O que Espera de Mim

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NUNCA CESSÁ EM MIM A ESPERA DE DEUS

Espero em DEUS
Todas as minhas respostas, meus apelos
E minhas conquistas.

Só ele me entende
Me alegra, e enche de amor e paz o meu coração

Que muitas vezes
Perde-se em meio as tristezas da vida
E do mundo em si.

Quem me feriu me espera, eu finjo que não vejo. Quero cicatrizar dentro de mim você.

⁠Casei de me iludir pela liberdade da felicidade, de provocar expectativas em quem de mim espera definição; como estou já, definido por morrer sem amor, mas viver por razão.

POETA NILO DEYSON MONTEIRO

⁠Ah, a beleza dela, uma visão encantadora,
Mas tão distante, não espera por mim agora.
Escorre entre meus dedos, fugaz e veloz,
Linda e complicada, como uma bela fera feroz.

Oh, minha doce bela fera a me provocar,
Desejo domar-te, mas é difícil conquistar.
Tu és astuta e sincera, em teu olhar há perigo,
Me aproximo e temo ser ferido, um castigo.

Será que te aproximas apenas para atacar?
Para me deixar agonizando, em dor a me afogar?
Após consumarmos um amor ardente e fugaz,
Sinto tua satisfação, enquanto me desfaz.

Ah, minha donzela, se soubesses o amor que te aguarda,
Dentro de mim, és a única, minha alma te guarda.
Longe de ti, a dor me acompanha e me consome,
Até que retornes, minha donzela amada.

Te desejo o triplo do que desejares para mim. Quem planta, colhe. Quem semeia, espera colher. É de sua responsabilidade o uso da semente!

Luz Acesa

Há um lugar em mim
que ainda te espera —
não como quem sofre na ausência,
mas como quem guarda
uma luz acesa na janela da alma.

É um espaço sereno,
onde teu nome repousa
sem pressa, sem cobrança,
apenas com a ternura
de quem aprendeu que amar
também é saber esperar em paz.

Porque certos encontros
não se desfazem com o tempo…
eles apenas se recolhem
num cantinho sagrado do coração,
onde continuam existindo
em silêncio —
mas cheios de vida.

Por Simone Cruvinel

*Saudade à Espera*


Enquanto fugia de mim, eu olhava o céu sentindo na pele a fria brisa da noite. No coração, a certeza cruel da incerteza de ter você. Na mente, o grito mudo da lembrança, a ausência do teu sorriso, a saudade do teu abraço. Oh lua, oh céus, oh estrelas cadentes, tragam de volta o que nunca foi meu. A ruína da minha existência, as estações inteiras dos meus pensamentos.

Sopro da ausência


Distante de mim mesmo,
Sigo a espera do improvável,
Recarregando ilusões que me distanciam dos próximos passos,
Um castelo de areia insiste em ser construído em cima da miragem da terra prometida.

Te amei na espera, no talvez e no nunca mais,
abraçando promessas que só existiam em mim.⁠

O que será que a vida espera de mim?

Às vezes me pergunto se ela espera que eu seja alguém digno. Alguém que tenha aprendido as regras do mundo, que saiba distinguir o certo do errado, que cumpra os valores que me ensinaram e carregue, com alguma dignidade, tudo aquilo que esperaram que eu fosse.

Mas quem decidiu o que é ser digno?

Talvez dignidade seja apenas uma palavra que inventamos para dar nome à maneira como esperamos que o outro viva.

Desde cedo nos ensinam o que devemos ser. Estudamos para ser alguém. Trabalhamos para ser alguém. Construímos relações, acumulamos histórias, conquistas, fracassos, títulos e lembranças — quase sempre tentando responder a uma pergunta que ninguém nos fez diretamente, mas que parece estar escondida em tudo:

“Você está sendo aquilo que deveria ser?”

E talvez seja justamente aí que a vida se torne estranha.

Porque, enquanto tentamos corresponder ao mundo, vamos nos afastando lentamente de nós mesmos.

Talvez a vida não queira de mim grandes feitos. Talvez não queira que eu seja extraordinário, admirado ou lembrado. Talvez queira apenas que eu consiga existir sem precisar transformar cada passo em uma prova de que mereço estar aqui.

Ser alguém simples.

Alguém que compreenda a si mesmo, ainda que nunca completamente. Alguém que reconheça as próprias contradições, faça as pazes com algumas delas e aprenda a conviver com aquilo que jamais conseguirá compreender.

E, quem sabe, compreender um pouco os outros.

Porque talvez compreender o outro seja também perceber que ninguém sabe exatamente o que está fazendo. Há pessoas que parecem ter todas as respostas, mas carregam perguntas que nunca tiveram coragem de dizer em voz alta.

Talvez todos nós estejamos apenas tentando encontrar alguma forma de chamar de vida aquilo que fazemos com o tempo que nos foi dado.

E então penso que talvez eu esteja fazendo a pergunta errada.

Talvez não seja a vida que espera alguma coisa de mim.

Talvez seja eu quem espere alguma coisa dela.

Espero que, em algum momento, tudo faça sentido. Que os encontros tenham uma razão, que as perdas tenham deixado alguma coisa, que os caminhos que não escolhi tenham me conduzido, de alguma maneira, até onde deveria estar.

