Odeio quem me Rouba

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Amo a inocência das crianças
Mas odeio a malandragem do homem;

Odeio amar você
Odeio olhar e imaginar tudo com você
Odeio te sentir em cada gesto que faço
Odeio saber que você também sente o mesmo
Odeio que te quero, mas preciso me posicionar
Odeio saber que não me escolheu para vivermos nossa intensidade
Odeio ter esse sentimento que te ama e te mata todos os dias
Odeio olhar para as fotos e ter saudade do que não vivemos
Odeio saber que ia ser bom ter você
Odeio ficar imaginando você na minha casa, ou eu na sua é isso nunca ter acontecido
Odeio saber que queria ter filhos com você
Odeio ter que apagar da memória nossa vida no sítio de paz
Odeio ter prazer em você, pensando em te odiar, amando.

Odeio essa culpa que me consome, mas morro de medo do monstro que me tornaria sem a presença dela.

Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.


Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.


Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.


Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.


E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.

Esse mundo tá exalando podridão...
Odeio sentir ódio... Esses maus-tratos animais que vejo em notícias tem feito vir à tona o pior sentimento que pode existir em mim.. Ainda bem que não tenho o poder que Deus tem para salvar aqueles que se arrependem, porque se eu tivesse que decidir se iam ou não para o céu... Sei não, viu!....
Se sentindo sem amor ao "próximo idiota"...

Eu odeio ela. Não vejo a hora de começarmos a ser apenas sombras uma na vida da outra, me escondendo nas beiras e nós becos, não vejo a hora de passar o dia ocupada e quando chegar em casa me trancar no quarto sozinha, apenas eu, livros e estudo, é tudo o que eu mais quero. Paz, sabe? Eu quero me afastar dela, juro por tudo que é tudo o que eu quero, é a única coisa que me deixaria feliz agora. Eu quero ela longe, eu quero ela BEM longe, queria que ela se mudasse, que EU mudasse, que eu fosse pra outro planeta, que eu fosse pra outra cidade, estado, país, o quanto mais km tivesse de distante entre ela e eu, melhor. Porque eu tenho que viver isso? Eu não consigo achar uma lógica, uma razão, eu queria conseguir ser um pouco mais forte, só um pouco

Me cobro intensidade, odeio o raso
Mas às vezes confundo paixão com cansaço
Quero tudo agora, depois nada faz sentido
Meu interesse morre quando é compreendido
Tem dias que sou preso num único assunto
Outros dias não sinto apego a conjunto
Minha mente corre em círculos veloz
Se entedia fácil, mas cobra de nós
Obceco pra fugir do vazio momentâneo
Quando passa, sobra o silêncio estranho
Talvez não seja vício, nem falta de direção
É só minha cabeça pedindo atenção
Eu não mudo de sonho, mudo o foco do olhar
Cada obsessão é um jeito de respirar
Se não dura pra sempre, tudo bem também
Algumas vêm só pra ensinar e vão além

Tem dias que odeio o que mais amo...
Eu!

Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.

Eu odeio coisas superficiais. E por isso tenho rancor deste mundo, pois ele é composto por coisas rasas e sem profundidade, mas adoro testemunhar a reviravolta do genuíno. Afinal, os humanos sempre estão atrás do melhor, não é?⁠

⁠"O Isolamento"

Misantropo assumido, odeio o convívio com outras pessoas, ainda mais aquelas a quem nos engana com sorrisos e falsas promessas, mas hoje realmente tive mais uma vez a certeza do amor que sinto pela minha profissão e a minha importância nesse meio.

No dia de hoje ao sair de casa uma única vez as 20:10h só para ir ao supermercado, fui parado por um velho conhecido que esteve preso em um presidio que trabalhei, o mesmo me parou, e em minha mente veio um único pensamento, "que seja rápido e sem dor", o mesmo me chamou pelo nome e me chamou de "senhor", respondi que não precisava mais me chamar daquela forma, pois ele já não estava mais preso, e em seguida perguntei o que ele queria, eis a minha surpresa:

Eu vi o senhor e vim lhe convidar para que compareça com toda sua família receber uma oração na igreja a qual eu faço parte, um pouco mais aliviado eu lhe disse, que por um breve momento eu imaginei que ele iria me fazer algum mal.

De imediato ele me respondeu; o senhor pode ser uma pessoa um pouco ate severa demais, mas tenha certeza que o senhor é respeitado, pois sempre quando um detento lhe solicita algo o senhor tenta resolver e sempre foi correto, muitas vezes já houve conversas com relação a sua postura, mas sempre foi levado em consideração a sua postura com relação ao seu trabalho.

Após isso me despedi dessa pessoa e fui embora, levando em mente que realmente eu desempenho de uma forma correta, pode ate não chegar ao 100% da perfeição, mas ao saber que de certa forma eu tenho esse respeito e ao ver um ex detento tentando seguir uma vida honesta e digna, eu tenho certeza que estou no caminho certo e fazendo de uma forma correta meu trabalho.

Apesar de não gostar de conviver com outras pessoas, eu ainda acredito, na transformação delas.

Eu odeio quando você me deixa. Sua presença me faz bem, sua voz acalma meu coração.

