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O Velho Poema

Cerca de 30848 frases e pensamentos: O Velho Poema

Deixe o que for velho para trás, o que passou, passou, não volta mais.
Desejo vida nova e sonhos novos, a vida pode até ser difícil e sofrida, mas continua sendo vida!

Nem quadro, nem árvore, nem sapato velho, nem lixo, tampouco uma morta... para permanecer assim intacta, calada, sem citações, nem reflexões.

⁠A diversão é como um seguro de vida; quanto mais velho você fica, mais custa.

Em qualquer tipo de organização nenhum capital humano é novo demais que não possa aprender ou velho demais que não possa se adaptar.

Quando o assunto é família, no fundo, ainda somos crianças. Não importa o quão velho fiquemos, sempre precisamos de um lugar para chamar de lar.

Nós somos apenas almas perdidas, nadando em um aquário, ano após ano, correndo sobre o mesmo velho chão. E o que encontramos? Os mesmo velhos medos!

“Ainda que o mundo seja velho, agirei com a mente renovada diante das novas oportunidades.”

Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente
Um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto de jardim

Livre-se desse passado agarrado, e venha comigo...
entregue o que pertence ao velho senhor do tempo, para que assim ele te permita que o futuro venha até você.

Caminhemos de mãos dadas, pois o que me vale é o companheirismo e a lealdade de bons e um dia velhos amigos.

Se nos casássemos, segundo os preceitos de Demostoroi, como queria o velho senhor do comboio, os edredons e o enxoval do leito eram pormenores que faziam parte do sacramento. Mas para nós, em que dez pessoas que contraem casamento só uma crê no sacramento, ou pelo menos pensa que é um dever; quando em cem homens há apenas um, que não tenha faltado à castidade e que não esteja na disposição de atraiçoar a mulher legítima; para nós em que a maior parte considera o ir à igreja uma mera formalidade para ter a posse de uma mulher, em particular, que significação podem ter os preparativos pré-nupciais?
É uma espécie de mercado. Vende-se uma filha a um devasso mas a venda faz-se sob as mais puras e poéticas aparências.
(Sonata a Kreutzer)

Uma vez, um velho amigo meu me disse, ingenuamente:
''Quando chego perto desta linda menina, minhas mãos tremem. Você poderia me dizer o que isso significa? Não compreendo.''
E eu respondi, subitamente: ''É amor, meu amigo. Isso se chama amor.''
Ele apenas sorriu e foi abraçá-la.

Ser jovem é uma coisa, ser velho é outra coisa

A juventude é um estado de espírito, a velhice é um estado físico

Astral

Sou um pedaço. Um traço. Um nada
Um vazio, rascunhando em um papel sujo e velho
Sou dor, ferida. Gripe mal curada.

Sou desfalecimento de corpos
Sou cegueira. Mas, visão na escuridão
Sou o tato, olfato e saliva.

Fui em vida um cantor. Um orador
Gritei pra você. Que horror!!
Hoje sou a mortandade, desvontade, quase descontente.

Hoje sou desafeto, saudade
Sou negatividade emanando da aura
Hoje sou sozinho. Esquecido de mim.

Quem sabe eu ainda sou criança
Ou um velho eu não sei
Quem sabe eu já entrei na dança
Quem sabe eu não dancei

Quem sabe eu não saiba nada
Ou saiba tudo que eu não sei
Quem sabe a hora está errada
Ou há horas já errei

Talvez eu deixe você escolher
Quem saiba eu ainda perca por aqui
Às vezes quero tudo que sonhei
Às vezes o que eu quero é desistir

Pedaços de papel rasgado
Em cima da mesa de um bar
Não fume, não beba, não viva,
Não pense em sonhar

Pedaços de um coração partido
Em frente a varias cartas de amor
Não chore, não ligue, não volte,
Não ouse me amar

Milhas e milhas eu fui percorrer
Por milhas eu não soube aonde ir
Às vezes não espero me encontrar
Talvez um dia eu te encontre por aí

Talvez eu deixe você escolher
Quem saiba eu me perca por aqui
Às vezes quero tudo que sonhei
Às vezes o que eu quero é desistir

Milhas e milhas eu fui percorrer
Por milhas eu não soube aonde ir
Às vezes não espero me encontrar
Talvez um dia eu te encontre por aí

Ah! eu sinto muito blues

VELHO GOIÁS

Olha os ipês no cerrado, mais belos
Do que as da estação da chuvarada
Tão antigos, tanto mais belos, nada
mais magnificante... e tão singelos!

