O Valor do ser Humano Rubem Alves
Não me venham com a desculpa clássica de que “errar é humano”. Tudo bem que errar, de fato, é humano. Mas as justificativas simplórias não fazem jus à condição humana. Desrespeitam a inteligência.
Já com relação ao desenvolvimento humano – que não caminha necessariamente aliado ao desenvolvimento econômico – a minha sugestão consiste na mera observação da forma com a qual uma sociedade (seja ela um pequeno núcleo familiar, um condomínio, uma rua, um bairro, um município, um estado ou um país inteiro) lida com aqueles que são mais fracos, respectivamente: as crianças, os enfermos e os velhos; como são cuidados; como são acalentados. E, nesse quesito, o Poder Público brasileiro representa o que existe de mais retrógrado em direitos humanos e cidadania, demonstrando profunda indiferença ao próximo.
Só há desenvolvimento humano e mudança de comportamento quando se tem humildade para aceitar as correções de rota.
Convivência Sei que conviver comigo não é uma tarefa fácil, muito menos tranquila; Hora um fala, hora outro, hora falamos juntos embora não aja alteração na voz, terás que sentir a força das palavras pois somos três em um. Mas isto não é uma tarefa impossível, sim difícil; Se fosse humano sentiria medo; Mas ainda assim me aproximaria; Sei que esta convivência é aterrorizante é assustador; Talvez desejasse a morte; Ela também está comigo; Então enfim enfrentaria meus medos; “ Talvez “ assim eu viva.
Os Homens do Cosmos, provenientes do Universo, andam esquecidos da promessa feita ao Criador.
Que é:
Humanizar-se de fato praticando o céu primordial na terra que é o Amor!
Ou...
A excelência de Amar.
Estamos no meio
Não se pode começar sem dizer algo que faça sentido assim como não se pode acabar sem que o sentido retorne ao inicio de uma reflexão.Vemos que toda história, conto, fato ou uma simples frase não tem inicio nem fim, todas as crônicas, bibliografias e tudo o que está por vir são meios de uma narrativa sem começo mas que aguarda um final que talvez nunca chegue... "A nossa historia não é um filme que assistimos na semana passada...", antes de te conhecer eu mesmo já tinha ido a escola e você já havia beijado seu primeiro amor. Na roda da existência não se pode prever inícios e quem nos dera saber o final, estamos apenas compondo algo que vem sendo juntado, usado e jogado. Mesmo que tenha inicio para você, pode ser o fim na vida de outra pessoa; o divisor de águas para um qualquer e por que não acreditar que o combustível para qualquer um.
"O aprimoramento profissional exige estarmos em constante revisão de nossos conceitos, sobretudo na área do direito em que o dinamismo das relações sociais nos põe a prova de novos desafios a todo instante.
Nada obstante, sempre guardei comigo a percepção de que é preciso estudarmos também sobre a natureza humana, a filosofia e as artes, porquanto as ciências jurídicas cuidam de pessoas e suas relações sociais, e não há como atuar de forma completa esquecendo-se desse mister, antes de ser profissional, cuide-se para ser, sobretudo, humano."
A pior situação na vida de um humano, é a desobediência da ordem natural da vida estabelecida pelo Criador. Síndrome de Peter Pan, é uma delas. Quem não cresce, perde a oportunidade, de se tornar um humano completo!
A Psicologia ajuda a encontrar e posicionar peças do grande quebra-cabeça da vida: O INTERIOR HUMANO
PORQUÊ JESUS CRISTO ORAVA ATÉ LIBERTAR UM SUOR SEMELHANTE À SANGUE?
Porque não queria que o seu Corpo passasse pela corrupção, deterioração ou apodrecimento.
Quando uma Pessoa morre, o Corpo corrompe-se, deteriora-se ou apodrece e é consumido por bactérias e vermes até à inexistência.
Essa é a péssima humilhação, de todas as humilhações que uma Pessoa pode passar!
Assim, Jesus Cristo orava, até libertar um suor semelhante à sangue, não por temer a dor do chicote ou da crucificação nem por temer a morte, mas por temer essa péssima humilhação que os Homens do Planeta Terra estão sujeitos devido à sua ignorância e desobediência às normas divinas!
Jesus Cristo orava para que fosse ressuscitado depois de morrer, de modo que o seu Corpo não passasse pela corrupção ou apodrecimento nem desaparecesse sendo consumido por bactérias e vermes!
A corrupção ou o apodrecimento e desaparecimento do Corpo após a morte é a péssima humilhação da humanidade terrestre resultante da sua ignorância e desobediência a Vontade do Supremo Criador! Jesus Cristo não quis e não passou por essa terrível HUMILHAÇÃO!
A educação verdadeiramente efetiva é aquela que transforma, não para a sociedade, mas para a humanidade, pois o ser social pode atender aos interesses da sociedade que o formou, mas isso não assegura que o mesmo seja socialmente humano.
