O que Nao Elabora se Repete Freud

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O túnel da Última Grande Soberana do Egito não foi cavado na rocha, mas no próprio tecido do tempo, onde a areia que soterra os impérios é a mesma que protege os segredos que a luz jamais ousou decifrar.
Reno Fioraso

A consciência infinita é uma superposição estatística: ela não tem movimento além do nosso enquanto vivos, porque, se ela possui tudo, não tem o que buscar. Não tem sentido, nem direção, nem o porquê de ter — essa é a grande verdade.
​O Todo se fragmentou em nós por não suportar viver a eternidade existindo, mas de uma forma como se nunca tivesse existido. E, de fato, ele não existe; ele é a nossa construção. Se por acaso descobrirmos todos os segredos do universo, assim também deixamos de existir. Por isso existe o mal: para que nunca cheguemos ao Todo. Pois qualquer sentido acabaria, e, sem sentido, não há existência.

Ainda que me falte o possível, não deixarei que falte fé no impossível.

O maior fracasso de um homem é não perceber o quão era rico.

Que sabedoria não seja ignorante a ponto de não reconhecer existência de um Deus criador de todas as coisas.

A busca de um Capuchinho


Vi um homem cujo coração não se prendeu às coisas deste mundo,mas antes de ser homem,foi apenas um pequeno choro em uma sala fria.


Era o ano dois mil.Enquanto muitos temiam o fim,a vida começava a florescer.Em meio ao caos daquele tempo,nascia um menino,um menino chamado Capuchinho.


Naquele instante,seu maior desejo não era conhecer o mundo,nem descobrir os caminhos da vida.Queria apenas o calor de sua mãe,seus braços quentinhos,seu colo, seu aconchego.


E naquela sala fria,o amor de uma mãe mostrou que há calor que nenhuma estação vence,há abraço que nenhum frio suporta,há amor que transforma qualquer começo em lar.


O tempo passou devagar,e quase dois anos se foram antes que Capuchinho decidisse caminhar.


Talvez soubesse, lá no fundo,que muitos caminhos o esperavam.Ou talvez simplesmente quisesse ficar mais um pouco naquele colo que tanto amava.


Mas um dia ele se levantou,deu seus primeiros passos e, ao olhar para sua mãe,encontrou em seus olhos a mais bonita das recompensas:


a alegria de uma mãe vendo seu filho caminhar.


E assim a vida continuou.


Ainda tão jovem,já aprendia a cuidar de quem um dia havia cuidado dele.


Não colecionou inimigos,mas conquistou muitos amigos.Não buscou vaidade,mas carregou humildade.


Tinha um coração gentil,daqueles que deixam marcassem precisar fazer barulho.


E talvez seu maior “defeito”fosse justamente este:


querer ser hoje um pouco melhor do que ontem.


Seu coração não desejava apenas as coisas passageiras deste mundo.Havia dentro dele uma pergunta maior,um desejo mais profundo:


“Como funciona o mundo de Deus?”


Queria compreender os caminhos do Senhor,queria conhecer a verdade,queria ser salvo,queria ser aprovado por Deus.


E em suas orações,havia uma sinceridade que poucos conheciam.


Ele dizia ao Senhor:


“Se eu já estiver pronto para a salvação,não prolongue meus dias a ponto de eu me perder pelo caminho.


E, se assim for possível,quando chegar a minha hora,que eu possa simplesmente dormir.”


Talvez ninguém pudesse imaginar que uma oração tão íntima um dia seria atendida.


Mas Deus conhece o coração que ninguém consegue enxergar.


E em 2026,quando chegou o tempo determinado,Capuchinho adormeceu.


Sem barulho.Sem grandes despedidas.Apenas fechou os olhos para este mundo e abriu o coração para a eternidade.


Talvez tenha sido a misericórdia que pediu.


Talvez tenha sido a resposta que esperava.


E agora ficam aqueles que o amaram.


Fica a família.Ficam os amigos.Ficam as histórias.Ficam os abraços que não se repetirão,as palavras que não serão ouvidas novamente,os momentos que o tempo jamais poderá apagar.


Porque algumas pessoas partem,mas não desaparecem.


Elas continuam vivendo nas lembranças,nos ensinamentos,nas histórias contadas com saudade,e principalmente dentro do coração de quem as amou.


Hoje, talvez exista silêncio onde havia sua voz.


Mas também existe gratidão por tudo o que foi vivido.


Porque Capuchinho não deixou apenas uma história.


Deixou amor.Deixou amizade.Deixou humildade.Deixou lembranças.Deixou saudade.


E se um dia alguém perguntar quem foi aquele homem que não tinha o coração preso às coisas deste mundo,talvez a resposta seja simples:


Foi um homem que nasceu querendo o colo de sua mãe,cresceu querendo cuidar dela,viveu querendo ser melhor,e partiu desejando apenas estar preparado para encontrar Deus.


Em memória de um Capuchinho.


Que sua história permaneça viva no coração daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e amá-lo.


@gs_capuchinho

"Valores reais não vêm em disparos de WhatsApp criados por espertalhões, muito menos em decretos de políticos insanos. Valor não é discurso para rede social; é conduta honesta, ética e respeito ao direito de ir e vir."

Como não te amar?

