O que Passou Passou
Agora livre sou, Cristo me libertou
Agora eu posso cantar, aquela dor que eu tinha já passou
É uma nova história, Ele me deu vitória
Eu vou seguindo com fé
Eu sei, no fim vamos se ver na Glória Pedro Victor Stecca / Estevao Lino / Ivair
Feliz família.
"O tempo passou...
E, agora procuro...
Cadê meu pai? - partiu!
Cadê minha mãe? - partiu!
Cadê meus irmãos? não sei!
Cadê os gozos de família?
- se foram...
-Oportunidades tidas e agora as percebo perdidas...
Fui! - cuidado você, prá não ser...
-Feliz família à todos!"
☆Haredita Angel
-E eu, não tenho tempo para arrependimentos...
O que passou, passou!
O que está perdido, vai ficar perdido no planeta do "Para sempre".
-Tudo foi um sonho...um sonho de amor!
Haredita Angel
22.10.23
... o tempo
das licenciosidade plurais, passou...
Logo, da sóbria relevância e
singularidade do 'Eu' sinalizando
o caminho do necessário - respaldado,
sobretudo, pelo mais vertical
dos fundamentos:
a Verdade!
Desde que a FIFA passou a pensar com os pés, a torcida com as cabeças dos outros, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.
Talvez o problema nunca tenha sido exatamente o futebol, mas o que fizemos dele.
Um jogo que nasceu como expressão espontânea de corpo, inteligência e improviso foi sendo lentamente capturado por interesses que preferem o automático ao criativo, o previsível ao genial.
Pensar com os pés, nesse contexto, deixou de ser metáfora poética da habilidade e virou sintoma de uma inversão: decisões tomadas longe do campo, desconectadas da essência do jogo.
A torcida, por sua vez, que antes era extensão pulsante da arquibancada, passou a reproduzir discursos prontos, terceirizando até suas próprias emoções.
Já não se vibra apenas pelo que se vê, mas pelo que se manda sentir.
E quando a emoção deixa de ser autêntica, ela facilmente se transforma em massa de manobra — barulhenta, intensa, mas pouco consciente.
E os jogadores?
Esses parecem cada vez mais pressionados a cumprir roteiros invisíveis.
Entre contratos, estatísticas e expectativas infladas, o improviso — que sempre foi a alma do futebol — vai sendo sufocado.
Jogar com a cabeça, no sentido mais nobre, exige liberdade para pensar, arriscar e errar.
Mas, em um ambiente onde o erro custa caro demais, a criatividade se torna um luxo perigoso.
No fim, talvez estejamos todos participando de um jogo que já não reconhecemos completamente.
Um jogo onde se corre muito, fala-se demais e pensa-se de menos.
E aí, ironicamente, aquilo que sempre nos encantou — a inteligência que nasce do corpo em movimento — vai sendo substituído por uma coreografia previsível, eficiente… e cada vez menos humana.
Quem passou a vida servindo e agora se pergunta ‘E eu?’ precisa ouvir: Deus reservou algo precioso só para você.
Janice F Rocha
Quando o vento tenta reabrir o que um dia machucou, eu apenas respiro e lembro: a ferida passou, o amor ficou.
E o que antes era dor… hoje é história de fé.
Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.
[Arquitetura da Expectativa]
quando o
sono passou,
ele esperou
por um momento.
pensativo,
esperou
pelo despertador.
com um ar
entusiasmado,
ele esperou
o café coar
e no ponto,
esperou
pelo ônibus.
após a conclusão,
esperou
pela próxima
tarefa a ser
realizada
e faminto
ele esperou
pelo almoço;
depois
pacientemente
esperou
a tarde passar.
atordoado
pela ansiedade,
esperou
pela ligação
e pelos
comentários
adicionais.
então esperou
pela confirmação
e conformando-se,
esperou
pelo fim do
expediente.
apaixonadamente,
ele esperou
por ela.
retornando
por ruas escuras,
esperava chegar
a salvo
em casa
e ao chegar,
pela encomenda
que não havia
chegado,
esperou.
há muito tempo
estava esperando
pela oportunidade
que nunca
chegava.
inconsolável
e desesperado
suplicou por
coragem,
enquanto esperava
a contagem
do microondas
ao requentar a janta.
deitado no sofá,
relaxou e esperou
pelo fim do episódio,
pelo fim da temporada,
pela próxima série.
apreciador de baixas
temperaturas,
na troca das
estações, esperava
pelo inverno.
em seus aposentos,
ele esperou
pelo fim do dia,
pelo fim do ano
e no fim das contas,
pelo sono eterno.
Michel F.M. - Trilogia Flores do Pântano
Bruno Michel Ferraz Margoni
30/12/23
Príncipe,
Hoje faz 18 anos que você partiu, o tempo passou e me ensinou a lidar com sua ausência. Não posso dizer que foi sem aviso, sem despedida, porque você se despediu sim… nós é que não queríamos ver. Como o vento quente de verão, pesado e intenso, você seguiu o caminho das estrelas e repousou na Lua.
A dor que antes me acompanhava foi se transformando, suavizando com os dias. Hoje não carrego mais o peso da perda, mas guardo os momentos, as lembranças que se tornaram eternas. Cada gesto, cada palavra, cada silêncio seu vive em mim como um tesouro.
E quando olho para o céu, encontro você nas estrelas, na Lua, no infinito. É ali que sinto sua presença, não como ausência, mas como luz que continua a me guiar. Você sempre falava do céu, das estrelas, da Lua… e hoje eu entendo. Era ali que estava sua ligação mais profunda, seu refúgio, sua poesia. Por isso eu prefiro acreditar que você está lá, sentado na Lua, olhando para mim, assistindo tudo do alto.
Nossa história teve fases doces e também turbulentas, mas todas foram únicas. Na minha infância, você foi meu príncipe sem defeitos. Na adolescência, não tão perfeito, mas ainda assim meu príncipe. E hoje, mesmo com o tempo, você continua sendo meu guia, meu espelho, meu príncipe eterno.
Você teve atitudes que me mostraram o que é bom e também o que não é tão bom. Com seus exemplos — nos acertos e nos erros — eu aprendi a distinguir caminhos, a valorizar o que importa, a me tornar quem sou.
Hoje, não carrego mais a dor da sua partida. Ela foi se transformando, foi indo embora aos poucos… e o que restou foram as lembranças. Guardo cada momento, cada gesto, cada palavra, como tesouros que me acompanham e me fortalecem.
Pai, eu falo com você todos os dias, mesmo sem resposta. Falo com o céu, com as estrelas, com a Lua… porque sei que de alguma forma você me escuta. E eu sigo aqui, com amor eterno, com gratidão infinita, com a certeza de que você nunca deixou de ser parte de mim.
Se você passou o ano todo brincando com o pecado, mas agora, no carnaval, quer pregar para os que frequentam essa festa mundana, você é um hipócrita.
Alguns dias atrás uma tempestade veio a meu encontro,mas ela passou e não deixou rastros!
É ai que você percebe que se tornou forte!
“Passou mais uma noite, e fui me apaixonando um pouco mais. Imaginando a sensação boa que o abraço dele tem. Percebendo que contar os sorrisos que ele da é o cálculo mais usado por mim. Dormi pensando como seria a respiração dele na minha orelha. Mais uma madrugada passou. Eu acordei e percebi que estou ferrado por amar alguém desse jeito. E mesmo assim, a única coisa que eu quero fazer é segurar a mão dele mais forte.”
