O Sol e o Vento
É tempo de festa
O tempo passa como o vento
Ficamos presos ao cotidiano
Como em um breve momento
Novamente já é fim de ano
Agora é tempo de alegria
É tempo de amar e perdoar
De conquistar o que gostaria
Chegou a hora de festejar
Reuna a família e celebre
Acorde feliz, pule se alegre
Que a paz possa te contagiar
Que todos tenham um feliz natal
Faça deste um fim de ano especial
É tempo de festa em todo lugar!
O vento soprara aquelas ondas
O mar refletia em luz
Um ar gelado soprava de lá
Era infinito o seu movimento
E aquela estrela, ah! Aquela estrela
Já vi tanta coisa bonita por aqui, vejo direto, e sinto também, o vento que as árvores trazem, a linda cor do céu, o desenho nas nuvens, é tudo muito lindo e tranquilo.
Sou como o vento, seguindo o caminho sem obstáculos, leve e livre, percorrendo o mundo sem amarras. Minha essência é a liberdade, e meu destino é onde quer que eu deseje estar. Não me prendo, não me limito. Fluo entre as montanhas, acaricio as folhas das árvores e danço com as ondas do mar.
Carrego em mim a força de quem não conhece barreiras. Mesmo quando me tentam conter, encontro uma forma de passar, porque sou invisível, mas poderoso. Posso ser uma brisa suave que acalma o espírito ou uma tempestade intensa que anuncia mudanças. Sou versátil, adaptável, e sempre em movimento.
Há uma beleza em minha imprevisibilidade. Posso ser o vento que sussurra segredos entre as flores ou aquele que carrega tempestades no horizonte. Trago renovação onde passo, varrendo o velho para abrir espaço para o novo. Levo comigo os sonhos, os perfumes e até mesmo as dores, espalhando tudo pelo mundo como uma lição de que nada é permanente.
Sou mensageiro do tempo, trazendo as mudanças das estações. No verão, refresco e alivio o calor. No inverno, açoito a face e convido ao abrigo. E na primavera, sou aquele que espalha as sementes da vida, garantindo que tudo continue a florescer.
Mas também sou silencioso. Muitas vezes, não me veem, apenas sentem minha presença. Uma leve brisa que toca o rosto, um assobio que passa pelas janelas, um movimento sutil nas cortinas. E mesmo assim, minha presença é inegável, como uma força constante que ninguém pode ignorar.
Não sigo regras; sigo meu próprio caminho. Posso cruzar mares e desertos, escalar montanhas ou me perder em vales. Onde há espaço, lá estou. Onde há limites, eu os atravesso. Porque sou o vento, e minha essência é a liberdade.
Assim como o vento, sou imparável. Mesmo diante dos maiores obstáculos, encontro formas de seguir em frente. Quando me tentam bloquear, eu me fortaleço. Quando me enfrentam, mostro minha força. Mas nunca perco minha leveza, porque é ela que me permite ir tão longe.
Carrego em mim o poder de transformar. Posso mover as folhas caídas de um outono melancólico ou carregar as nuvens para anunciar a chuva que a terra tanto precisa. E, ao fazer isso, deixo minha marca, mesmo que intangível, no coração do mundo.
Sou como o vento, que não se prende ao passado nem se preocupa com o futuro. Vivo o agora, o momento, a jornada. Porque para mim, o destino não importa tanto quanto o movimento. É no fluxo, no sentir, no tocar que encontro meu propósito.
Livre, forte e incessante. Sou como o vento, sempre seguindo, sempre sendo.
Mudam as folhas no sopro do vento,
ciclos se vão no correr do tempo.
Cada fim é um recomeço,
um passo à frente, um novo apreço.
No caos, a vida se refaz,
em cada curva, um pouco de paz.
Somos onda, somos corrente,
mudando sempre, eternamente.
A Parábola do Vento e do Orgulho
Um jovem passava o dia tentando impressionar os outros, mas ninguém parecia notar. Frustrado, perguntou a um sábio:
— Por que ninguém se importa?
O sábio respondeu:
— Já viu o vento tentar ser notado? Ele passa, refresca, e segue seu caminho. Não precisa de aplausos.
Naquele momento, o jovem entendeu: grandeza não está em ser visto, mas em fazer a diferença sem precisar ser notado.
