O Valor do ser Humano Rubem Alves
O PLANO SER HUMANO FALHOU
Por Nilo Deyson
Olá, amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Muitas de nossas crianças um dia dirão: por qual real motivo os homens estão em guerra?
A medida que avançamos em tecnologia e na investigação da ciência, o homem se perde sem entender como isso acontece.
A filosofia poderia debater a felicidade e a vida, no entanto, ainda que exista o debate a respeito da felicidade e da vida na linha do pensamento filosófico, não mudaria muita coisa, senão para uns e outros que absorvem o conhecimento e vivem a partir dele !
O homem falhou e falhou muito desde sempre.
As guerras no mundo por exemplo, acontecem por causa da ganância pelo poder, por inconsciência e falta de inteligência emocional.
O homem aprendeu um pouco de tudo, aprendeu a desenvolver tecnologia, avançou e continua avançando nas ciências, porém, no campo das emoções o homem falhou.
Desde a vida nas escolas, o homem é formado como um robô profissional para o mercado de trabalho, porém, não aprendeu a dominar suas emoções e seus impulsos.
Nós falhamos como seres humanos, em toda terra se vê homens fanáticos e pragmáticos, onde o diálogo é moeda de interesses nas camadas elevadas das Nações.
A filosofia pode entrar com uma flechada sobre tudo que estiver sobre a mesa, no entanto, poucos serão libertados da inconsciência.
As paixões aprisionam os homens, e a cada novo tempo é raro encontrar homens livres e em perfeita paz, na imparcialidade, na neutralidade e no amor pela vida, que respeite seu próximo independente de quaisquer pensamento contrário.
Estamos longe de sermos civilizados, ainda que se diga que não se deve generalizar, ainda assim, somos seres humanos, e falhamos no campo da vida.
Nossos olhos como vêem o mundo?
Nossos conceitos ferem alguém?
Nossas verdades são absolutas?
Nossos pensamentos são bons?
Reflita e repare os males que um dia talvez causamos na vida de alguém, uma palavra, uma atitude, e tudo encima da emoção.
Enfim, para finalizar, penso que é preciso construir uma nova sociedade a partir do treinamento do desenvolvimento da inteligência emocional, aquela que faz com que o ser humano use a consciência em momentos de conflitos e medos ao invés de usar o ódio e a inconsciência nas tomadas de decisão.
É preciso dialogar, buscar conhecimento de si mesmo, aprender como fazer para todos nós sermos seres humanos melhores e com amor pelo próximo, independente do pensamento político, religioso e por aí vai...
Viver a vida como um espetáculo que acontece uma vez a cada segundo, e a cada segundo tudo termina no agora.
Se hoje Nietzsche, Sêneca, Schopensrauer, Epicuro, Marco Aurélio, Descartes, Voltaire, Marx, Freud entre outros filósofos estivessem vivos debatendo o tema, teríamos várias teorias filosóficas para resolver a questão do ser humano, porém, enquanto não houver o despertar da consciência da real natureza, o homem está perpetuado a fazer o mau, isso de tempo em tempo.
É importante o debate, a discussão filosófica, pois a filosofia é a única fonte de conhecimento preparada para os conflitos da humanidade no sentido educativo e provocativo.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
O ser humano é uma máquina de acreditar em constante atividade na linha de produção da fábrica chamada sociedade
O ser humano, somente por si, não tem novidade de vida, sempre se repete e se copia. Só Jesus muda isso como verdade de vida nova.
A luta pela recuperação do ser humano é extremamente necessária, o grande desafio é descobrir a cura para o preconceito.
Eu não tenho dó de nenhum ser humano, todos somos vencedores por essência, somos filhos de um Deus todo poderoso, tem pessoas que ainda não se deram conta disso, da grandeza que elas mesmas possuem e nada nem ninguém pode tirar, estou nesta Terra só pra orientar e tentar ajudar as pessoas à enxergarem esse caminho.
Somos todos vencedores e as cicatrizes são só para nos deixar mais fortes.
