Ódio
Ódio por ele? Não...se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado (...)
Nunca mais amá-lo é já bastante! (...)
Ódio por ele? Não... não vale a pena...
Onde tudo se tornou em vão.
Onde tudo se tornou em ódio.
Onde tudo se tornou em pobreza, caos e tristeza.
Há sempre um lugar onde tudo é pleno e bom.
Basta acreditarmos, basta temos fé, pois está dentro de cada um de nós um herói, um destino e uma vida cheia de incertezas.
APEGO
Amar-te é um tempo de ódio
Odiar-te é meu profundo amor
Estar nos teus braços é uma vitória rara
Afastar de você é ir de encontro ao fim,
Enterrei-me nos teus pequenos olhos
Infiltrei-me no teu sorriso
Corri para quem me abraçar
Menti para vontade do sofrer,
Cansaço, vazio e exploração!
Porcaria de vida, rica destruição;
Índios inventando nome de gente
Gente que jamais chegou a ser índio.
Quando o ódio dominar não vai sobrar ninguém. O mal que você faz reflete em mim também. Respeito é pra quem tem, pra quem tem.
Quando só existe o ódio. Quando as coisas tem mais valor que as pessoas. Quando tudo se perde e o vazio é insuportável. Quando as palavras ferem mais do que as atitudes. Quando o nada é mais do que um vazio e te lacera por dentro. Quando a sombra é mais confortável que a luz. Quando sonhos se destroem, causando um aperto no peito. Te sobra o pó, as cinzas e as lágrimas escorrendo pelo rosto. Nessa hora vc se pergunta qual o sentido de tudo isso...
No Natal procuremos esquecer as mágoas, as ambições, o ódio, a inveja, a arrogância e as injustiças, levando em conta que podemos crescer na imagem do filho do homem, amando a si e aos outros sem distinções.
Acreditem amor e ódio andam juntos.
Se você tem uma namorada ciumenta,
Ela ama as outras mulheres,
Mas quando elas estão longe.
Pois se elas estiverem perto de ti
Além de odiá-las, ela criará ódio de ti.
As aparências enganam
Aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
No insistente perfume de alguma coisa chamada amor.
Tomadas pelo ódio, as mulheres são mais perigosas que os homens; antes de mais nada porque, uma vez despertado o seu sentimento hostil, não são freadas por nenhuma consideração de justiça, deixando o seu ódio crescer até as últimas consequências; depois porque são exercitadas em descobrir feridas (que todo homem, todo partido tem) e espicaçá-las: no que sua inteligência, aguda como punhal, presta-lhes um ótimo serviço (ao passo que os homens, vendo feridas, tornam-se contidos, são com frequência generosos e conciliadores).
" Não chore, não desista, nunca chore por ódio, mas sim por alegria. Te guiarei nos momentos mais difíceis, nunca te deixarei cair... Aja onde você ou eu estiver, sempre te protegerei "
O ódio não passa de insatisfação. Todo ódio tem um sentido profundo, que, aliás, o domina. As diversas ervas odeiam-se e comem-se uma às outras, mas não a árvore, única, onde cada ramo aumenta com a prosperidade dos outros.
