O Valor do ser Humano Rubem Alves

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Penso sim em fazer história, para ser honesto, todo o pouco que faço é no intuito de marcar o meu tempo, porém temo que tudo isso, que todo esse pouco feito venha a ter algum valor após minha morte, pois é assim que a maioria dos mártires conquistaram seu valor.

Inserida por EAndrey

Ser ético não não lhe dá a garantia ou passe livre para ser feliz"

Inserida por ajotage

eu prefiro seguir do que ser seguido..eu prefiro ser amado do que amar..eu prefiro ser seu escravo do que te ...escravisar.

Inserida por luizlulu

Tem gente que só nascendo de novo pra ser uma pessoa boa, porque nessa vida aqui já virou um caso perdido!

Inserida por VivianeSJ

A canhota para destros

Um gol perdido pelo capricho da perna destra pode ser um desastre cômico, mesmo para aqueles que possuem total concentração no pé direito. Driblar com a perna direita, trazendo pra dentro, arriscando um arremate com a mesma pode não parecer, mas é inviável - salvo por exceções. Mesmo assim o momento nos força a acreditar que é chutando de canhota que as coisas se complicam. E o risco de, numa situação dessas, bater com a destra, é uma “trivela inversa” - sei que o termo produz uma imagem desengonçada - que, pelo desequilíbrio induzido pelo curso livre da bola, após uma matada ou percurso indefinido, não chega a ser chute mascado ou espirrado, e vou comparar com uma desculpa da sinuca: faltou giz no taco. Como diria um conhecido narrador esportivo em seu comentário: "que beleza!"

Jogar com as duas pernas pode parecer um paradoxo. O jogador cresceu chutando com aquela perna direita, com a qual se sentiu mais à vontade para bater no gol, driblar, tomar a bola do adversário, fazer um passe. Criou uma perna viciada e, em momentos, descontrolada e alienada, egoísta; e com uma personalidade forte mas, nem por isso, livre do castigo da desatenção, que leva ao erro. Porque, ao passar do tempo é como se não lhe fosse permitido atuar com as duas, ou então, uma proeza para os craques (como muito se fala, para não dizer para poucos), ou mesmo que não sejam considerados craques, para pessoas que nasceram com uma habilidade especial, um dom: ser ambidestro. Criou-se um mito em torno do ambidestro, na proporção “8 ou 80”, que permeia o imaginário futebolístico. Por isso, esquece-se com frequência da natureza da perna esquerda; ela é preterida, mas pode ser tão surpreendentemente extraordinária e potente na mesma medida, que pode até apresentar um resultado superior ao comumente obtido pela destra. Fato que faz com que nem mesmo o autor do chute acredite no feito.

Embora nos apeguemos à simetria, ou seja, uma perna “igual” à outra, - pelo menos aparente, poupe-me da necessidade dos detalhes - de forma oposta, não há como negar que possuem mentalidades diferentes (ou pelo menos é a hipótese que sugiro - estranhas uma à outra). Quem nunca experimentou escrever com a mão esquerda, ou até mesmo, viu-se forçado a isso por alguma circunstância do destino ou do acaso? Em um primeiro momento é uma sensação desconfortante, comparável a andar em um ambiente escuro, desconhecido. Parece tudo ao contrário, se desenvolve para o outro lado, a caligrafia por mais que se tente com esmero, não se compara à escrita destra - atente que meu ponto de vista é o de um destro. Portanto, praticar a escrita com a mão esquerda é algo que se faz quando não se tem o que fazer (em situações muito isoladas, e é uma prática que ao passar do tempo é deixada de lado na medida em que o sujeito amadurece). E, em situações que exigem alta concentração, praticidade, agilidade e excelência, não é a esquerda que entra em ação, é a destra. E a perna canhota, partindo desta análise subjetiva dos membros superiores, pelo histórico do jogador de estar habituado a bater de direita, passa despercebida, esquecida. É como se o jogador, em seu imaginário, acreditasse que não há opção, se não bater de direita. Para o destro nato, bater de canhota não chega a ser considerada nem como última alternativa na maioria dos casos.

