Odeio quem me Rouba

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Odeio esses caras-palhaços que tentam fazer da minha vida amorosa um verdadeiro circo. Aí é que eu me esforço para soltar as minhas feras, seguir em frente e, no final de tudo, quando o circo estiver pegando fogo, fazer o que todo palhaço gosta: Rir da cara dele!

Odeio Despedidas

"Odeio despedidas. Não pelo fato de ter que agradecer e demonstrar a enorme gratidão pelos que ficam, muito menos pela parte que você deixa claro ou tenta deixar estampado tudo aquilo que sente pela pessoa que está se despedindo. Não por isso! Essa é a melhor parte. Na verdade acho que não deveríamos esperar chegar o dia da despedida para dizer essas coisas, até porque, muitos vão e não voltam mais e outros nem a oportunidade de se despedir encontram antes de partir. Nós seres humanos somos perfeitos bobos! Esperamos o pior dia para falar sobre as melhores coisas. Aí pronto, vira aquele mar de sentimentos! Sentimentos de alegria misturados com nostalgia e com a dor da perda daquela pessoa que ainda nem se foi. A vontade mesmo era de ficar no conforto dos objetos familiares e da vida previsível, na sombra que nos dá as pessoas que amamos e que nos amam, afinal, já está tudo conquistado, o território é seu e o seu lugar já está guardado, é só viver! Acordar cedo e continuar de onde parou no dia anterior.
Mas admito... Tenho um grande defeito! Odeio Rotina! Os mesmos cheiros me cansam, o mesmo sabor...! Acho que é por isso que brinco com as variedades dos perfumes...
Gosto de me apaixonar todos os dias, seja por alguma coisa, por um alguém e especialmente por mim. Adoro conquistar e ser conquistada! Entretanto, o meu odiar da despedida não é por isso...Não é pelo comodismo de uma vida pacata, cheia de amigos e família ao redor. Não é pelo medo de perder as conquistas e toda a realização que tenho hoje em minha vida. É pelo simples fato de ter que deixar... Nós seres humanos somos extremamente ligados às coisas, sejam elas materiais ou pessoais.... A despedida gera a "deixa" da casa, da cama, do trabalho, dos amigos, da família. Mas o que mais me incomoda não é a casa, a cama, o trabalho ou a família! É o sentimento... É o sentimento que a casa me proporciona, o sentimento que o trabalho me proporciona, é o sentimento de ser filha e ter o colo da mamãe, de ter uma Vovó linda e ser a netinha de “açúcar” , de ter a família mais perfeita do mundo.... e ter que deixar....
É o sentimento de ser feliz... que uma amizade me traz, ou a presença de um alguém que se tornou tão importante por dividir comigo os dias de uma simples rotina, que hoje, é parte da minha vida, e eu sei, que vai ser difícil deixar... É deixar o que já se construiu para construir mais, sem ter a certeza do alicerce que encontrará pela frente ou até mesmo se encontrará um solo firme para construir de novo! Não seria reconstruir, porque o que foi construído, não cai, não desaba.
A mudança nos cobra coragem, coragem de construir mais e até mesmo melhor! Coragem para olhar pra trás e se certificar que o que construiu até agora foi o bastante para permitir que a sua ausência não faça tremer as bases da sua construção. Cobra-nos a esperança de que ao voltar, tudo permanecerá no seu lugar; claro, muitas plantinhas murchas precisando ser aguadas, mas outras intactas com o olhar focado na porta desde a sua partida a espera da volta, convicto de que nada se perdeu durante a sua ausência, que o sentimento não se foi, pelo contrário, se intensificou, mesmo sabendo que ao voltar, tudo estará meio igual e meio diferente, porque já não seremos mais as mesmas pessoas...
