Já dizia um velho sábio: frases de reflexão
Um velho sábio me disse uma vez, ninguém é responsável pelas contas do seu passado. Ninguém é responsável por suas escolhas erradas infelizmente. A minha obrigação como “presente” é fazer uma nova e boa história na sua vida, mas não de pagar uma conta de alguém que um dia te fez infeliz. Relacionamento é reconhecer as limitações um do outro e se gostar tentar fazer dar certo, pois, não existe pessoas perfeitas. Então se você vai ou quer entrar num relacionamento não jogue seu passado nas costas de quem possa ser seu presente.
"Um Dia eu escutei de um velho sábio: Eu já muito sofri, mas passou; Hoje eu sofro, mas irá passar; Amanhã também irei sofrer, mas também irá passar. Quando não houver mais sofrimento, não haverá mais vida. Aprenda uma coisa, assim como a felicidade o sofrimento é necessário e passageiro, saiba usufruir de ambos"
O ditado do velho sábio
Segue o ditado de um velho sabio: Mas vale um coração cheio de amarguras, que um coração feliz e cego para a verdade.
J.elisa
O velho sábio
O velho sábio me disse uma vez, que para o homem obter o conhecimento de todas as coisas, ele precisa conhecer o seu próprio mundo ou seja, sua mente. O ser-humano que não conhece o seu mundo, é apenas uma estrutura de pele e osso, mas o ser que é sensato sobre suas dificuldades e atitudes, este sim é o verdadeiro sábio!
Um velho sábio afirmou ao seu discípulo:
"Viver só e isolado num submundo paralelo, dentro de um outro mundo, onde os sorrisos e as gentilezas são insidiosos, é melhor aderir estritamente ao mito da caverna, e se hibernar, até os teus últimos momentos".
_Tu vê o mundo deste jeito guri?
_ Opa! Não só vejo mestre, Convivo todos os dias com alguém assim.
260424
o velho sábio
Vantagens de se envelhecer.
perceber pessoas que você não Percebia, e ver coisas que você não via.
Um dia o velho sábio falou:
Não dê importância a certas palavras jogada ao vento, avaliar é melhor do que se frustrar!
Ode ao Inverno (2)
Ó Inverno!
Velho sábio das estações,
chegas com teu manto cinério
de névoa e silêncio,
soprando nos areais
a brisa dos eremitas
e cobrindo os dias
com véus de introspecção...
Ó Inverno!
Teus galhos nus
vestem o céu
com poemas de quietude
e de recolhimento...
enquanto a luz solar
pálida e tímida
insiste e persiste
em revelar a beleza
do que é contido...
Ó, Inverno!
No abraço frio
de suas madrugadas
descansa a alma agasalhada
em trégua e vigília
e sob o cinério
dos céus suspensos
floresce a chama oculta
da memória que sobrevive...
Ó, Inverno!
És o tempo do chá fumegante
de reflexões incombustas
e das cobertas aconchegantes
que esquentam lentamente
versos arrefecidos...
dos livros lidos
na penumbra
sob à luz dos vendavais
dos passos lentos
e hidratados de poemas
sobre as folhas secas
das amendoeiras
e de olhares certeiros
que buscam dentro,
não fora...
Ó Inverno!
Há em ti
uma nobreza silente
uma lição
de desapego e reinício
Mesmo no álgido
planto a esperança
pois a tua álgidez acalenta
e guarda a semente
da primavera...
✍©️ @MiriamDaCosta
