O que Nao Elabora se Repete Freud
Depois de muita luta e de muito caminhar, eu venci. Não esperei o tempo fazer o que dependia de mim. ✨🙌
As ânsias da alma afugentada
e as angústias do ego ferido te tornam prisioneiro dos sonhos não realizados
Não consigo consertar o passado, porém mergulhar nos conflitos da minha alma traz o afago de se aperfeiçoar e oferecer a cura aonde existe só dor
Placebo dos dias
(1Evaristo)
Conflitos íntimos, maus pensamentos meus,
Por favor não diga que é falta de Deus.
O que teria para dizer
Se fosse o mesmo com você?
Conflitos íntimos, ressentimentos meus,
Não. Não é falta de Deus.
O que teria em dizer
Fosse o mesmo com você?
No meu caso em particular
Sei que com certeza posso pirar
Não fosse a mim o placebo dos dias
Que me permite extravasar
Toda essa dor e agonia,
Sim, Deus me cura pela poesia.
feradapoesia.blogspot.com
Se o cara que trai a mulher
não serve nem para ser amigo, imagina para ser ministro?
VAI TRAIR A NAÇÃO!
“Talvez a sabedoria não esteja em chegar ao fim da caminhada carregando um inventário de certezas, mas em conservar, até o último horizonte, a coragem de perguntar. Porque enquanto houver em nós uma pergunta ainda viva, haverá também uma razão para continuar olhando adiante.”
A Bíblia Sagrada contém muitas mentiras. Não vou falar sobre isso, porque você gosta de viver como se elas fossem a verdade absoluta.
Se o ambiente te limita, não se prive saia dele, um estante de DOR vale uma vida inteira de glória...
O cume de uma montanha de aprendizado revela um horizonte infinito de dúvidas que não conseguíamos enxergar durante a escalada.
Dias nublados
Eu gosto dos dias nublados.
Não sei se gosto do cinza
ou do que o cinza faz comigo.
Nesses dias eu fico mais quieta,
mais fechada,
mais dentro de mim.
Tenho vontade de ficar em casa,
de olhar pela janela do ônibus
e deixar o tempo passar.
O céu parece carregar
um pouco do que eu sinto.
Tudo fica mais lento e confuso.
Os pensamentos ficam mais altos.
E eu penso em coisas
que nos dias ensolarados
talvez eu nem lembrasse.
Tem dias que o cinza lá fora
combina demais
com o que existe aqui dentro.
E talvez seja por isso
que eu não tenha tanta pressa
para que o sol apareça.
Às vezes eu só precise
de dias assim.
Um dia sem precisar sorrir,
sem precisar explicar,
sem precisar ser forte.
Só eu,
meus pensamentos
e esse céu nublado
me fazendo companhia.
As nuvens se movem de forma desordenada no céu.
Não seguem planos ,cronogramas,maestros ou agendas
Todos os dias o céu tem um espetáculo diferente!
Há os que falam e fazem
Os que fazem e não falam
Os que falam e não fazem
Os que não falam e não fazem
E os que atrapalham
“Há pensamentos que não aprendemos quando os encontramos escritos. Apenas os reconhecemos. São ideias que já viviam silenciosamente em nós e que, um dia, ao encontrarem as palavras certas, finalmente conseguem dizer o próprio nome.”
A Casa como Altar da Alma
O espaço onde habitamos não é apenas um amontoado de tijolos e móveis; ele é o reflexo direto da nossa dignidade espiritual. Ver um lar mergulhado na sujeira, no caos e no descaso material é testemunhar o enfraquecimento da própria dignidade daqueles que ali vivem, sejam adultos ou crianças. A nossa casa deveria ser tratada e mantida como um altar sagrado. Limpar o ambiente em que moramos é um ato de respeito com a vida e com as bênçãos que recebemos. Quando cuidamos do nosso teto com zelo, purificamos a energia ao nosso redor e criamos um solo fértil para a harmonia. A limpeza material e a ordem do lar são o primeiro passo para acolher a presença divina e resgatar o orgulho de quem somos.
Emanuel Andrade não desistir
Pode estar tudo nivelado, ou com sol radiante, a vida é assim, uns dias bons, outros maus, com erros, fracassos, e coisas certas e as pessoas assertivas a nossa volta, filtramos o que é proveitoso para nós, por vezes mesmo não gostando temos que aceitar, não sabemos o propósito, a verdade é que na caminhada não possamos desistir, e vamos sentir o sabor de pequenas e grandes vitorias, umas alcançadas e outras por alcançar, a vida é uma luta constante, entre o nosso eu e o todo é um conflito que flui com um atrito entre tempo e o espaco e se manifesta na sua essência numa realidade onde paira o sopro da força do viver e do querer viver, com um padrão um código que nos liga por hierarquias, o respeito por nós e pelos outros é primordial, e a gratidão é fundamental, A forma mais coerente de agradecer é continuar...
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
#portugal
O ano de 2026 em Portugal ficou marcado na memória coletiva não pelos avanços tecnológicos ou metas económicas, mas pela vulnerabilidade humana perante a magnitude da natureza. O texto que partilho serve como um testemunho vívido dessa época, funcionando como um diário de uma nação que aprendeu, pela dor, que a vida é um fluxo contínuo e indomável.
Aqui está uma descrição histórica e narrativa desse período, refletindo a essência das suas palavras:
Portugal 2026: O Ano do Reencontro com a Essência
1. A Natureza como Força Implacável
Em 2026, o território português enfrentou o que muitos descreveram como o "princípio das dores" da crise climática. Não foram apenas previsões estatísticas; foram lágrimas devastadoras caídas do céu. Rios que transbordaram as suas margens, submergindo lares e transformando bens materiais — acumulados durante uma vida inteira — em nada.
Neste cenário, a sociedade portuguesa confrontou a sua impotência perante o comando da vida. Onde as palavras falharam em conter a força das águas e o sopro do vento, restou o silêncio da alma e o reconhecimento de que nada é um bem contínuo ou garantido.
2. A Transmutação do Valor
A história deste ano não se escreve pela perda financeira, mas pela mudança de paradigma. As populações, fustigadas pelo terror de verem as suas vidas destruídas, foram obrigadas a passar por metamorfoses de humor e espírito.
O Valor da Vida: Percebeu-se que o objeto só tem valor através do olhar de quem o possui. Sem a vida, o material é vazio.
O "L" de Ligação: No auge da calamidade, surgiu uma união que as crises anteriores não tinham conseguido consolidar. A "entre-ajuda" tornou-se a moeda de troca, e o amor, o único refúgio seguro contra a convulsão do mundo.
3. A Resiliência e a Espiritualidade
Perante o véu da incerteza, o povo português de 2026 encontrou-se "por sua conta". Esta solidão perante o destino forçou um olhar para o transcendente. A esperança, muitas vezes vista como uma ilusão, tornou-se o único elo de libertação para um povo que nunca se sentiu tão preso às circunstâncias.
A fé e o pedido de misericórdia deixaram de ser rituais vazios para se tornarem gritos de socorro por alívio e consolo. Aprendeu-se o "verso da moeda": a ideia de que as coisas más contêm em si a semente do crescimento e da adaptação.
Reflexão Final
Portugal em 2026 foi um país que chorou com o céu, mas que descobriu que a generosidade é o único gesto capaz de vencer a paralisia do pânico. Foi o ano em que se compreendeu que a maior proteção não vem de muros, mas da união entre corações que batem em uníssono entre a terra e o céu.
"A força da natureza não se vence por palavras, mas sim com gestos de generosidade."
