Oi tudo bem

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" Aquele que ordena a própria consciência segundo o bem descobre que Deus nunca esteve distante, apenas aguardava ser reconhecido na retidão silenciosa do próprio espírito."

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.


A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?


A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.


A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.


A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.

Encontro de LÉON DENIS com KARDEC.
Havia em Tours um grupo espírita bem organizado, ao qual, porém, Denis não podia frequentar regularmente devido seus compromissos de trabalho. Mas, em meio aos primeiros estudos doutrinários, junto com alguns amigos espíritas, o rapaz ficou sabendo de um evento especial que se daria na sua cidade: a visita do autor de O Livro dos Espíritos.

O ano era o de 1867 e Denis tinha apenas 21 anos de idade. A reunião estava prevista para se realizar num salão, mas a prefeitura não providenciou a autorização do evento; então uma das personalidades espíritas da cidade ofereceu sua residência para sediar a palestra. Denis encarregou-se de ficar à porta do endereço anterior para prevenir os convidados da mudança de local; depois, ele foi se juntar os trezentos ouvintes que disputavam um lugar nos jardins da casa do Sr. Rebondin, para ouvir o codificador espírita. Ele registrou esse momento jubilar nos Anais do Congresso de 1925:

“Sob a claridade das estrelas, a voz suave e grave de Allan Kardec se elevava, e sua fisionomia meditativa, iluminada por uma pequena lâmpada colocada sobre uma mesa, no centro do jardim, produzia um aspecto fantástico. [...] Os canteiros do Sr. Rebondin ficaram bem pisoteados, mas cada um levou dessa noite uma inesquecível lembrança.”
No dia seguinte, o rapaz foi cedinho na casa que hospedava o Mestre espírita, só para dar uma espiadinha, do que vai contar: “[...] encontrei-o sobre um pequeno banco, junto a uma grande cerejeira, colhendo frutos que atirava para a Sra. Allan Kardec — cena bucólica que contrastava com aquelas graves preocupações.”

A passagem de Kardec em Tours rendeu a fundação de um novo centro espírita, do qual Denis foi escolhido secretário. A propósito de mais instruções, o apóstolo iria se encontrar o mestre mais duas vezes ainda em 1867; uma vez em Paris, no escritório de Kardec; outra vez num evento espírita em Bonneval. Dois anos depois, à distância, Léon lamentaria a morte do professor.

⁠Uma vida com livros é uma vida bem vivida. do livro A Arte de escrever de Sérgio F. Januário

Da obra bem feita, nasce o orgulho e a negligência.
aforismos vol.5⁠

Eu tô cansado de pagar o preço de manter essa farsa de ‘estou bem’.

Fiquei com vergonha de ter ficado bem por um tempo. Como se esquecer, nem que por meia hora, fosse uma espécie de traição — traição à dor, que já virou quase uma companhia velha.

Eu escuto o amor chegando bem de mansinho...
Pronto para tomar conta da minh´alma e levarme para onde esse "conto" nunca acabará!
...JESUS!

Eu sou a minha realidade e minha verdade ...
e isso me parece bem!
pois, não tenho que me preocupar
com o fim de nenhum efeito a meia noite!

Cuide!

Me leve para casa,
Não estou bem.
Preciso de um caminho,
Perdi minha bússola,
Ou talvez, nunca a tive.

Não consigo dormir,
Cochiche em meu ouvido,
Faça-me cafuné,
Beije-me a meia noite.
Faça a mim o que quiser,
Só não me deixe só.

Fazer o bem como mandamento não significa trabalhar de graça, mas sim fazer sua responsabilidade com o melhor empenho que puder fazer.

Hoje eu nem sei bem por que a gente brinda — só sei que preciso que você fique aqui do meu lado enquanto eu tento entender o tamanho disso.

Era sábado, a garoa caía,
bem leve, molhando a calçada,
e eu fui ao BarCana tranquilo,
sem pressa, sem hora marcada.

Ali estava a Rose, proprietária,
dona daquele cantinho acolhedor,
e entre conversa, risada e lembrança,
a noite ganhava seu próprio sabor.

Uma garrafinha de catuaba
ia chegando ao seu ponto final,
enquanto a chuva, mansinha,
deixava mais bonito o temporal.

Não era noite de grandes planos,
nem de procurar explicação;
era apenas viver aquele instante,
com simplicidade e satisfação.

A vida talvez seja justamente isso:
saber o momento de chegar e partir;
ficar quando existe vontade,
e ir embora quando é hora de dormir.

Porque eu tenho pousada, tenho trabalho,
e a manhã não espera ninguém:
quatro e meia já estou de pé,
fazendo o café para quem vem.

Enquanto muita gente ainda dorme,
eu já começo o meu dia a cuidar:
dos quartos, da casa, dos hóspedes,
e de tudo que precisa funcionar.

Então terminei minha catuaba,
dei boa-noite e fui embora,
não porque a noite estivesse ruim,
mas porque o descanso também tem sua hora.

E enquanto a chuva caía lá fora,
eu voltava pensando, talvez,
que a vida não precisa de luxo
para oferecer beleza e prazer.

Às vezes basta uma mesa,
uma conversa e uma amizade,
uma garrafinha quase vazia
e um pouco de chuva na cidade.

Felicidade não precisa de ocasião:
ela aparece nas coisas pequenas,
quando a gente presta atenção...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Nós somos mais felizes hoje porque outros o fizeram para nosso bem? Que bem? Se alguém sacrificou-se verdadeiramente para que eu fosse mais feliz no presente, eu sou, na verdade, mais infeliz do que ele, pois não concordo em fundar minha existência sobre um cemitério.

Emil Cioran
Nos Cumes do Desespero. São Paulo: Hedra, 2012.

Faça da sua vida o que bem entender, só você pode responder pelos seus atos, mais ninguém! Não deixe que te digam o que fazer, pois ninguém coloca comida na sua mesa e paga suas contas! Porém preste muita atenção, pois todo mal que fizer ao próximo virá em dobro pra você.

Não deixem que te digam o que fazer! Conselhos são sempre bem vindos, mas cada um deve passar por aquilo que foi designado! São nossas escolhas que farão com que alcancemos os nossos objetivo e não as escolhas que acham que são as melhores pra gente! Se cair, levante! Deus nos deu esse dom, o de vencer todos os obstáculos e mesmo que nós, simples mortais, não encontrarmos forças para superá-los, Deus estará ali pronto pra nos ajudar!

A prática nos leva a perfeição, ou pelo menos bem próximo a ela.

⁠Aproveite cada segundo da sua vida. Se o ontem foi ruim, faça com que o hoje seja bem diferente e deixe que o amanhã Deus se encarrega de transformar pra você.

Escolha bem as sementes plantadas hoje.
Delas, sairão os frutos a colher no futuro!

⁠A pessoa bem resolvida não perde tempo com indiferença .