“O nitrogênio em nosso DNA, o cálcio em nossos dentes, o ferro em nosso sangue, o carbono em nossas tortas de maçã... Foram feitos no interior de estrelas em colapso, agora mortas há muito tempo. Nós somos poeira das estrelas”(Carl Sagan)
Creio que este trecho de Carl Sagan tem algo de sagrado em sua mensagem implícita, pois nos lembra que não somos uma realidade apartada e distinta do Universo, mas sim que somos o próprio Universo, e guardamos em nós toda a grandeza universal e o brilho de lucidez que é inerente a essa grandeza, ainda que a maioria de nós prefira recolher- se à segurança e insignificância do “humano”, chafurdando no erro e no engano. Explico-me: se mais da metade de nossos corpos é composta por água, e sendo a formula da agua H2O, dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, significa que a maior parte de nosso corpo é formada por hidrogênio, a mesma substância que compõe o Sol e as demais estrelas. De certa forma, somos todos pequenos sóis, somos todos feitos de matéria solar, somos todos luz. Extrapolando esse entendimento, somos feitos das mesmas substâncias que compõe as estrelas, os planetas, os cometas e os asteroides, cada um de nós é uma pequena porção de Universo estruturada em carne, ossos e sangue, ao longo de milhões de anos de evolução; na nossa finitude carnal, somos todos herdeiros efêmeros do Infinito e da Eternidade; somos todos acordes momentâneos da sinfonia universal, sem começo e sem final. Apenas esse simples raciocínio é suficiente para que todo humano considere a si mesmo como um eleito único, responsável e intendente de uma parte da criação infinita onde residem, momentaneamente, nossa consciência e individualidade; cada um de nós recebeu governança sobre uma fração minúscula do Universo para exercer sobre essa fração os dons da Criação, para dar continuidade ao movimento universal que impele fluxos de energia e matéria em contínuos processos de combinação, diversidade e unidade. Em nossos universos pessoais, somos responsáveis pelos movimentos de nossos sentimentos, pensamentos e emoções sobre os outros e sobre nós mesmos. Observando a dinâmica universal, percebemos que há ordem, movimento e equilíbrio no movimento dos astros, que se organizam em uma sincronia perfeita de orbitas, rotações e trajetórias, mas poucas vezes se vê essa dinâmica se reproduzindo nos universos individuais que somos todos nós que, quase sempre, são preenchidos com dúvida, suspeitas e incertezas sobre nós mesmos e sobre os outros. Preferimos quase sempre nos definir como “humanos”, que seriam seres contraditórios por natureza, com corações e mentes feitos de amor e de sombras, crentes que somos os escolhidos para reinar sobre o planeta, consumindo-o até o limite da Natureza e guerreando uns contra os outros por ideologias, crenças e filosofias de vida que deveriam nos elevar acima da condição de homens-fera. Longe de exercer os dons da criação, muitos “humanos” sofrem com medo, ganância, egoísmo e vaidade, desenvolvendo apetites antinaturais para amenizar a dor existencial em que estão imersos, pouco importando se para isso irão privar o próximo de sua dignidade, autoestima, moradia ou alimento. Os assim intitulados “humanos” seriam criaturas infelizes, destinados a serem vítimas dessa natureza contraditória, calcinados em um holocausto nuclear, não sem antes massas famintas e enfermiças disputarem as últimas migalhas de pão e as últimas gotas de água sobre um planeta nu, dilapidado e moribundo. Chegado é o tempo em que o “humano”, assim definido, deve ser substituído pelo “universal” pois, a partir do momento em que cada homem se reconhecer como uma fração do universo infinito e eterno, não sentirá medo, pois saberá que ele mesmo é um ciclo sem começo e sem final; não sentirá ganância, pois saberá que nunca haverá ausência ou excesso do seu sustento; não sentirá egoísmo, pois reconhecerá no próximo a continuidade de seu universo pessoal e do Grande Todo; e não sentirá vaidade, pois será parte de toda a imponência e perfeição universais, tendo o brilho da criação em cada gesto e palavra. Que possamos na medida de nosso limitado entendimento apreender essa lição e, no tempo de nossa evolução, reconhecer que todos somos luz, e que essa luz ilumine cada canto obscuro do “humano”, extinguindo todos os nossos tédios, ódios, angústias e culpas.
O choro não te faz fraco, frágil; te faz terno, sensível, empático, solidário, aí está a fortaleza humana.
-Assim como um corpo humano precisa de uma junção de células compatíveis para executar determinada tarefa, também e assim o relacionamento das pessoas se não esforçasse a melhorar para que sua junção seja com "células" compatíveis jamais construirá relacionamentos fortes para que possa construir grandes coisas, nunca sairá da onde está, ricos andam com ricos, pobres com pobres, e assim por diante.