Dói ter saudade, porque "a saudade não deseja ir para frente. Ela deseja voltar" (Rubem Alves). Acho que é por isso que muitos não se despedem, por ter medo de querer voltar. Meu medo não é esse! Gosto do ditado que diz “que o bom filho (SEMPRE), à casa torna”. O meu medo, meu grande medo é de ir sem me despedir direito. De deixar dúvidas do meu carinho e gratidão pelas pessoas que eu gosto e amo e que participaram ativamente da construção da minha felicidade hoje (que é muita!!). Pois a felicidade aparece para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam em nossa vida. (grande Clarice Lispector)
Bom, admito, deveria ter feito isso antes, eu sei, mais ainda bem que tenho 22 anos (fiz recente....rs), tá em tempo...Mas é difícil entender o porque das coisas acontecerem no tempo e momento que acontecem... Momento em que tudo está perfeito... família perfeita, amigos perfeitos, um trabalho perfeito... Deixar por que...? Porque o meu sonho ainda não está perfeito...
Eu sei, é querer demais, querer entender tudo que acontece em nossas vidas – tenho esse defeito, tentar entender os porquês, as coincidências e-ou Destinos (o que preferir). As pessoas que entram em nossas vidas, as escolhas e oportunidades que entram e saem de nossas vidas, que cabe a nós, percebê-las, escolhe-las e agarra-las.
Acho que no final, o segredo está em fazer... Fazer tudo o que se pode nessa vida... até poder, porque pode ser que amanhã não se pode mais. Arrepender? Essa palavra foi retirada do meu dicionário a partir do dia em que uma pessoa (muito) especial me disse que “é raro a gente se arrepender do que se fez”... Sinceramente não me soou bem inicialmente, mas parei, pensei... e depois disso percebi o quanto ela foi feliz no que disse. Só errou na palavra “raro”. Descobri, depois de pensar muito, que em minha vida (conhecimento de causa), não houve mesmo, nada que me arrependi de fazer. Até a maior das minhas loucuras...me orgulho dela....ou delas. Faria tudo de novo, e até mais! Pois foram elas que modelaram o que sou hoje, foram elas que me trouxeram até aqui... Me fizeram ser o que sou, e o que serei, se Deus quiser... Faça! Você só se arrepende do que não fez, e quando vierem as conseqüências, agradeça... Pois, afinal, o que seria uma vida sem conseqüências... sem obstáculos e sem os problemas para te trazer alívio no final?! São eles que dão sentido a vida, são eles que dão mais brilho e mais valor ás conquistas. A vida sem obstáculos seria uma vida sem meio, porque os obstáculos, os tropeços dão rumo ao caminhar, (ou até tiram). Ele muda o percurso, faz e refaz, constrói e reconstrói tudo de novo, várias vezes se for preciso. Ele que nos faz escolher caminhar pela direita, ou pela esquerda, ou até parar e estagnar, com medo de caminhar. É preciso do meio, pra se ter um final. O fim é dependente do meio.( por isso nunca queria ser o fim... rs) Queria ser o meio, e o meio é o obstáculo, que dá liga ao início e ao fim. A vida sem os obstáculos seria igual aqueles livros que começamos a ler e não nos entusiasmamos tanto, mas ainda esperançoso, folheia o livro até o final e lê a ultima página, e com essa ultima página você entende o livro todo... porque ele não teve meio, o meio não foi importante, se eram verdes ou brancas as páginas, você não sabe, porque pra você eram só páginas....Quanto às emoções, os sofrimentos, os momentos fascinantes, o frio na barriga, as experiências.... Não houve! Porque essa parte está no meio do livro, está nos obstáculos..."