Por fim, a favor da canhota, há de se ressaltar o seguinte: imprevisibilidade. Aquele que ousa chutar com as duas pernas, entendendo a maneira como os pés buscam estratégias para bater na bola, torna difícil a reação do adversário quando esse exerce marcação, que tende, inconscientemente, a focá-la prevendo o chute com uma das pernas (a destra). Você já ouviu aquele ditado: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Pois, transpondo para o nosso texto, num “insight” futebolístico (me permito escrever): ele não sabia que era possível bater de canhota, foi lá e (não só bateu) fez um golaço.

Inserida por Klaesius

O melhor de ser tornar anônimo é poder ir onde se quer, inventar e até mesmo conseguir o que se quer.
É o mistério o segundo segredo e ainda existem outros.

Inserida por botaodeflor

Ser feliz é conseguir ver seu próximo feliz sem ficar triste ou com inveja....

Inserida por annahsantos

O pôr do Sol pode até ser o fim de um dia, mas é também o começo de uma noite!

Inserida por CarlinhosSilva

Ser fraco é amar com todas as forças que se tem, mesmo que ainda insuficiente.

Inserida por rogerlima

Mas não esqueça que o seu coração está onde está o seu tesouro. E que seu tesouro precisa ser encontrado, para que tudo isto que você descobriu no caminho possa fazer sentido.

Paulo Coelho
Coelho, P. O Alquimista. Rio de Janeiro: Rocco. 1990.
Inserida por pensador

Todo mundo quer ter filhos bons, mas ninguém quer ser bons pais.

Inserida por SidAguiar

Não precisamos ser marcantes e sim inesquecíveis na vida das pessoas.

Inserida por SidAguiar

O objetivo de todo professor é ser superado pelos seus alunos.

Inserida por furusho

O mundo se transformou em um caos porque as pessoas querem TER e não SER, iludidas por coisas tangíveis em um universo de superioridades intangíveis (inclusive tendo o criador como uma delas).

Inserida por PablodePaulaBravin

Detesto essa vontade de ser alguém que nunca fui de verdade. Na verdade, detesto passar vontade.

Inserida por Anoar

Liberdade é saber que não existe dever. O único dever do homem é ser livre...

Inserida por renatogaia

Dizem que o amor é cego.
Mas também deve ser surdo, mudo e ainda por cima deve estar faltando membros.

Inserida por guriabranca

O que é o amor?

O amor não é para ser desvendado, é para ser vivido. Digo isso porque todas as vezes que peço uma definição de amor, todos, na tentativa de dizer algo esplendido, mas que se pareça o máximo com alguma experiência própria, me metralham conceitos parecidos, porém cada qual com suas especificidades.
O espirito amante se abrasa ditando um lindo ensaio misturado, comparando o amor com algo vivido que, infelizmente, perde a firmeza, sempre que falta uma ou duas características. Quando o amor erra... Desculpa... O amor não é perfeito. Então eu pergunto: o amor é fiel? Tudo suporta? Não acaba? Você já amou? Respostas: Inconclusivas.
Nestas narrativas divergentes, já ouvi um “era amor” e “quase amor” e ainda “acho que era amor” e até “pensei que era amor”. Amor e duvida combinam?
Cada alguém ama como quer e por isso não dar para juntar todos os conceitos, pois haveria um confronto de interesses. O amor na sua ausência de culpa e na indulgencia da sua paixão, na verdade, é uma boa desculpa para a gente viver longas ou curtas aventuras eternas. Se perfeitas, não, nem tanto assim, mas que duram até a eternidade daquele instante único.

Inserida por salatielgualter

Ser só já virou rotina. Eu acordo só, durmo só, ando só, e também amo só. Amo quem não sabe que existo, amo quem se quer sonha de meu amor. Sou culpado por ser só, mas sobreviverei.

Inserida por abraaomoura

A beleza maior só pode ser vista no sorriso amarelo de uma criança sincera .

Inserida por RonaldoDavid