Opiniões
A vida é breve e não se deve perder tempo acolhendo opiniões alheias investidas de raiva, inveja, posse e reprovação. É tempo de ser forte para seguir um novo caminho. Há uma estrada que faz um convite para seguir adiante. Até onde Deus permita e o amor esteja presente.
Se você não sabe absolutamente nada sobre algo e vive dando opiniões sem o devido conhecimento, deveria dar-se ao trabalho de estudar seriamente o assunto que tanto está te incomodando.
Cuidado com as opiniões alheias, tem muita gente vivendo a vida deles e a sua, enquanto você não vive.
Melhorar a sua vida, não permitindo que outras pessoas possam diluir no seu dia palavras ou opiniões negativas.
Não menospreze alguém pela aparência nem diminua por ter opiniões divergentes. Lembre-se: um grão de areia no olho causa um grande estrago.
Para refletir: Enquanto uns (sem citar ninguém) não se educarem para exercer as suas opiniões não haverá plataforma de rede social que durará por muito tempo neste país. A conduta de algumas pessoas têm que mudar, se não mudar é porque querem que a gente se comunique como era na Idade da Pedra mesmo.
Quem
já se mostre capaz
de questionar seus próprios
valores e opiniões, seguramente
encontra-se anos-luz à frente
no que diz respeito
à boa estima e aceitação do
outro!
... escrever,
de certo modo, é semear
argumentosnum ambiente apinhado
de conteúdos e opiniões diversas -
em que, você poderá ser ocausador
de uma formidável ideia - no
entanto,jamais sua última
palavra!
... opiniões
consolidadas; hábitos e vícios
enraizados; crenças instaladas,
são delicados 'vespeiros' construídos
e remodelados, se assim for, por
seus legítimos proprietários... mais
ninguém! Mudanças e conversões
comosabemosou deveríamos,
são eventos pessoais,
intransferíveis!
Se os deuses não vão comigo
opiníões se dividem
e deuses não se decidem
eu, a meu tempo, idem
meus gritos não os comove
e há quem chore pela chuva
enquanto chove
os alcança meu silêncio
galvanizando uma aliança
a procura de respostas
negros pássaros sem asas
nas sombras de noites escuras
com o som de um olho que abre
e a duração de um eco no vácuo.
No mundo das ilusões
De vez em quando
Opiniões que divergem
Encontram o centro de gravidade
Como se deuses fôssemos
Capazes de estabelecer a perfeição
No campo das escolhas
No mundo das folhas ao vento
Há momentos que nos encontramos
Nos reconhecemos, flutuamos lado a lado
E depois seguimos cada qual seu rumo
Porque não há prumo e pouca coisa permanece
Parecia parecido, igual não era
Éramos sociáveis porque nos convinha
Mas não tinha de ser
No mundo dos espelhos
Fomos nossas próprias matrizes
Apaixonadas por si mesmas
No momento de mirar-se atentamente
Eram tantas cicatrizes que tentamos esquecer
Nada as podia unir
No mundo das medidas
Era hora de partir, de ir embora
Porque a conta de maior importância
Era a que contava o tempo
Superando imensamente a distância
Nos piores momentos de indiferença
Fomos nós apenas gentes
Cujas visões que, por demais diferentes
Refletidas, no espelho da vida
Enganadas, nos remetiam
A um mundo de ilusões
Como folhas ao vento
Perdidas, em desmedida distância.
Edson Ricardo Paiva.