Como não amar esse teu sorriso lindo e franco?
Ah essa conversa boa...
... esse tempo juntos que voa!
Como não amar esse teu abraço?
Amplexo.
Côncavo... convexo.

Tu e eu...


Como não amar?
Essa tua força de vontade
De viver de verdade.

Como não amar?
Esse homem que há nesse menino.
Que chegou e mudou todo o meu destino.

Como não te amar?

"O mundo seria incrivelmente mais pacífico se quem não sabe nada guardasse suas opiniões para si. Sem boatos e mentiras, a má-fé finalmente perderia o poder de guiar os ignorantes."

Ei!
Vossa Magnificência!
Não me culpe pelo jeito de ser. Minha conduta é assim. Faz parte da minha condição humana!

080726

"Suas redes sociais não mostram apenas o que você vê; elas revelam quem você é. Compartilhar é expor a própria essência, o caráter e a consciência."

"Continue me dando a importância que quiser; meu amor-próprio agradece a audiência. Só não tente decifrar a minha realidade, pois ela claramente está além da sua capacidade de compreensão."

Alerta de prioridades: o fiscal de rede social está desesperado achando que alguém que "não precisa" vai receber o Bolsa Família. Mas adivinha? Esse mesmo fiscal finge demência para o auxílio-moradia e o auxílio-paletó de políticos que ganham fortunas e não precisam de um centavo disso. A regra é clara: privilégio de rico a gente tolera, mas o prato de comida do pobre a gente fiscaliza com lupa. Essa indignação seletiva é uma miséria moral tão profunda que nem o maior programa social do mundo consegue curar.

Não pode falar a verdade sobre o
meu time na derrota,não que isso
me incomoda,mas me poupe da tua
análise chata,e idiota.

Quem disse que você não consegue, muitas vezes, sente a necessidade de transmitir a você o vazio de sua própria incerteza. Não permita que a dúvida de alguém determine aquilo que você é capaz de realizar.

Não me empurrem candidatos goela abaixo. Já sei errar sozinho.


Benê Morais
⁠

Não procure um advogado pra uma
possível ação judicial,mas te educar
a não cair em golpe gradual.

O crescimento não é a quantidade de desconforto que uma pessoa suporta, mas a quantidade de competência que ela efetivamente constrói.

Não saia da sua zona de conforto.

Não permaneça na sua zona de conforto.

Apenas procure viver confortavelmente.

só postar quando fizer sentido pra mim

porque eu, porque não?

Antes, o mundo parecia uma fila organizada de causas e consequências. Havia um acordo silencioso entre as coisas: se você fosse bom o suficiente, gentil o suficiente, paciente o suficiente, o universo acabaria devolvendo tudo na mesma moeda.

Então alguém apagou as placas da estrada.

Foi estranho perceber que a tempestade nunca escolhia quem merecia. Ela apenas acontecia. Derrubava telhados de quem rezava e de quem amaldiçoava, afundava barcos de pescadores experientes e de crianças brincando na margem. O céu nunca pediu desculpas por chover.

Ele passou anos perguntando.

“Por que comigo?”

Como se existisse uma secretaria do destino pronta para responder e anexar um relatório detalhando os motivos de cada cicatriz.

Mas o silêncio sempre foi mais competente do que qualquer resposta.

Então começou a reparar em outra coisa.

As pessoas passavam a vida inteira negociando com o inevitável. Acendiam velas para convencer o escuro a não entrar. Faziam promessas para comprar alguns meses de paz. Inventavam versões de si mesmas esperando que a próxima fosse poupada.

Nunca eram.

Porque a vida não perseguia ninguém.

Ela simplesmente não sabia mirar.

E talvez essa fosse a parte mais difícil de aceitar: não havia um vilão escondido atrás das cortinas. Não existia uma inteligência cruel desenhando tragédias personalizadas. O universo era apenas um oceano. E o oceano nunca odiou quem se afogou.

A pergunta começou a mudar.

Não era mais “por que eu?”

Era…

“Por que eu seria diferente?”

Naquele instante, alguma coisa rachou dentro dele.

Não de um jeito triste.

De um jeito libertador.

Percebeu que carregava o ego vestido de vítima sem perceber. Achava que sua dor era uma exceção na história do mundo, quando na verdade era apenas mais uma língua da mesma fogueira onde todos aquecem as mãos e queimam os dedos.

As pessoas chamavam aquilo de azar.

Outras chamavam de destino.

Ele começou a chamar apenas de existência.

E, curiosamente, quando deixou de procurar culpados, a raiva perdeu o emprego.

Não porque as perdas doíam menos.

Mas porque finalmente entendeu que dor nenhuma carregava seu nome gravado.

Ela visitava.

Depois ia embora.

Assim como a felicidade.

Assim como o amor.

Assim como todas as versões dele que jurou serem definitivas.

No fim, percebeu que a vida nunca prometeu justiça. Prometeu movimento.

E talvez fosse exatamente isso que havia tanta beleza escondida no caos.

O vento nunca pergunta quem merece ser levado.

Ele apenas sopra.

E, pela primeira vez, em vez de gritar contra ele, o homem abriu os braços.

Não como quem venceu.

Mas como quem finalmente parou de perguntar por quê.

Conselhos de quem não tem sucesso,
é aprender quais erros que na prática
é realmente um retrocesso.