
Deutes Rocha Oliveira (14-04-2022)
Seus olhos de mel
Ora tristes, ora felizes
Enigmas profundos
Janelas para seu íntimo céu
Num momento abertas
N'outro fechadas
Como a esconder
Gotas de lágrimas...
