Odeio meio Termos
Não gosto dessa vida de meios termos. Sou sim ou não. Sou amo ou odeio. Ou vai ou racha. Oito ou oitenta. Não gosto de coisas pela metade. Não gosto do talvez, do mais ou menos.
Odeio o fato de uma vida sad....mas para tudo que olhamos a nossa volta já é motivo para termos um vida triste.
Não termos responsabilidade social e não preservarmos o meio ambiente é o mesmo que abdicarmos dos compromissos com a vida.
A culpa é como uma gota que se une ao oceano de culpa. Se deixarmos que ela se dissolva, não nos afogaremos em suas correntes. Devemos aprender a aceitar, perdoar e, assim, fluir com as águas da vida.
Não culpe os ventos; são eles que possibilitam a contínua dança das flores. A chuva, além de lavar o ar e reviver o chão, é água que conta história. O escoamento das águas, sempre ignorado, é como o leito de um rio que sonha. E o luar, esse é o poeta dos mares, que escreve versos nas marés e determina suas próprias beiras e bordas. A natureza é fúria e afeto, início e fim. Importante para nós é aprender a viver em harmonia com os segredos das árvores e das pedras, pois quando o assunto é o meio ambiente, a única opção além de coexistir é desaparecer.
Inaudível
Eu avisei. Nunca tentei chamar atenção, mas gritei em silêncio por meio das palavras e das imagens que deixei pelo caminho. Algumas pessoas disseram: "Pare com isso, não demonstre suas fraquezas." Outras, com olhos que não sabiam ver além do superficial, soltaram um: "Nossa, isso dói tanto." Houve aquelas que simplesmente ignoraram, fingindo não ver, passando por cima como se eu fosse um borrão despercebido.
Mas eu continuei. Me registrei em cada fragmento de existência, deixando partes de mim em cada texto, cada fotografia, cada história contada com alma. Não porque eu esperava aplausos, mas porque queria apenas ser — inteira, genuína, presente.
Lamento, apenas, imaginar que o dia em que eu partir minhas publicações possam encher de curtidas tardias. Não quero esperar a ausência para ser vista, nem que a valorização venha quando meus olhos já não puderem contemplar.
Eu vivi para me deixar em todos os lugares e em todas as pessoas, ainda que nem sempre percebam. E se a vida é feita de encontros e desencontros, que meu rastro permaneça — não para ser aclamada, mas para ser sentida. Inaudível, talvez, mas eterna.
Venho por meio desta apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria de adultos.
Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de oito anos no máximo!
Quero acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas.
Quero acreditar que tudo é possível.
Quero voltar a ter uma vida simples, sem complicações.
Cansei dos computadores que falham, da montanha de papel, das notícias deprimentes, doenças, mentiras, falsidades!
Não quero mais ser obrigada a dizer adeus a pessoas queridas e, com elas dar adeus a uma parte da minha vida.
Quero ter certeza de que deus está no céu, e de que, por isso, está tudo direitinho nesse mundo.
Quero viajar ao redor do mundo num barquinho de papel que vou navegar numa poça deixada pela chuva.
Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.
Quero achar que as moedas de chocolate são melhores que as de verdade.
Quero ficar feliz quando amadurecer o primeiro caju, a primeira manga, ou quando a jabuticabeira ficar pretinha de frutas.
Quero acreditar no poder do sorriso, do abraço, das palavras gentis, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos de areia.
Bom: a partir de hoje, como disse, estou me demitindo da vida de adulto.
Se quiser discutir alguma questão vai ter que me pegar.
Porque o "pegador" está com você.
Pega-pega, vai!
Só que para me pegar você tem que se demitir também.
Senão, não brinco mais.
Ah, quer saber, deixa para lá.
Vamos dar as mãos e sair correndo, rindo.
Quer brincar de outra coisa?
Vamos brincar que já somos gente grande?
Mas tem que ser logo, pois preciso voltar para casa cedo.
Persistir em meio às dificuldades e contrariedades da vida é o preço justo daqueles que desejam vencer, crescer e se fortalecer.
Nascemos sem trazer nada, morremos sem levar nada...
E, no meio do intervalo entre a vida e a morte,
brigamos por aquilo que não trouxemos e não levaremos ....
Sou mulher camaleão... mudo de humor... sou meio bipolar..
posso até mudar de amor... goste de mim quem gostar...
e se preciso for... me reinventar.... me visto de nova... faço moda... boto pra escandalizar... mais sou do jeito que eu sou.. sou verdadeira , sou mulher... sou sensacional... não nasci pra ser perfeita... nasci pra brilhar..
As vezes me pergunto se foi mera coincidência ter encontrado você em meio a tantas pessoas que existem por aí... ou será que foi o destino que te trouxe até aqui? Não sei e na verdade isso nem é importante porque o que o importa é que eu tenho você e posso te chamar de meu... meu amigo.
As vezes tenho medo... medo de que um dia eu acorde e não te veja mais! Tenho medo de que em algum momemto eu te chame e você esteja distante demais para me ouvir... tenho medo... aquele medo que até tenho medo de sentir... medo de que você simplismente desapareça diante dos meus olhos e me deixe aqui , mas isso também nãoimporta porque esse medo não é capaz de me impedir de gostar de você... o importante é que eu acredito nessa amizade e eu sei que me arrependeria se deixasse esse medo me impedir de tentar...
As vezes eu fico tentando lembrar do exato momento em que você se tornou assim: tão especial... queria saber quando foi que aquele estranho se tornou uma das minhas pessoas preferidas... eu queria saber em que em que dia, hora, minuto, segundo que eu comecei a gostar tanto assim de você, só pra entender como tudo isso começou... mas quer saber, isso ñ importa porque talvez ñ seja para ser entendido pois já estamos vivendo isso e sei que estamos conectados desde o primeiro "oi" e que esssa amizade vai se construindo a cada dia.
As vezes... as vezes... as vezes acontecem tantas coisas neh e você foi um acontecimento bom na minha vida e mesmo sabendo que não é perfeito pra mim o que importa é que é real.
Melhor comer um pedacinho em paz do que refestelar-se em um banquete em meio a contendas.
Posso estar triste, posso estar em meio a trancos e barrancos, mas, sempre que um amigo precisar das minhas mais belas palavras eu estarei disposto a ajudá-lo, sempre que for da vontade dele desabafar, dizer-me o que o fez ficar triste ou feliz estarei ao lado para ouvi-lo chorando ou sorrindo.
Eu os estou enviando como ovelhas no meio de lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas.