Eu ODEIO gente que sofre. Tudo é SEMPRE muito difícil, muito complicado, o pessimismo reina.

Não odeio ninguém..porque ainda não apareceu alguém tão importante assim que despertasse um sentimento tão forte desse jeito..tenho desprezo e ate nojo de algumas pessoas..mas estas estão bem longe de merecerem meu ódio !

Se na sua casa é: "bato porque cuido".
Na política é:
"odeio porque sou patriota".

A raiz é a mesma: ORGULHO + MEDO.

Van Escher

Não sou de centro, esquerda ou direita, mas temo e odeio profundamente a ditadura.


Benê Morais

Eu não te odeio, mas você precisa ficar fora do meu caminho!
(Puppet)

Eu te odeio!


Eu odeio seus olhos
Eu odeio seu sorriso
Eu odeio sua risada
Eu odeio eles
Porquê me fazem lembrar que você não é minha


Me fazem lembrar que a pessoa que você ama
Não sou eu
E eu não sei muito bem como reagir a isso, sabe?
Eu sei que você não me ama
Você não me ama, pessoa que detém o meu amor
Ao menos gosta de mim? Você diria que sim
Mas nós dois sabemos que não podemos dizer coisas assim
Somos íntegros demais, pessoa amada
E eu sou descortês demais comigo
Penso que, se eu entrasse totalmente em sua vida
Tornaria ela um mar de percalços e tribulações...
Eu não foi feito para o amor
Mas como ser-humano, desejo ardentemente amar a outro
E tenho em meu âmago, o desejo que seja você
O amor não é algo singelo, apesar de ser feito dos atos mais singelos da vida
Mas quando penso em amar você, penso também que seria a coisa mais simples da vida
Ao ponto que, se eu me esforçasse para te amar
Seria uma afronta ao amor
Algo vil, não somente à vista do mundo, como também à vista até mesmo dos céus
Não há em meu coração, desejo mais ardente do que te amar
Hei ainda, morrer de amor, hei de morrer de tanto te amar
Então, quebre o meu coração
Diga que não me ama, que não poderemos mais nós vê
Diga, fale, se é assim que desejas
Quebre o meu coração
Um coração tão vil, tão infame, tão miserável
Que o único que ousa ao menos o chamar, é Deus
Faça logo de uma vez, não brinque com ele
Logo ele
Feito de cicatrizes mal cuidadas
Dores mal resolvidas
Tristezas recorrentes e uma mente que nunca descansa
Isso é o que sou
Não precisa ficar triste por quebrar meu coração
Ele já é assim, quebrado. Sempre foi

Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.

Ainda toca


Eu odeio admitir,
mas ainda gosto das músicas.
Não de você..
não de quem você virou
quando a máscara caiu.
Mas do que eu era
quando tudo ainda fazia sentido.
Cada acorde
não chama teu nome,
chama o meu
de um tempo que não volta.
E isso é o que dói.
Porque a música ficou bonita,
mesmo depois
de você ter estragado tudo.

Às vezes eu me odeio por ter um bom coração.

Eu odeio muito ter que fingir que não dói,
quando dói mais do que o normal.

Odeio quando saio para lugares públicos e o público tá lá

Parece que odeio a religião, mas, na verdade, apenas amo a lógica. Não é minha culpa se as religiões não a possuem.

Eu odeio que sempre que meu pai me trata minimamente bem eu "esqueço" de tudo que ele já me fez e me magoou.
Mas no final eu sempre fui uma carente de atenção dele.

Radar ligado.


Odeio essa sensação 😢


Nunca falha 😒

Eu odeio a lucidez.

Amizade-Escudo
Te odeio por tua amizade,
Que despreza o meu desejo;
Ela serve como um escudo,
Que me barra o passo e o beijo.


Tenho raiva do silêncio,
Que me deixa sem resposta;
Ignorando os meus sinais,
Finges que de mim não gostas.


Odeio meu coração,
Por teimar no sem retorno;
Preferindo a rejeição,
Deste meu viver tão morno.


Como desprezo esse medo,
Do corte, do afastamento;
Da certeza que já tenho,
Deste meu cruel tormento.


Eu me sinto tão iludido,
Pelo teu modo de agir;
Pela tua dissimulação,
Que me impede de fugir.


A paz já não me pertence,
Longe de ti, a angústia;
Perto, resta a solidão,
Nessa entrega sem astúcia.

Odeio quem superestima minha ignorância.

Eu odeio a morte com a mesma intensidade que amei quem ela levou.
Eu odeio a morte porque ela me deixou dizendo 'eu sinto sua falta' para alguém que não pode mais ouvir.
Eu odeio a morte porque ela transformou lembranças felizes em motivos para chorar.
Eu odeio a morte porque ela me obriga a viver com uma saudade que eu nunca pedi para sentir.
Eu odeio a morte porque ela cria vazios que nenhuma pessoa, nenhum lugar e nenhum tempo conseguem preencher.
Eu odeio a morte porque ela não pede permissão, não dá avisos e não se importa com as vidas que destrói.