O Recomeço é Dificil

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Roubar palavras é fácil. O difícil é ter alma pra senti-las e coragem pra escrevê-las.


Janice F. Rocha

Falar do que a gente vive é fácil. Difícil é ter sensibilidade pra perceber que nem sempre estamos bem.

⁠Confundir Grosseria com Franqueza é muito fácil, difícil é convencer o outro a aceitar a agressão deliberada.


E essa confusão caprichosa nada mais é do que um atalho tentador para quem não quer atravessar o terreno da responsabilidade.


A franqueza exige compromisso com a verdade e com o outro; a grosseria se basta no impacto e se esconde atrás da desculpa da “sinceridade”.


É fácil chamar de honestidade aquilo que foi cuidadosamente temperado para ferir.


Difícil é sustentar que agressão deliberada seja virtude — ainda mais quando se exige do ferido maturidade, compreensão ou o famoso “jogo de cintura”.


A franqueza jamais precisa levantar a mão para se fazer ouvir.


Quem precisa subir o tom para sustentar uma ideia, não tem ideia alguma para sustentar — mas caprichos.


Quando a palavra nasce para machucar e não para esclarecer, já não é verdade: é descarga.


E não, não cabe ao agredido aprender a aceitar o golpe para que o agressor se sinta autêntico.


Isso não é franqueza…


É grosseria pedindo absolvição.


Num mundo onde quase tudo se confunde, qualquer um pode confundir Grosseria com Franqueza, mas não esperar que ela flerte com a minha misericórdia.


Para as ofensas deliberadas, talvez só a Deus caiba o perdão…


Quem vive tentando ser mais humano também cansa!

⁠Às vezes é muito mais difícil lidar com o barulho do estresse do doente do que com o barulho da própria doença.


A doença quase sempre fala baixo, quase em sussurros, enquanto o estresse aprende a gritar.


Grita no medo, na impaciência, na ansiedade que ocupa cada espaço do dia.


O corpo até tenta se adaptar à dor, aos limites, ao tratamento — mas a mente, inquieta, faz mais ruído do que os próprios sintomas.


Lidar com a doença é enfrentar o que é concreto; lidar com o estresse é navegar no invisível, no cansaço emocional que não aparece nos exames.


Talvez por isso doa muito mais.


Porque a doença pede cuidado, mas o estresse pede escuta, acolhimento e tempo — coisas raras quando tudo parece mais urgente.


Silenciar esse barulho interno não é negar a realidade, é aprender a respirar dentro dela.


E, às vezes, é nesse silêncio ainda possível que começa a verdadeira cura.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


Porque nenhuma multidão é dominada de uma só vez.


Primeiro, conquistam-se as vozes mais potentes, as mentes mais influentes, os que falam com facilidade e pensam com preguiça.


Compra-se a opinião de alguns e, pouco a pouco, ela passa a parecer a verdade que muitos gostariam que fosse.


Ideias alugadas raramente chegam com contrato visível.


Elas se disfarçam de pertencimento, de urgência, de causa nobre ou de solução fácil.


E quando parte do povo passa a repetir convicções que nunca questionou, talvez já não perceba que deixou de ser dono dos próprios pensamentos.


Há quem venda a consciência por conveniência, há quem a entregue por medo, e há quem a troque pela confortável sensação de fazer parte do coro.


Mas toda mente que abdica do esforço de pensar por conta própria torna-se terreno fértil para quem deseja governar sem diálogo, conduzir sem explicar e dividir para melhor controlar.


Pensar exige coragem.


Questionar exige disposição para, às vezes, caminhar sozinho.


Afastar-se da famigerada mamada.


Por isso, manter a própria cabeça livre talvez seja um dos atos mais silenciosos — e mais revolucionários — que alguém pode praticar.


No fim, não são as ideias impostas que transformam uma sociedade, mas aquelas que nascem do encontro honesto entre consciência, reflexão e responsabilidade.


Porque quem preserva a própria mente, não apenas protege a si mesmo, mas ajuda a impedir que o pensamento coletivo seja transformado em propriedade de poucos.

⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


E comprar cabeças não exige dinheiro em espécie.


Exige, antes, acessos…


Acesso às emoções, aos medos mais íntimos, às esperanças mais frágeis…


Exige repetição até que a mentira soe familiar, e familiaridade até que a dúvida se torne desconfortável.


Aos poucos, não se impõe uma ideia — planta-se.


E, como toda semente, ela cresce melhor quando o terreno já foi preparado.


A compra de algumas consciências inaugura o ciclo.


São vozes estratégicas, rostos confiáveis, figuras que inspiram pertencimento, quiçá instrumentalização da fé religiosa.


