Obrigado por Existir em minha Vida
Ando ligando pro céu todos os dias e o meu telefone? È o joelho, porque na boa tem que existir um remédio pra curar saudade e uma vida sofrida, além da morte.
Sempre falam em amor a primeira vista mas também deve existir ódio a primeira vista e que Deus nos perdoe por ele existir....
Por que as pessoas insistem tanto em dizer que não pode existir amizade entre duas pessoas de sexos diferentes? Pra mim essa amizade é a mais verdadeira que existe, a mais intensa, a mais bonita. Há quem diga que sempre vai haver uma segunda intenção. As vezes pode até realmente haver, mas eu prefiro acreditar que essa amizade é pura e sincera.
Às vezes olho da minha janela e penso existir algo além daqui.
Vejo as estrelas e perco os olhos na imensidão... tem alguém aí?
Em algum lugar, qualquer lugar, qualquer planeta ou universo que eu possa encontrar para enfim dizer "está tudo certo ou será mesmo tudo deserto?"
Se a miséria deixasse de existir a caridade sobreviveria como sentimento. Pois é isso que ela é.
CARIDADE É SENTIMENTO, NÃO UM ATO.
Quando contamos uma história de forma diferente, ela passa a existir de forma diferente para o mundo também.
Nossos destinos estão entrelaçados, pois não posso existir em um mundo onde você não exista.
Valorize as coisas que o dinheiro não compra. São as únicas que continuam a existir quando o dinheiro acaba.
"se o Ouricuri deixar de existir, nós vamos deixar de existir também. não é só uma planta é muito mais".
Antes mesmo do universo existir,
Ele já era Deus, antes mesmo do teu falar, do teu modo de pensar, ele já era Deus, assim se formou a trindade, a união, a santificação,
Parando pra analisarmos, vemos a formação do mal e do bem, escolhas que levou a origem da humanidade ser decapitada, vejamos que nem sempre devemos acreditar no errado, duvidar do certo e depositar sua confiança naquele que não deu a mínima pra vc, a escolha é livre pra todos, não tem essa, neguei. Jesus morreu por meus pecados e vai me dar a vida eterna, não é assim.
Jesus chama com amor, Deus vai te chama pela dor.
Que estranho é existir. Ou, antes, que grotescamente familiar é ser arrastado por esta existência, como um fardo que não se pode abandonar, mas que igualmente não se consegue suportar. Levanto-me todas as manhãs com a mesma dúvida insuportável: Por que continuo aqui? O que é esperado de mim? Para onde vou, se é que vou para algum lugar? As perguntas — essas eternas acompanhantes — não encontram respostas. Há dias em que me pergunto se sou eu quem vive, ou se sou apenas um intruso em minha própria pele, um espectador de algo que se desenrola sem meu consentimento.
Os outros parecem tão certos de sua existência. Eles caminham como se estivessem indo para algum lugar. Para onde? Não sei. Mas eles sabem. Ou fingem saber. Seguem uma linha invisível, uma espécie de mapa que os guia, enquanto eu fico perdido, como se o mundo tivesse virado de cabeça para baixo e só eu notasse. Como se o simples fato de estarem em movimento fosse suficiente para justificar sua razão de ser.
Há algo profundamente errado em mim, algo que não consigo nomear, mas que se manifesta em cada respiração, em cada batida do coração. Uma estranheza desconcertante que me corrói. Minha prisão é feita da minha própria carne, desta carne que me reveste e me nega, que me trai a cada gesto, a cada movimento, a cada palavra.
Cada parte de mim parece se rebelar contra o restante, como se eu fosse um amontoado de estranhos compartilhando o mesmo corpo. Meu corpo, minha mente, minha alma… todas essas instâncias que deveriam formar uma unidade estão agora em conflito constante, como peças de uma máquina que nunca foi montada corretamente e, ainda assim, insiste em funcionar.
Cada gesto, por mais banal que seja, perde todo o significado. Comer não alimenta, dormir não descansa, sorrir não alegra. Tudo o que faço é insípido, como se o próprio ato de existir fosse uma farsa. O que me resta, então, senão esta estranha sensação de vazio, que persiste em mim, mas que jamais me deixa preencher? A solidão não é apenas o estado de estar só, mas a sensação de ser um refugiado sem pátria — nem mesmo a do meu corpo.
Há quem precise de palcos para existir, mas há quem transforme o mundo no silêncio de um gesto ético.
