Objeto
Esculpir é viver inúmeras vidas, é recomeçar com paixão e ousadia na alma, é dar vida ao objeto para novas e boas histórias.
Ela é a realizadora dos maiores desejos...
Ela é objeto de intrigas, grandes amores e perdições...
Ela é magnífica...
Ela faz sonhar os mais belos sonhos...
Ela provoca e desafia constantemente...
Ela concede prazeres inconcebíveis...
Ela é bela...
Ela é enigmática...
Ela causa enormes sofrimentos...
Ela muitas vezes nos trai...
Ela é vibrante...
Ela nos derruba e em seguida nos ampara...
Ela é obscura...
Ela provoca esperanças, provações e conquistas...
Ela é para uma só vez... (tem quem acredita que sejam muitas outras, mas mesmo assim, querem que a atual dure muito)
Ela pode ser colorida... A minha é cor de rosa...
Ela é a vida...
O objeto comestível e seu sabor, só haverá reconhecimento e uma finalidade substancial para o organismo humano.
Três perguntas infalíveis ajudam a decidir a compra
1 - EU PRECISO DESSE OBJETO?
Se você responder que “não”, que não precisa do objeto, acabou a conversa. Se responder que “sim”, você vai para a pergunta 2.
2 - EU TENHO DINHEIRO?
“Se você não tem dinheiro, acabou a conversa também. Se tiver dinheiro, você vai para a pergunta 3.
3 - TEM QUE SER AGORA?
Se você responder que sim, leve o objeto. Se a resposta for negativa, não faça a compra.
Não posso imaginar um Deus a recompensar e a castigar o objeto de sua criação. Não posso fazer ideia de um ser que sobreviva à morte do corpo. Se semelhantes ideias germinam em um espírito, para mim é ele um fraco, medroso e estupidamente egoísta.
mulher não é objeto pra vc brincar, sim pra dar valor pois quando for embora,vc vai se acabar na tristeza
Causa: um objeto seguido por outro e cuja aparição faz convergir o pensamento sempre para aquele outro.
Me sinto com um objeto perdido. Sem dono e sem utilização, com um único caminho possível, o 'Achados e Perdidos'. Quanto tempo passarei aqui? Me pergunto quanto tempo levará para que note que eu desapareci. Será que nos encontraremos novamente ou ficarei o resto da minha vida nessa solidão? A resposta para essas perguntas são fáceis, sou substituível, sempre sou, mas eu te tratei como única. Dediquei os meus mais sinceros sentimentos a você, foram rasamente correspondidos. Eu não quero sentimentos rasos, seja totalmente recíproca ou deixe-me para que outra pessoa possa desfrutar melhor. Conversa de futuro só funciona quando ambos buscam de todo coração, fora isso é apenas 'estória'.
..."É o fanatismo dos homens e o egoísmo deles que torna Deus um objeto de disputa." ... Ricardo Fischer.
"Quando me encontro".
É meio que embaraçado.
Sentir se inquieto.
Saber qual o objeto.
O coração do outro lado.
Perdi me várias vezes.
Quando o sopro alheio dominou meu percurso.
Acredite.
Ser conduzido por terceiros, hesite.
Pode ser feras bravas como urso.
Degolam, pisoteiam, estraçalham.
Muitas vezes perdi me de mim.
Quando acho me, nem mesmo acredito.
Prisioneiro no maldito recinto.
Com firmeza, afirmo e digo.
O homem é perseguidor do semelhante.
Não tem piedade.
Pura verdade.
Aconteceu comigo.
Se me reconheço.
Do presente ou do passado, onde tem apreço.
Pouco importa, sacanagem do mundo não tem endereço.
Tem e muito, muitos praticantes do próprio interesse.
Muitas vezes desaparece a vontade de existir.
Até aqui gritou meu combate.
Mas a real, uma sublime arte.
Achei que nunca mais viveria pra lutar.
Ainda é cedo.
Nasci agora sem medo.
Nunca é tarde demais pra pronunciar.
O coração é universo particular.
Tua gargalhada e teu desdenho.
Da tua migalha amarga não tenho.
De certo que não é de minha força que falo.
De uma esperança.
De uma condição real e existente.
Bom dia Senhor, presente.
Estou alistado da vida, entre os combates.
Giovane Silva Santos
06/08/2022.. 17:24hs.
Deus abençoe a todos
Oração de um cadaver desconhecido
Morri!
Agora sou um objeto inútil.
Apenas, morri.
Meu corpo foi atacado.
Meu espírito ja não está mais em mim.
Foi devolvido para o criador.
Minha alma está vagando pelo espaço e algum legista chegará em breve para me abrir.
Usarão a ciência e muitas teorias para desvendar minha morte e minha descendência, Mas, será tudo em vão...
