Olhando
Não me prendo a nada, nem a mim mesma. E ando olhando para o chão para me certificar de que alguma parte do meu corpo caiu.
Olhando nos seus olhos só consigo dizer que te amo. Não terei todas as respostas para suas perguntas, mas teremos uma vida inteira para tentar responde-las juntos.
Sabe aquele momento em que você ta na rua e ver um cara e tu pensa é ele, ai tu fica olhando e ainda por cima com uma mulher, coração começa a gelar e você fica naquela será que é ele? Ai quando vai ver não é, ufa que alivio!!! Hoje posso dizer que eu ainda não estou preparada pra te ver com outra :/ .
Então estou aqui em frente á janela do meu quarto ,
Sentada sobre o banco olhando para o céu .
Esta aqui sou eu .. Sim sim , sou eu .
Aquela que pensa em você por todo instante , aquela garotinha que compõe musica e faz poemas para passar o tempo , e para desabafar seus puros sentimentos .
Esta sou eu ,
aquela que bate sempre na porta do seu coração ,
mas tem sempre que entrar pela janela pois a porta esta sempre fechada ,
Esta sou eu .
Que perde seu tempo falando e revelando coisas sendo que na sua frente não tem coragem de admitir !
Mas temos que admitir o que sentimos .. pois á qualquer momento podemos magoar um de nós .
Então , esta sou eu . Aquela que hoje é uma senhora , que está doente e sempre resfriada , pois não sai de sua janela ..
fica sempre lá durante todas as noites,sobre o mesmo banco , olhando pro mesmo céu e mas uma coisa .. olhando sempre e sempre pra sua mesma foto ..
Delicadeza
São os seus olhos olhando nos meus, as suas mãos envolvendo minhas mãos. Esse é o jogo do amor e da sedução...
"Eu já ti procurei até nas estrelas.Sabe? Sabe de ficar olhando o céu e achando que voce era uma das estrelas e rindo,e contando as amigas?Pois é! O céu ficou nublado e voce nunca brilhou pra mim."
[...] Num bar sentado olhando o movimento, um copo de Wisk na mesa, a gravata enrolada no pescoço, o palito jogado em cima da cadeira sem nenhuma companhia, de repente começa a chover e eu fico observando determinadas situações e comparo as pessoas como um programa de computador, em que são programadas pra todos os dias acordarem na mesma hora, tomar o mesmo café da manhã, seguir o mesmo caminho pra ir pro trabalho ou pro colégio talvez, pegar o mesmo ônibus o a mesma rodovia pra seguir de carro, chegar em casa na mesma hora a noite todos os dias e no outro dia fazer a mesma coisa. Diga-me, qual o objetivo de tudo isso? Diria que se não fosse ridículo passaria do óbvio, não me permito uma vida tão superficial assim, nunca vou sair vivo dela mesmo, mude enquanto há tempo.
Tome a mão.
Diga meu futuro olhando essas linhas que mais parecem arames farpados.
Diga o que serei.
Diga o que nunca terei.
Diga se continuo lutando
Ou se é melhor acostumar-me com a solidão.
Diga se terei amor
Diga se as lutas passarão
Diga se serei feliz junto de quem amo.
Diga-me.
Diga se serei amado como sempre duvidei.
Diga se viverei num lugar tranquilo onde o sol se põe mais tarde.
Diga se verei a noite apenas pra me inspirar.
Diga tudo: exceto meus medos
São eles que, às vezes, me impedem de lutar.
Se descobrir algo além, guarde para si.
Apenas diga o que eu preciso para seguir.
Apenas diga algo que tire o tormento de minha alma.
Não peço que mintas, apenas oculte coisas ruins
Dentro de mim já tem o suficiente para tirar-me a tranquilidade.
Por favor, diga-me apenas coisas que tragam pelo menos uma fresta de um sorriso.
Não tire de mim essa ponta de esperança que me diz todo dia:
Tudo vai dar certo. Um dia.
"Queria poder chegar bem perto de você, e olhando bem fundo nos seus olhos estonteantes, questionar quase silabicamente: "vo-cê-me-a-ma?". Pois eu te amo. Sem mentiras, desta vez. Sem máscaras. Um príncipe de mentira, com castelos de mentira, a gente consegue suportar na boa. Mas uma história de mentira, um amor construído por palavras e jogos sujos de mentira, não."
Vendo a chuva que passa lá fora
Vejo as pessoas molhadas a correrem dela
Olhando em meu reflexo nos vidros da janela
Vejo em que me transformei agora
A chuva molha nossos corpos por inteiro
Mas uma brisa nos enxuga e conforta
Mas no meu íntimo, um amor verdadeiro
Embala sentimentos que ninguém se importa
E comparo a chuva a mim
Ela molha o corpo e escorre
Eu vivo esperando um sim
De um amor que não morre
E o arco íris triunfa finalmente
Irradiando suas básicas cores
E aqui sem pesar ou amores
Fecho a janela do presente..
E o desespero cresce e se agiganta
Enquanto o tempo continua a correr
Tudo quero dar e nada posso fazer
Se o amor me aquece e encanta
Mesmo sufocado em meu ser.
Cledpe – 23.06.1999
Sinto saudade de acordar na madrugada e te ver me olhando.
Quantas vezes, assistindo TV, peguei você me observando com atenção.
Muitas vezes, enquanto escrevia meus pensamentos e poemas, você sempre estava curioso para saber o que eu estava escrevendo (risos).
Sinto falta do seu olhar, das nossas conversas profundas, dos momentos em que você queria mudar alguma parte da minha composição só para me vê irritada. Sinto saudade das suas risadas contagiantes e de ver você tocando violão com paixão, até mesmo de ouvir sua voz cantando como um pato rouco. Hahahaha.
Olhando a multidão apressada, o que vejo são carcereiros do próprio sorriso, caras fechadas e sorrisos aprisionados.
