Obrigado por Existir em minha Vida
Pensamentos em demasia no futuro
Presente se tornando um passado não vivido
A cada dia, mais decepções
Arrependimentos
Agora é tarde
...
Você vive?
Ou apenas existe?
Ele disse lhe amaria pra sempre, mas sempre é um tempo indefinido; assim como nunca, não existe. Assim também como o amor do qual ele falava.
Para tudo aquilo que não deveria nem ter existido, o fim é inevitável e chega antes de todos os outros fins.
QUERO ME SENTIR PARTE INTEGRANTE DO UNIVERSO. NÃO VIM AO MUNDO POR ACASO, VIM PARA DEIXAR MINHA MARCA, A MARCA DE QUEM VIVEU E NÃO APENAS EXISTIU!
Sobre os Nós
Todos nós somos embaraços
Pedaços de alguma coisa que se entrelaçam ao meio
As particularidades de sorrisos se desfazem aos ruídos de empáfia vindos de lugar algum
Os outros nos tomam como o tipo de pessoas que acreditam em algum tipo de sobriedade relacionado a imensidão de existir
Diante outrora se confunde os nós pela lembrança que outros levantam sobre quem existiu
Vós lhe pergunto:Quem eramos nós ?
Aguardar em silêncio
Definitivamente não é ter nada a dizer
É saber observar a ouvir e a refletir sobre exatamente tudo que nos rodeia.
Aprendam a coexistir.
AS ÂNCORAS VOAM
"Passa um navio, na minha avenida, navalhando - em garatujas - todo o piso que se estende. Navega sem levantar poeira, mas se anuncia em buzinadas de timbre marítimo, tão alto que, quem grita, só se ver por lágrimas. Nele, que nunca lhe disse antes, agora embarca o único que sabe bem dos meus segredos. No entanto, se o segredo vai embora, já não há de se existir. As âncoras voam, lá vai o meu peso se partir. E se, desse remorso, ainda houver motricidade, que seja para que o meu navio só naufrague quando chegar ao céu."
A sociedade nos influem a carecer dos
seus lamentos, dividindo, seus preconceitos
com a realidade que jamais existiu.
Chorava seus sonhos
as gotas escorriam-lhe pesadamente como mercúrio
rolando corrosivas e se acumulando em cantos de uma existência
retórica
metafórica
melancólica
De uma resistência
Procurava os sonhos em baixo das unhas mas não percebia que arrancava as unhas ao invés dos sonhos
que nunca estiveram lá
A liberdade nos foi dada com sabor de felicidade, autenticidade, amor e cumplicidade! Que este seja o sabor da nossa realidade!
Nos contos da Ilha do Poderá sempre existirão os inícios, mais raramente os meios, mas nunca os fins; sejam eles tristes ou felizes.
Não há pior que a arte dos que morrem, a não ser o pensamento dos que não existem.