Os brancos, os rosas e os amarelos
Nos galhos, a cantiga da passarada
E o frágil das flores no chão arriada
É o velho Goiás nos seus paralelos

Toca o berrante, boiadeiro e boiada
Carro de boi, os seus causos e viola
Assim, assim vão todos pela estrada

No suor da terra a mão do capataz
Cidade grande e também a aldeola
É o espírito do chão do velho Goiás...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano

Luto,
Faço de mim vestimentas de silêncio,
Enterro meu velho eu,
Poupo à mim e a ti,
Não queria estar aqui,
Sobrevivo,
As margens de um eu falido,
Cigarro aceso,
Queimando a brasa,
Fazendo fumaça,
Câncer.

O mundo muda de acordo com a morte.
É quando morre o velho para nascer o novo;
com a perspectiva de novas ideias.

O conhecimento é o meu mais velho aliado, companheiro de todas as batalhas,
Minha armadura impenetrável, que permitiu-me ficar sempre de peito aberto e não temer o perigo que se opõem a mim.
Meu escudo inquebrável, que resistiu e não cedeu a rachar nem mesmo nas maiores e perigosas tempestades.
Minha espada forjada a sangue, suor e lágrimas, mesmo que muito desembainhada, não perdeu seu corte e nem seu brilho.
Minhas botas leves que sempre orientou-me a não se perder no caminho e também a não pisar em falso, evitando a minha queda.
Meu capacete, protegendo-me a cabeça incessantemente de flechas venenosas, safando-me de envenenar meus pensamentos, guardando a minha razão.

Homem "velho'
Um homem "velho" não o é visto como
um homem ,posto ao descredito por
acreditarem que não mais o seja um
beligerante ,nem se dão conta de que toda sua paz e calmaria não trata-se de
declínio corpóreo ,mas trata-se de
ascensão intelectual a um novo modo
de ver o mundo ,sem os músculos ,
sem o mal ;ele tenha conhecimento e sabedoria acumulados capaz de torna-lo
tão beligerante à transformar tudo em pó,
mas não o faz ,por ser agora conhecido
como um bom "velhinho" .

POTENCIAL DA CRIAÇÃO

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. —Provérbios 22:6
Louis Armstrong era bem conhecido por seu rosto sorridente, voz rouca, lenço branco e extraordinária habilidade no trompete. Sua infância, porém, foi cercada de privação e dor. Foi abandonado por seu pai quando era criança e enviado para um reformatório quando tinha apenas 12 anos. De maneira surpreendente, isto veio a ser um acontecimento positivo.

O professor de música Peter Davis visitava regularmente a escola e proporcionava instrução musical aos meninos. Louis logo se destacou na corneta e tornou-se o líder da banda dos garotos. Sua trajetória de vida parecia ter sido reajustada para ele se tornar um trompetista de fama internacional.

A história de Louis Armstrong pode servir de exemplo para pais cristãos. O provérbio: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6) pode ser aplicado além dos aspectos morais e espirituais das vidas de nossos filhos. Devemos também compreender que a habilidade natural de uma criança, frequentemente determinará a sua área de interesse. No caso de Louis, um pouco de treino musical resultou em um excelente trompetista.

Quando, com amor, proporcionamos as instruções divinas da Bíblia aos nossos filhos, devemos encorajá-los em seus interesses e dons para que possam se tornar tudo o que Deus planejou que fossem.

Salve uma criança, salve uma vida. Dennis Fisher