Pessoas
Complexo
Perfeito
Ser humano
Imperfeito
Algumas pessoas passaran pela minha vida.
Algumas me deram a luz e outras me tiraram.
Algumas me apoiaram.
Me apoiaram até sem saber e apoiaram muito.
Algumas me fizeram de apoio também, tapa buraco.
Brinquedo, sapato, tapete, pedestal.
Algumas pessoas me botaram no chão.
Me fizeram de chão.
Me tiraram o chão.
E ainda assim eu não perdi a linha.
Algumas pessoas foram o meu caminho.
Meu norte, minha direção.
Me abriram os olhos, a mente, o coração.
Algumas delas me fizeram entrar no barco.
Algumas delas me abandonaram lá dentro.
Outras me encorajaram a pular do barco.
E dessa vez, quem abandou alguém fui eu.
Alguém me ensinou a nadar.
A caminhar.
A correr.
A sobreviver.
Alguém me ensinou a viver.
Sonhar.
Voar.
Aprendi a olhar nos olhos.
Aprendi a olhar para trás.
E para o futuro.
Aprendi o que são os seres humanos.
E então percebi que tenho sempre as duas mãos estendidas em direções opostas.
Enquanto puxo algumas dessas pessoas para frente, as outras estão me puxando também.
O quanto o Ser humano acredita que é feliz, ele o é. A felicidade é determinada por ele, que pode contornar o percurso para facilitar sua felicidade ou dificultá-lo tornando infeliz.
Um pequeno conto.
Certa vez alguém perguntou ao mestre: Mestre por que o ser humano sofre tanto?
O mestre respondeu: O ser humano sofre pelas dúvidas e pelas certezas que possui. Sofre pelo controle das coisas que tem e que não tem. Sofre por sonhar e ter pesadelos. Sofre por amar e odiar. Enfim sofre pela dicotomia presente em sua vida.
Então o discípulo perguntou: Mas, o que pode o ser humano fazer para então, sofrer menos, já que a dualidade das coisas se faz presente em nosso ser?
Muito simples, disse o Mestre: "Aceite"
E continuou. Aceite as coisas com são. Aceite que as coisas são mutáveis, aceite a transformação do tempo, aceite a transformação das pessoas. Entenda que a cada momento acrescentamos uma experiência a mais em nossa vida. Tudo se renova, você já não é a mesma pessoa de segundos atrás.
Ora, perguntou o discípulo: Mas, se eu aceitar as coisas como são, devo aceitar também as coisas ruins? Não seria uma ação passiva demais ante há um problema?
O mestre lhe respondeu: A aceitação lhe trará compreensão. Se você aceitar que o ser humano possui falhas, isso é um sinal de que você conseguiu enxergar as fraquezas e as reconheceu, compreender isso lhe impulsiona para a busca de um resultado melhor para si mesmo.
E continuou. Imagine uma pessoa que busca algo e não consegue. Isso abrirá vários caminhos, a pessoa pode escolher sofrer pelo acontecido, se recolher em sua inação, culpar as pessoas pelo seu infortúnio, culpar a si mesmo pelas suas fraquezas e acreditar que não é capaz. Ora, se você se encher desses sentimentos, logo, eles estarão em primeiro plano.
Por sermos seres dicotômicos o bem deve vir antes do mal, o esforço deve vir antes do fracasso, a virtude deve vir antes do vício. Aceite que há coisas ruins, aprenda com elas, mas, que as coisas boas, sejam sempre a primeira linha de seu caderno da vida. Aceite que você não tem um controle total e efetivo de sua vida, pois você sofre a cada momento influências diversas, mas, ainda assim, você pode controlar o resultado que aquilo ocasiona em você. Se alguém lhe maltrata, adiantará você nutrir ódio por aquela pessoa? Teu ódio é teu, fará mau somente a você. Aceite que essa ação lhe incomodou e procure uma solução. Se não gosta da casa que moras, mude.
O sofrimento e o ranger de dentes sempre existirão e ficarão orbitando em nossa volta, isso é um fato. Atraí--los, depende de nós.
