Obrigado por Existir em minha Vida
Rio de Janeiro, que bom você existir mas parabéns em dia primeiro de Março ?
Por que ?
A culpa foi do "Velho Estácio" e o " São Tião " que ajuntou.
Como não basta se a figura mítica do " Pé Grande " o seu representante veio mesmo morar por aqui....o antigo foi preso em Bangú.
Casos Policiais, Causos e Lendas Cariocas......Que saudade dos Tamoios , Falo dos índios ,
não do antigo prefeito, imperfeito, que este descanse em paz...
Pior do que político ruim só fantasma de político....Que Deus que é carioca
nos proteja......pobres mortais vivendo e aprendendo a jogar, debaixo do
" Suvaco do Cristo" que é seu filho já que o "Suvaco de Cobra" que só tinha samba já não existe mais....carioca tem esta mania besta.Tudo que é bom e da certo em pouco tempo o carioca fecha ou estraga....deve ser por conta da mãozinha ruim....tipo olhinhos de seca pimenteira....o infeliz já nasce, assim....
Existir conjuga se na primeira pessoa e é um ato solitário individual sempre mas viver no mundo é uma ação comunitária e só se conjuga sempre no plural.
Os garimpos sempre vão existir na Humanidade, e o quê deve ser feito é um novo modelo de exploração mais paciente que seja focado no manejo da flora e da fauna, porque além de serem essenciais para a continuidade da vida, podem gerar mais uma renda para os garimpeiros, enquanto não forem descobertas outras áreas de exploração. No entanto, é preciso manter algumas áreas originais para o equilíbrio ambiental e para a ciência da mesma maneira que os poderosos mantém os seus cofres com as suas riquezas.
Não pode e não
haverá de existir
Nada mais belo
e interessante,
E que nos conduza
a (fluir);
Nos levando
ao infinito
Do amor e da vida
alucinante.
Não sossego
e nem deixo sossegar,
Porque o que sinto
é de arrepiar:
Na poesia e na gentil
arte de amar.
Não devo nada
a ninguém
Nada mais
justo e forte:
É princípio
de (alguém)
Que é capaz
de amar
Até além
da morte...
Não calo e nem
deixo de escrever,
Aquilo que sinto_ eternizo
Na poesia o quê é,
e também há de ser!
Não nego o quê
bate no peito
Arrepiando a pele,
O amor é assim:
imperfeito.
Revirando o juízo,
Para tudo ele
encontra um jeito.
Não nasci para
ser ignorada,
Não nasci
para não ser,
Nasci para
existir,
Nasci para ser
bem amada,
Fui embora
querendo ficar,
Parti para não
me perder.
O rasgo no peito,
as marcas
na pele,
são sinais vitais
da tua indiferença,
você me fez
perder tempo,
o riso e a crença,
o melhor de tudo
é que a cada vez
que escrevo
um verso,
eu te esqueço
e a dor
que sinto
dói menos
aqui dentro.
Não por lirismo,
mas por realismo,
exponho ao mundo
o meu coração
por ti destruído,
não foi restaurado,
está muito dorido,
embalando o último
poema que escrito,
foi a letra etérea
de libertação,
para eternizar
o grito da Terra
não escutado,
para eu não mais
cair na tua mão.
Como fera ferina,
você premeditou
me decepcionar
na minha data
natalícia,
no dia
devocional
de Santa Catarina,
para eu
me almadiçoar,
e esquecer
de me amar.
Não nasci
para você,
sou Verônica,
não nasci
para te carregar
na memória,
sou cigana
de partida,
rumo a terra
prometida,
nasci para
uma nova vida,
e fazer história.
A poesia se aproxima
muito da Abalone
que para existir busca
ser como se fosse uma
orelha para ouvir
o mar que a cerca,
para escrever com exatidão
o quê embeleza o coração
sem se importar com o quê
terá de enfrentar para ser
ouvida no meio da multidão:
(a essência é ser anunciação
concordando com ela ou não).
A Primavera da reciprocidade
deve existir em todas as estações,
Por isso mantenho o Ipê-rosa
das minhas poéticas emoções
sempre preservado de tudo
para ninguém fazer o meu
coração em relação ao amor
se sentir derrotado na vida,
Viver é uma tarefa dura que
deve ser feita com genuína alegria.
O amor é uma fagulha que vai crescendo e vira labareda à medida que se cultiva a reciprocidade; virando cinzas onde o recíproco não se mostra. O pó das chamas ainda pode existir, mas não passa disso, e com o tempo o vento leva.
Quando transcendermos os caráteres subjetivos mundanos observaremos a realidade que existe inserida em meio a nossa sociedade.
Mente de um adolescente
mais confusa não existe
pra si próprio mente
sabe o certo mas no erro persiste
A cada dia um pensamento
A cada dia uma nova ilusão
Sempre distraído quase nunca atento
Quem sofre com isso é o coração
Um dia a gente cresce e aprende
Lembra do passado e começa a rir
De certa forma entende
Que pra ser adulto o adolescente precisa existir
a poesia está morta
mas juro que não fui eu
eu até que tentei fazer o melhor que podia para salvá-la
imitei diligentemente augusto dos anjos paulo torres carlos drummond de andrade manuel bandeira murilo mendes vladmir maiakóvski joão cabral de melo neto paul éluard oswald de andrade guillaume appolinaire sosígenes costa bertolt brecht augusto de campos
não adiantou nada
em desespero de causa cheguei a imitar um certo (ou incerto)
josé paulo paes poeta de ribeirãozinho estrada de ferro
araraquarense
porém ribeirãozinho mudou de nome a estrada de ferro
araraquarense foi extinta e josé paulo paes parece nunca ter
existido
nem eu
(Poema "Acima de qualquer suspeita")
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