Moral da parábola
A verdadeira humildade está em fazer o bem sem precisar de reconhecimento. Quando você age com propósito e sinceridade, seu impacto permanece, mesmo que ninguém esteja olhando. Quem busca atenção perde a paz; quem serve com o coração encontra significado.
Sopro do Vento
Faço o bem, ninguém vê,
Semeio luz, sem porquê.
Não busco aplausos, nem atenção,
Grande é quem serve com o coração.
O vento passa, sem se explicar,
Leva as folhas, deixa o ar.
Humildade é assim, sem pretensão,
Valor está na intenção.
Palavras faladas se perdem ao vento.Tudo o que quiser que seja lembrado eternamente deve deixar escrito no caderno,no email ou nas estrelas.Logo,se tornará eterno.
Um sentimento...
O amor é um sentimento,
Suave como uma brisa
E devastador como o vento.
Cuide da sua brisa
E fuja do furacão.
A felicidade é sua,
E ela está na palma
Das suas mãos!
Edvan Pereira "O Poeta"
Como o vento leva as chuvas de vez em quando, assim é como nosso dinheiro quando é investido em negócio vão e sem paixão.
E então o pobre louco que passou a vida correndo atras das folhas ao vento, parou e percebeu que uma folha não mudaria nada na sua vida... e decidiu seguir outro caminho...
Quero acreditar que quando vejo as flores,
sinto que Deus está sorrindo.
E quando sinto o vento lembro
que alguém disse . .
O vento é o cheiro de Deus.
EU E O SABIÁ
Nesta linda manhã,
As brisas tão suaves,
O vento sopra entre
As árvores.
Eu ouço o lindo cantar
De um belo sabiá.
Lembro de ti, amada minha,
Que um dia foste
A minha rainha.
E o vento a soprar,
Eu começo a cantar
Juntamente ao sabiá,
E em ti não mais pensar,
Pois lembranças só me fazem chorar.
Busco entre as razões
A saída pra te tirar
De vez da minha vida.
E fico a cantar,
Só EU E O SABIÁ.
Aden Brito, compositor
02.05.2014, às 10h40
Direitos reservados, Lei nº 9.610, de 19.02.1998
O Vento e o Litoral
Dois olhares tímidos, um toque sem querer,
No balé dos dias, aprenderam a viver.
Era amor tão puro, de alma e verdade,
Na inocência juvenil, a eternidade.
, estrelas no mesmo céu,
Dois corações que batiam num mesmo anel.
O tempo, cruel, quis ser o vilão,
Separou dois corpos, mas não o coração.
O vento soprou histórias, levou sorrisos,
Mas guardou memórias em recantos indecisos.
O litoral, testemunha de um pacto invisível,
Sussurrava promessas de um amor indestrutível.
Anos se passaram, vidas se reconstruíram,
Caminhos distintos, mas almas não desistiram.
Eis que o destino, com sua dança caprichosa,
Fez o reencontro de forma tão milagrosa.
No brilho dos olhos, o passado reviveu,
A chama adormecida jamais se perdeu.
O abraço selou o que o tempo tentou apagar,
Um amor que nasceu para nunca terminar.
E ao som de "Vento no Litoral",
O casal reviveu o início do final.
Não eram mais jovens, mas o amor era inteiro,
Como se o tempo fosse apenas um passageiro.
, enfim, compreenderam,
Que o verdadeiro amor nunca se encerra.
É raiz que resiste à ventania,
É mar que se encontra com a poesia.
A esperança pulsa forte ...Mais do que se pode pensar...esta no sopro do vento...Esta num simples sonhar...Mas não procure no tempo ...Pois lá não se pode achar ...Procure sempre por dentro ...Que um tesouro irá encontrar...O que importa no amanhã?. ..Se o sonho de amor esta sendo vivido no presente...Se sua doce presença. faz o coração pulsar...Se traz vida para o corpo desse sonhador ...
Canções ao vento...
Notas musicais ...
Sons do coração...
sabes o quanto és amado...
Espelho a te apontar coisas...
Deixe as estrelas dizerem
O quanto és importante...
Pegue seu rumo e caminhe ...
As margens calmas de um rio ..
Frequente em seu ritmo ...
E forte em seu querer...
Não deixe seu coração perder a fé ....
O amanhecer sempre trará ..
O alimento ...que fará seu sorriso brotar...
E diante da tempestade repouse ...
Se não houver arco-íris ...Pinte o seu ..