Pense nisso.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
A vida é o único jogo que tem como finalidade tornar o ser humano um jogador que aprenda a ganhar ou perder cada partida, fase, prélio.
De tanto apertar o play, o botão da vida afundou; o ser humano está programado para combater as fases do universo, para prosseguir entre partidas vencidas ou derrotadas.
Por pior que seja a maneira como um homem morre, somente a presença de um ser humano em sofrimento é aterradora; uma vez morto, o que resta é apenas um objeto.
A viajante do tempo
Dizem que antigamente as pessoas eram mais inocentes, o mundo era melhor, balela, ser humano é o mesmo até hoje. Por exemplo, no meu tempo de criança tinham umas brincadeiras criativas mas bem violentinhas, a começar pelo papagaio, que noutros cantos chamam de pipa, em que além do conhecidos brinquedo de papel de seda confeccionado em casa eram prendidas laminas da marca Gillette na cauda que servia de leme do bicho, também no cabresto pra cortar a linha do papagaio outros, só tinha graça assim, não se contentavam feito eu em vê-lo translucido plainar no céu azul. Eu era pessimo pra empinar, ou levantar ao céu e não era hábil em fazer aquelas manobras que os outros faziam nas linhas que o impulsiona a fazer, sob seus comandos, variadas manobras de lado, pra baixo, etc... Depois a tecnologia competitiva evoluiu pra linha cerol, feita com lâmpadas florescentes picadas e cola aderidos a linha que a transformavam numa arma, um verdadeiro bisturi sobre nossas cabeças. O inventor deveria ter patenteado, ganharia um trocado bom, hoje são industrializadas, quer dizer, também ia preso. Sem falar do violentíssimo garrafão, que consistia numa garrafa desenhada no chão, em que ficava um garoto na boca do gargalo, virando-se de vez em quando, e se ele visse os outros brincantes se movendo, o primeiro deles, fosse mais rápido num golpe de vista, vindo em sua direção, o cara era linchado, mas, também se alguém chegasse antes até ele, era o contrario. Dessas brincadeiras a mais proveitosa, achava, era uma que dizia: "Senhor rei mandou dizer... " Em que um soberano de mentira ordenava seus súditos a fazerem determinadas coisa esdrúxulas, fazia parte, ai que tava a graça, como cumprimentar estranhos na rua, etc. Tinha um fator positivo o de estimular a iniciativa e o espirito de superação e a de vencer a timidez. E não se chamavam palavrão, não, diga-se de passagem, ai daquele, que era ameaçado de engolir um ovo quente, castigo aplicado no passado aos escravos rebeldes, soube depois, por acaso, um ovo cozido, fumegantes enfiado guela a dentro. Em compensação era tanta praga que o filho levava: Desgraçado, pestilento, infeliz da costa oca, da meia noite, murrinha, sua gota, sua gota serena... eram alguns deles. Vixi, quanta negatividade atirada numa criança em formação. Quando crescia ficava abestalhado, sem iniciativa, ai os pais diziam: "Não sei a quem esse menino puxou?" Puxou a tu, peste, desnaturado. E as musicas de ninar, então, musicas de acordar, melhor dizendo, isso sim! Já viu ninguém dormir com medo, assustado. "Xô, xô, pavão de cima do telhado" soubesse que o pavão era um bicho tão bonito nem me assustava, não aquele mostro que na musica aparentava, uma ave enorme, preta, em cima das telhas, arriscado a cair em mim. Outra, "Boi, boi, boi da cara preta, pega essa criança que tem medo de carreta" essa sem comentários... Oia os oião arregalado 👁️👁️! Melhor fingir que tá dormindo logo pra pararem de cantar. Sem falar no "Atirei o pau no gato, tô, tô, mas, o gato não morreu. Dona zica, cá, cá, admirou-se, se, se, do berrou, do berrou que o gato deu... " 🙀 Essa era de roda. Minha nossa! Que maldade com o bichano! Hoje da cadeia. (Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º. ... “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.) Ser humano muda só de época, é o mesmo desde o tempo de Adão.