Tu me fazes falta, não sei se te quero,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Quero esta contigo, mas fujo de ti,
Tenho necessidade da tua presença,
Tenho ímpetos de abraçar-te e beijar-te,
Te adoro, te quero, preciso de ti,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Te sinto desejando carinho,
Quero afagar-te e beijar-te de mansinho,
Sonhar sossegada junto de ti,
Abraças-te forte, ver teu sorriso,
Sonhar as teu lado mesmo estando acordada.
O mais lindo sonho viu ao teu lado,
Não sei se eu te amo, não sei se te odeio...
Só sei que eu preciso de ti...

Odeio a sensaçao de despedida, mas quando ela chega, chega...Fernando Pessoa já fala ''tudo que chega chega por uma boa razão''. A despedida chegou, e com ela, vai um pouco de mim, do que eu senti. Mas prefiro encarar a despedida como um vagão de trem, estou pronto para ir em busca de novas estações, com novos inicios e novas partidas. Respiro fundo, olho para ela, e falo, foi muito bom enquanto durou, percebi coisas que pensei que estivessem adormecidas. Mas se não estamos na mesma estaçao deixa eu partir....

(Leia também de baixo para cima)

Poema duplo

Eu odeio você
E minto dizendo que
Você vive dentro de mim
Mas você precisa saber que
Prefiro até mesmo morrer
Para não tê-la mais perto assim.

Eduardo de Paula Barreto
SP - 08/02/2014

Ainda bem que eu não odeio ninguém, a minha raiva é passageira e ela não estaciona no coração.

A minha promessa para o Ano Novo (2026)


Odeio promessas!
Promessas são pactos frágeis
assinados com o medo do futuro.


Não prometo nada
a mim mesma,
eu me conheço.


Não prometo nada
aos outros,
eu os conheço também.


A única coisa que não negocio,
depois da liberdade,
é a escrita.


Enquanto houver pulso
me bombardeando,
eu escrevo.


Enquanto houver ferida
me cutucando por dentro,
eu escrevo.


Enquanto houver silêncio
me gritando nos ossos,
eu escrevo.


Enquanto houver sangue,
suor e lágrimas
me derramando,
eu escrevo.


Não faço promessas!
Eu cumpro.


Escrever não é escolha.
É instinto.
É reflexo.
É sobrevivência.


Eu escrevo
quando falta ar.
Eu escrevo
quando sobra silêncio.
Eu escrevo
para não morrer por dentro.


Promessas nascem fracas,
já pedindo desculpa
por não sobreviverem ao tempo.


Eu não prometo!
Eu persisto.


Escrevo
como quem se mantém viva
num mundo
que golpeia para matar.


Escrevo nas entrelinhas
dos pontos onde sangro
e não coagulo.


✍ ©️ Miriam Da Costa

Odeio farsas, por isso odeio a vida, de certa forma.
Esse mundo é um teatro. É o sadismo de um ser caído. Não posso dizer que sei como é do outro lado, mas espero que seja muito melhor do que aqui.
Aqui é ruim demais. É perverso.
- Marcela Lobato

ESSA É PRA VOCÊ


Eu te odeio tanto
que a sua morte
é a minha liberdade
minha salvação
e minha felicidade.


Quando você morrer
vou rir diante do seu sangue derramado
não porque eu sou psicopata
mas porque sou um ser traumatizado.


Quero te ver no caixão
Levar flores e esfregá-las na sua cara
quero te ver sofrer
até depois da morte.
Só assim eu vou curar cada corte
que eu mesma provoquei
na esperança de morrer primeiro que você.


Vou te levar na funerária Santa Maria
onde cada morte provoca um sorriso e uma alegria
mas quem vai estar mais feliz com tudo isso,sou eu.


Se um dia você realmente morrer antes de mim, me desculpe
eu tentei me matar na esperança de te deixar em paz.
Mas se você morrer primeiro, eu vou ficar muito agradecida
por me deixar ser feliz.

Alma hipócrita...


Odeio o silêncio que fica quando você vai,
Mas não se engane: não é saudade, é só o ego que cai.
Eu nem gosto de você, nunca houve esse querer,
Eu só nutro um ódio profundo pela sensação de perder.
​Adoro o brilho do que é proibido, do que está distante,
O inacessível é meu combustível, meu vício constante.
Repito histórias, ensaio tragédias em grandes encenações,
Um ator medíocre preso em velhas e vãs repetições.
​Sou a hipocrisia em carne, osso e falsa memória,
Apago os cortes, as traições, mudo o fim da história.
Esqueço o aço nas costas, o abraço que foi punhal,
E finjo que o veneno que bebi era algo natural.
​Mas ei, veja como sou nobre ao assumir meu papel:
Talvez a culpa fosse minha, talvez eu tenha sido cruel.
"Ela sofria", eu digo, criando um álibi qualquer,
Justificando o golpe de quem nunca soube me querer.
​Vou seguindo assim, nesse teatro de sombras e farsa,
Acreditando na mentira que o meu próprio peito traça.
É o meu escudo, meu modo covarde de não ver ninguém partir,
Pois se eu me convencer do engano, não preciso mais sentir.
​Que a morte me encontre no meio desse labirinto vil,
Antes que eu me apegue a outra alma, antes de outro abril.
Pois é mais fácil esperar o fim, no frio dessa agonia,
Do que admitir que sou o mestre da minha própria hipocrisia.