Olho
Eu sento e olho para o rio, os pensamentos formam cardumes de amor e a beleza das águas do Tejo são inexoráveis; olhando para eles, a superfície brilha e se espalha como as notas de um piano enviado ao mar e com amor.
O Tejo bebe as cores da cidade, sobre elas eu abro o coração a Lisboa em que te encontras, as colinas
emolduram as raizes que à terra
nos ligam. Para os meus olhos
é momento de pausa: as coisas
que interrogo não resistem à maré,
não dão respostas; perdem-se no Tejo
como tudo o que a memória não reteve.
O meu amor por você queima como fogo, um fogo eterno e sem fim, cada vez que olho para as chamas da sua personalidade quero sentir ainda mais essa queimação incessante, a sua sensualidade é como fogo para o meu coração, quero te sentir até o meu último suspiro...
Não me perguntes quem eu sou
Nem eu mesma me reconheço
Sempre que me olho no espelho
Sinto como se eu estivesse do avesso
Toda vez que eu olho pro céu, lembrarei de teus olhos, que brilham como o céu da noite e me mostra a imensidão do infinito
Hoje quando olho para traz e vejo minha trajetória, sinto que a emoção se aflora, e meu peito grita de gratidão!
Na cama selvagem, na vida sensato, sobre mim nudez.
Toda vez que te olho, o céu nasce em mim.
Sonho ou realidade? É amor sem fim!
Se me olho de maneira mais gentil, mais acolhedora, mais compreensiva, fica bem mais fácil fazê-lo em prol de quem me cerca. É uma dança, um vai-e-bem do bem...
Quando eu olho para o céu, eu vejo o quanto o mundo é grande, oportunidades infinitas de sucesso, você só precisa fazer com que seu querer, seja visto por quilômetros.
Sabe o que admiro em você todas as vezes que olho a sua foto?
É a naturalidade com que você mesmo fazendo ou falando qualquer que seja o assunto. A naturalidade da sua beleza torna qualquer ambiente agradável independente de onde esteja.
Ricardo Baeta.
E nessas horas
Na madrugada
Olho minha vida
E à sinto vazia
Sinto sua falta
Mas não é suficiente
Isso não me faz voltar
Meu coração se quebrou
Precisa de concerto
Um pouco de orgulho cola
E amor próprio reconstrói
São como -alfinetadas-
Olho a escuridão e a enxergo
Fecho os olhos querendo fugir
Segura, aguenta, carrega, luta, foge!
Mas não, Cai
Cai? no chão
Mas que chão se já os perdi pela caminhada
Olho para última luz e implorando que ela se apague, eu desabo
Não sei se por exaustão ou por não querer mais...
Porémficar ali olhando a luz me encantar, me seduz
E me pergunto
Se ela que antes era propria luz, como chegou ser o breu..?
como colocar em palavras ?
Eu olho para trás e vejo os dias com o sol radiante, o céu azul bem clarinho chega a esquentar o coração, com a brisa fresca dizendo que uma frente fria logo mais iria chegar, estava tudo tão gostoso, e o clima foi se esfriando, com ela uma grande nuvem chegou cobrindo os raios solar. Tudo ficou tão frio, tão úmido e sem cor. E ao olhar mais para frente sinto como se o mundo fosse se dividir ao meio mas não, é só um simples terremoto mostrando que há belaza nos desastres.
As vezes me olho nos olhos e consigo enxergar vários caminhos, caminhos tranquilos e seguros, caminhos arriscados e outros vitoriosos, caminhos que podem me fazer muito feliz e alguns que podem me matar.
Mas não consigo seguir nenhum deles, consigo apenas ficar aqui parado, preso nessa jaula fria e escura, fico aqui preso olhando e imaginando como seria viver qualquer uma daquelas vidas.
"Quem tem medo de olho gordo certamente vive quebrando princípios, ou nunca ousou se posicionar em Deus".
Como pode olhar-me e continuar viva? Toda vez que a olho morro um pouco.
Morro de amor
Morro de vontade de tirar um pedaço dela tanto quanto ela me tira.
Te olho às escondidas, te desejo no olhar.
Te sinto na pele, te desejo no toque.
Te ouço nos delírios, te desejo no concreto.
Te desejo...no olhar disfarçado; no toque vetado; no concreto de uma ilusão.
Flávia Abib