Vivo, ninguém quis saber quem eu era, quem dirá morto, sem vida, sem fala, sem alma, sem pensamentos e sem passos...
Talvez, através do meu cadáver descubram algumas novidades para futuras descobertas na medicina...
Como sou um indigente, posso ser útil nas mãos de algum estudante....
Fora isso, a minha espera está uma embalagem negra e sombria.
Dentro dela estarei gelado, sem respiração e sem movimentos e para debaixo da terra eu vou....
Embalado, ja não serei mais lembrado.
Enterrado, minha moradia será uma cratera, e ao passar do tempo irei apodrecer.
Quando em vida, a fé não cheguei a conhecer..
Se vivi, não sabia que estava vivo, vegetei e tudo perdi....
Hora insana, não me lembro como tudo aconteceu...
Não me lembro como nasci e morri,
nem de onde eu vim e nem como vim parar,
aqui.....
( Inspirado na oração do cadáver
Escrita por. Carl Rokitansky, )
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Oração do Cadáver original
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“Ao curvar-te com a lâmina rija de teu bisturi sobre o cadáver desconhecido, lembra-te que este corpo nasceu do amor de duas almas; cresceu embalado pela fé e esperança daquela que em seu seio o agasalhou, sorriu e sonhou os mesmos sonhos das crianças e dos jovens; por certo amou e foi amado e sentiu saudades dos outros que partiram, acalentou um amanhã feliz e agora jaz na fria lousa, sem que por ele tivesse derramado uma lágrima sequer, sem que tivesse uma só prece. Seu nome só Deus o sabe; mas o destino inexorável deu-lhe o poder e a grandeza de servir a humanidade que por ele passou indiferente. Tu que tivestes o teu corpo perturbado em seu repouso profundo pelas nossas mãos ávidas de saber, o nosso respeito e agradecimento “.
A oração ao cadáver desconhecido foi escrita por Carl Rokitansky, um médico patologista que nasceu na Áustria, em 1804, e supervisionou cerca de 70.000 necropsias, executando 30.000 delas no Instituto de Patologia, em Viena. É uma forma de homenagear aqueles que cederam seus corpos para o aprendizado de estudantes da área da saúde.
[PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES: Exemplo do Livro]
Um livro é um objeto cultural bem conhecido no nosso tipo de sociedade. Para a sua produção, são movimentadas determinadas práticas culturais e também representações, sem contar que o próprio livro, depois de produzido, irá difundir novas representações e contribuir para a produção de novas práticas.
As práticas culturais que aparecem na construção do livro são tanto de ordem autoral (modos de escrever, de pensar ou expor o que será escrito), como editoriais (reunir o que foi escrito para constituí-lo em livro), ou ainda artesanais (a construção do livro na sua materialidade, dependendo de estarmos na era dos manuscritos ou da impressão). Da mesma forma, quando um autor se põe a escrever um livro, ele se conforma a determinadas representações do que deve ser um livro, a certas representações concernentes ao gênero literário no qual se inscreverá a sua obra, a representações concernentes aos temas por ela desenvolvidos. Este autor também poderá se tornar criador de novas representações, que encontrarão no devido tempo uma ressonância maior ou menor no circuito leitor ou na sociedade mais ampla.
Com relação a este último aspecto, não podemos esquecerque a leitura de um livro também gera práticas criadoras, podendo produzir concomitantemente práticas sociais. Será o livro lido em leitura silenciosa, em recinto privado, em uma biblioteca, em praça pública? Sabemos que sua leitura poderá ser individual ou coletiva (um letrado, por exemplo, pode ler o livro para uma multidão de não-letrados), e que o seu conteúdo poderá ser imposto ou rediscutido. Por fim, a partir da leitura e difusão do conteúdo do livro, poderão ser geradas inúmeras representações novas sobre os temas que o atravessam, que em alguns casos poderão passar a fazer parte das representações coletivas. O exemplo nos mostra que a produção de um bem cultural, como um livro ou qualquer outro, está necessariamente inscrita em um universo regido por estes dois pólos que são as práticas e as representações.
[extraído de 'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, p.80-81].
O desprezo é a imagem, mais repugnante de se Contemplar numa amizade. E é o objeto revelador de tudo, Quê não vale apena continuar.
Quem usa como objeto uma pessoa e a descarta, fatalmente irá passar sua vida sendo usado e descartado.
05 - Nada nesse mundo é em vão.
Até mesmo as dificuldades da vida, tem um objeto:
Nos deixar mais fortes.
Você é a pessoa mais forte que conheço. Te admiro muito!
Tenha um objeto e depois mude tudo na vida para alcançar.
Muitas vezes queremos ter algo novo, mas não estamos dispostos a deixar o velho para trás.
O AMOR não é um objeto que usamos..
É observável, é poderoso...
Transcende as dimensões..
O espaço..
O tempo..
E a distância...