Elas funcionam como pontes: ligam o estranho ao aceitável, o absurdo ao plausível.


Quando essas vozes falam, não parece imposição; parece consenso.


E é aí que o aluguel começa — quando pensar por conta própria passa a ser mais difícil do que repetir.


Nenhuma mente é tomada de uma vez.


O processo é gradual, quase imperceptível.


Pequenas concessões aqui, uma simplificação ali, uma narrativa conveniente acolá.


De repente, o que antes causava estranhamento passa a ser defendido com fervor.


E o que era questionamento vira ameaça.


Mas talvez o ponto mais inquietante não seja o ato de comprar algumas cabeças — e sim o silêncio das demais.


Porque onde há ausência de reflexão, há espaço de sobra para a ocupação.


E onde há medo de discordar, o aluguel se renova automaticamente.


No fim, não se trata apenas de quem compra ou de quem aluga.


Trata-se de quem resiste a vender — e, mais ainda, de quem insiste em pensar com a própria cabeça.

⁠A paz é um bem que não há dinheiro que pague e quando se perde é muito difícil de se reconquistar.
Quem vive em paz tem por dever moral em estender a mão para quem quer conquistar a paz.

"Ser é mais difícil do que parecer, pois a aparência exige aplauso, enquanto a essência exige verdade."

Hoje, num mundo onde o mocinho e bandido se confundem; onde é difícil saber que é a mamãe e quem é o papai; onde a narrativa se julga soberana diante da verdade; onde a máquina já pensa e, não duvido, já sonhe; eis um perplexo veterano com a pecha de ultrapassado, com todas as loucuras da modernidade, declara e afirma para todo sempre que: eu acredito no amor.

“Descansar a mente é difícil quando ela está constantemente ocupada com o ciclo de monitorar desempenho e evitar erros.”

Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

Eu não sou difícil, eu sou uma edição limitada e o manual de instruções veio em outra língua.


SerLucia Reflexoes

Às vezes parece que o mundo, parece ficar contra nós, e é difícil entender... não faz lógica. Parece que cada passo que a gente dá, algo tenta puxar o tapete. A cabeça ferve, o cansaço bate e a gente se pergunta por que as coisas precisam ser tão pesadas às vezes.
Mas aí, no meio dessa falta de lógica, eu olho para você. E percebo que, se o mundo lá fora está uma guerra, aqui dentro a gente tenta ter paz, a lógica deixa de ser sobre as contas, os problemas ou as lutas, e passa a ser sobre a gente.
A gente é o que faz sentido quando nada mais faz. É no seu olhar, no nosso vomos juntos, que eu encontro o motivo para levantar amanhã e tentar de novo. Porque o mundo pode até estar contra, mas enquanto a gente estiver um pelo outro, ele não vence.


DeBrunoParaCarla

Acumular coisas é fácil difícil é levar paz no coração quando tudo acaba.


DeBrunoParaCarla

​A vida pode ser difícil lá fora, mas aqui dentro, com você, tudo fica mais leve.
​O melhor plano para o futuro é continuar do seu lado, vivendo um dia de cada vez.


DeBrunoParaCarla

Difícil viver com o peito em guerra, com o coração em cacos e em meio a espinhos, sem descanso, como se o mundo inteiro fosse pedra e cada passo fosse um cansaço.


É caminhar na tempestade mesmo sob um céu limpo e azul.
É gritar por dentro em silêncio rouco e doloroso e ainda assim ter que sorrir.

Ser literal e expressar em palavras aquilo que você pensa e sente é difícil demais… ainda mais quando alguém lê. Não é fácil, principalmente quando são pessoas que talvez nunca vão entender o que você quis transmitir.

Julgar é fácil. Difícil mesmo é entender ou pelo menos querer entender as palavras de alguém. Vivemos em um mundo banal, onde muitos estão vazios e buscam apenas aprovação pelo que aparentam ser, e não pelo que realmente são.

Hoje, no contemporâneo dentro do grande baile de mascaras, das grandes cidades é muito difícil saber, sobre onde ficam os locais e quais são as mais apropriadas circularização. Da mesma forma, saber quais são os melhores e indolores, sentimentos sustentáveis.

..Seria muito difícil pra alguém entender,
mas a menina sofria ao ver seu amor sofrendo. Então ela decidiu, ela pediu com todas as forças a Deus que Ele trocasse as lágrimas daquele amor pelo seu próprio sorriso, e o Senhor te deu de bônus um coração mais forte, porque a menina não imaginava o quanto essa missão seria tão difícil..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

É cada vez mais difícil viver em um mundo onde só eu penso...

Inserida por LLSantos