O Tempo e o Vento
O tempo não para
O tempo passa quase que imperceptível,
Tudo muda assim como a posição dos ventos,
Os amores já não são mais os mesmos,
As prioridades mudam e a inocência vai embora.
O que fazer para continuar criança?
Eu sei, nada, a vida não deixa.
Os problemas se acumulam e a saudade bate forte,
O tempo passa e ficamos cada vez mais sozinho...
Trocamos constantemente de trabalho,
Mudamos de casa, casamos e os filhos vem.
O tempo não para, passa na velocidade da luz
Estamos envelhecendo...
Os amigos espalhados por aí,
Alguns para nunca mais.
Só restaram as fotos amareladas
Ou as histórias contadas.
A vida é assim, deve-se vencer todos os dias.
Matar um leão de cada vez.
Sabemos que ninguém sairá vivo dessa história,
Mas enquanto vivo desistir jamais, até a vitória final.
Por quê...
Você não caminha e deixa o tempo, tocar-te,
como o vento, soando mansinho envolto de saudades.
Dizem que o tempo é o segredo, com ele a solução pra tudo diferente do vento, o tempo não para, com o tempo amadurece, mudasse. Mas é impossível voltar um instante, um momento sequer, pra mudar seja la o que for que tenha feito de errado ou simplesmente aproveitar um pouco mais um momento bom, e o vento o que tem a ver? O vento é igual o tempo impossível de parar ou de ver, com uma unica diferença, as vezes ele sopra a favor e se você souber aproveitar, ira bem mais longe esquecendo até que o tempo é seu inimigo
Deitada em minha alcova o tempo e o vento estival anuncia maná de névoas e oiro, tempo mortífero, incomoda-me o ruído inquietante de minha alma.
Mistério, sensações, luz, formas, magia, começo, meio e fim coalescente ao triunfo.
Basta o tempo
Que bata a água
Será o tempo ou o vento
Que encrespa a linha d'água
Aquela linha
Continua e reta
Que marca a pedra
Limite d'água
Alí na areia
Morna e tenrra
Pedra líquida e cheia
Seca e molhada d'água
Naquela onda
Espumada e branca
Retumba o som
Arqueia a linha d'água
Molham os pés
Depois as mãos
Quando dispersos
Atravessam a linha d'água
Inveja
Perda de tempo,
esforço a mais,
em vão,
vendavais...
ódio mudo
contramão;
vento
que derruba
ao chão.
Inveja,
luta desperdiçada
que arrebata o vigor,
impede momentos
risonhos...amor.
A inveja puxa a vida
pra trás,
deturpa, divide,
produz tormentos,
ativa a ferida,
ainda mais,
acende lamentos,
tira a paz.
As nuvens podem encobrir o sol e a lua, mas não por muito tempo, logo logo o vento vem e os torna novamente visíveis . Mesma coisa acontece com a verdade, pode ser coberta, mas não por muito tempo cedo ou mais tarde ela é revelada é questão de tempo.
As nuvens escuras encobre o sol e a lua, mas não por muito tempo, logo logo o vento vem e os torna novamente visíveis e belos...assim também são os nossos problemas eles não são para sempre logo logo passará.
Ah, palavras!
Ditas ao vento, no tempo, talvez da boca para fora...
Mas quem ouve, recebe do coração para dentro.
MAR...
...Que envolve a brisa.
Que acalma o vento
Ou faz vendaval
Leva tudo no tempo...
Mistério que traz segredos
Que faz silencio
Que canta na madrugada
Em canção renovada...
Que faz delirar
Quem nas tuas águas adentrar
Que deixa a magia
Naqueles que sabem amar...
Mar que acalma
Ondas que decora
Os desejos da vida
Ora ama ora devora...
Vento, chuva, frio. 3 elementos muito básicos para a minha criatividade e inspiração. O tempo perfeito para a interpretação de coisas místicas.
Eu queria que nosso tempo juntos se tornasse tempestade. Se tornasse um vento selvagem. Se tornasse chuva. Que se transformasse em algo grande demais para se controlado, mas poderoso demais para se escapar. Que soprasse à nossa volta, desarrumasse seus cabelos, molhasse meu rosto, nos fizesse saber que estamos vivos e juntos.
Que houvesse momentos de calma e de pausa, como em uma tempestade, e que houvesse momentos em que nossas palavras provocassem relâmpagos, mesmo que fosse apenas de um para o outro.
Macabéa
A chuva não cai
O vento não venta
O tempo não passa
O sono não chega
Venha antes que eu esqueça
Que sou algo mais do que da vida uma espera
Quando no enterro do que eu fora
Na minha hora, serei eu, enfim, estrela.
Tempo e vento
Vento lento,
Carrega os momentos,
Tempo... Só o tempo.
Dispersa o lamento
Vai o martírio,
Sufocando as circunstâncias.
Tempo que vai,
E vem...
Carregando a vida,
Percorrendo a via...
De um lado para o outro
Embalando sonhos
Distribuindo fábula
Fazendo vida...
Ser vivida.
Aguardar o tempo o seu próprio tempo.
As lembranças de outrora, são como folhas mortas no quintal da vida. Pois o vento brando do tempo aos pouco vai varrendo e levando, para as bordas do esquecimento! (Almany-07/02/2011)
Lembro de dias atrás que já fazem muito tempo,
Lembranças que vêem na velocidade do vento,
Se resumem em saudades de infinitos pensamentos.