Espero que exista alguma espécie de resposta escondida depois de todas essas perguntas.

Mas talvez não exista.

Talvez eu esteja procurando por algo que nunca teve nome.

Algo simples e, ao mesmo tempo, impossível de explicar. Algo que não cabe em uma profissão, em uma relação, em uma conquista ou em qualquer uma das palavras que usamos para definir uma vida.

Algo que talvez exista apenas naquele lugar silencioso dentro de nós onde ninguém mais consegue entrar.

E talvez seja por isso que, mesmo quando conquistamos aquilo que um dia desejamos, ainda sentimos que falta alguma coisa.

Porque há desejos que não sabem dizer o próprio nome.

Há vazios que não pedem para ser preenchidos, apenas compreendidos.

Há partes de nós que passam anos esperando que finalmente prestemos atenção nelas.

Talvez viver seja esse movimento estranho entre aquilo que o mundo espera de nós e aquilo que, silenciosamente, esperamos encontrar dentro de nós mesmos.

Talvez amadurecer não seja finalmente descobrir quem somos.

Talvez seja aceitar que nunca seremos uma resposta definitiva.

Somos perguntas em movimento.

Somos aquilo que fomos, aquilo que perdemos, aquilo que escolhemos, aquilo que recusamos e também tudo aquilo que ainda não conseguimos ser.

E talvez a vida não esteja esperando nada de nós.

Talvez ela simplesmente aconteça.

E sejamos nós que, diante dela, insistimos em perguntar:

“O que devo fazer com tudo isso?”

Talvez a resposta não esteja em descobrir o que a vida espera de mim.

Talvez esteja em descobrir o que, apesar de tudo, ainda faz com que eu queira continuar vivendo.

Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade

⁠Amor, eu sei que espera mais de mim.

Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.

Nesta noite, meus sonhos serão nossos.

Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.

A melodia angelical dos serafins nos guiará,

Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.

Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,

Libertando nossos corações para que possam se unir.

Sobrevoaremos prados verdejantes,

Jardins floridos e árvores de todas as cores.

Transcendendo os limites do humano,

Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.

Apesar de alegre sofro perdido.

No enigma desmedido no navega

Por uma felecidade rompida

Pelo cupido

O peso é medido

Pela escuta atenta

De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,

Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.

Eternamente entrelaçados...

Inseparáveis...

Em um amor que desafiador.

Para a respeitar nas complicidade memoraveis

Unos em toda parte

Para receber o calor

Da suavidade

Da senda da corrente

Corrida dos tempos

A favor e contra

Os ventos

Pairam desejos de sermos

Carne com carne

Para sair dos sofrimentos

Da magua e amargura da vida.

Emanuel Andrade

Não posso ser o amigo particular que você espera, posso doar uma parte de mim que melhor lhe encaixa. Porém apenas uma parte, pois meu ser ainda não é perfeito para doar-se por inteiro!

Apressado e atrasado, o tempo passa, mas o segundo tempo espera por mim, ansioso para saber qual é a minha surpresa e qual é o meu próximo passo.

Salmos 42:5

Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da face


O deserto é passageiro, mas o socorro do Senhor é eterno

Voar sem norte...e quando menos esperar...me encontrar novamente...a espera de mim, no mesmo lugar em que parei!!!

Inserida por cataleia

A ESPERA VÃ
Veja que lamento trago
Culpo-me a mim mesmo
Por não ter olhado,
quando o sol se foi
A noite era aquela
Coisa de cinema
Algo teatral.
A praça era toda
Só de namorados e eu
Alucinado pelos toques nobres
Daquele natal.
Ficará pra sempre
Como fosse pedra a me calejar
Vendo a cegueira
da noite de estrelas
A se despedir
A pés como estava
Perdi o horário da minha condução
Como um mendigo
Pouco mais vestido
No turvo quieto.
Esperando a bela
Que me pôs na cela
Da mesquita neto.

Inserida por Ezhequiel

Dentro de mim
você não passa de fitas.
Fitas cinematográficas.
A espera da sua,
só a sua mão.
Para ser rodada a manivela
em um compasse continuo,
até que o filme acabe.
Sem plateia,
sem aplausos,
sem nada extraordinário demais.
Só você e eu.
Esperando restituir os dados
e retornar ao começo.

Reiniciar.

Inserida por biacaires

É assim que te levo
Bem junto a mim
como alguém que não quer perder o que tem e até o que espera ter...
Te levo com uma docilidade e com um amor tão puro...
que só aqueles que caminham junto comigo e olham , não o que o exterior informa e sim o que mostra o interior...
Está aqui dentro ,tudo bem guardado ,amor muito amado...
Venha tomar conta dos teus espaços.
Eu vou estar sempre a tua espera , por amar você...

Inserida por sandranobrega

Não estou a espera ver as estrelas a brilharem para mim todas as noites, não estou a espera de encontrar o amor em cada esquina, não estou a espera que as pessoas se auto transformem no que não são. Sinceramente, a única coisa que espero, é ter sabedoria para compreender e aceitar este mundo de malucos.

Inserida por joelsousa

O tempo voa e não espera por ninguém, dizem que cura feridas, pra mim ele só passa quando não despercebido, devastador.

Inserida por camilabill