O que as Pessoas Querem que a Gente Seja
As pessoas ACHAM que, por você ser independente, você não precisa de atenção, amor e carinho. Gente todo SER precisa disso!
Quando a gente nasce, a gente chora ao ver as pessoas.
Quando a gente morre as pessoas choram ao ver a gente.
Ás pessoas tendem a fazer um furacão nas nossas vidas
Dai vai da gente querer construir a mesma casa aonde sabemos que só tem desastres...
Erros? Estamos todos sujeitos..
Insistir as vezes é consequências..
Mas entender o que o destino nos reservou é para os sábios..
'Cante.. A vida é uma doce melodia com todas suas notas desafinadas...'
Você já parou pra pensar quantas pessoas entraram, mudaram e saíram da sua vida? Tanta gente... Algumas nós nunca esquecemos... Mas será que elas lembram da gente?
Nao tenho paciencia com julgamentos precoces, gente rasa me cansa, tenho preguiça de pessoas que fingem.
Nao tolero rótulos.
Pra mim nao existe o meio termo em nenhuma situação.
Ou é, ou não é. Ou toca, ou não toca. Ou fala, ou não fala.
Indireta pra mim é coisa de gente que não tem coragem de falar na lata.
Dar a cara a tapa é tão mais bonito e tão mais digno.
Prefiro os que parecem arrogantes por serem sinceros demais do que os que se auto-intitulam sabedores da razão e se mascaram por trás de um personagem.
É meus amigos, eu sofro de hipocritofobia.
Como a gente que é GENTE de verdade cria laços. Então amigos... crie laços com aquelas pessoas que lhe fazem bem, verdadeiras, amigas, amorosas, cúmplices... desfaça os nós que lhe prendem aquelas que foram significativas na sua vida, mas infelizmente, por vontade própria, deixaram de ser, solte esses laços, deixe-as soltas para partirem... Nenhum indivíduo pode prender-se por conta de um LAÇO. Afinal, laço não é para apertar! Laço é para ENFEITAR!
Mas as vezes as coisas ruins acontecem com as pessoas que a gente mais gosta, que a gente mais ama né ?
Estava rodeado de gente com uma enorme vontade de se expressar, de pessoas em que a necessidade é muito maior do que a mensagem.
Nao é facil desistir das pessoas que a gente ama,mas as vezer é necessario,porque nem sempre as pessoas que a gente ama sao as que vao nos fazer feliz!
As vezes a gente se sente mais livre para falar com um estranho do que com as pessoas que conhecemos. Provavelmente por que um estranho nos vê como somos, não como deseja achar que somos!
Quando o que as pessoas vão achar da gente e do que fazemos, começa a nos fazer escravos delas, a ponto de não vivermos como queremos e somos, é a hora de admitirmos que perdemos nossa vida para todas estas pessoas que achamos que estão achando que acham de nós determinado pensamento/julgamento. A verdade é uma só: Vão achar de qualquer jeito. Vão achar sempre de você o que você não é, e às vezes, muito raramente, até o que é, independentimente de sua ação estar dentro do que elas estabelecem como certo ou errado. Você não tem escapatória! Ou vive se ajustando a todos, com suas diversas opiniões e pontos de vistas, sempre desagradando a uns e a outros não, e sendo infeliz; ou vive como você é e quer, livre em sua consciência e valores –dentro de sua verdade– sendo você e sendo feliz. A escolha é somente sua e as consequências também.
O que eu vejo
Eu vejo gente crescer as custas de outras,
Eu vejo pessoas tropeçarem,
Mas vejo outras caindo pelas suas maldades,
Vejo também pessoas recomeçarem.
Eu vejo um mundo soberbo,
Um mundo mesquinho,
Onde em tudo não se dá valor,
Pessoas sem carinho.
Vejo gente vivendo a vida de outras,
Se importando, comentando, blasfemando.
Enquanto a delas próprias,
Se compara a um lixo, um contrabando.
Vejo a frieza no olhar,
A maldade pairar,
Vejo um mundo,
Onde fica difícil alguém amar.
Vejo a inocência se perder,
A maldade, o desafeto prevalecer.
Mas ainda creio que existe o melhor,
Existe um Deus vivo, ao nosso redor.
Esse mesmo Deus que tem poder,
E que fará, aos que são do bem,
Vencer.
Autor: Riller Diniz
A gente passa a vida procurando por pessoas... Vivendo momentos de solidão e às vezes pensamos que nunca encontraremos alguém que nos completem... De repente, quando menos esperamos encontramos alguém perdido no meio da multidão com os mesmos desejos da gente... E quando damos conta, nos redemos aos encantos um do outro... E quando vira mania, o amor acontece... O coração pulsa diferente, dá aquele friozinho na barriga, ficamos o dia todo pensando na pessoa... Enfim, nos apaixonamos...
E mesmo que as pessoas em volta não nos valorizem , o que importa é que a gente sabe o nosso valor .... e a partir desse momento tudo começa a conspirar a nosso favor!
A gente conhece as pessoas mas nem sempre sabe da sua origem.
Outro dia escrevi do meu avô, imigrante espanhol e cujo primeiro emprego foi ser carvoeiro, chegando exclusivamente pelo árduo trabalho, a ser um dos maiores latifundiários do Brasil.
Nos dias seguintes tive uma torrente de lembranças dele, do meu pai, da minha mãe e especialmente da minha avó materna Rosa de Andrade Pacheco.
Dona Rosinha como era chamada, teve quinze filhos, dos quais doze sobreviveram. Acho que foi um recorde para a época onde a mortalidade infantil era enorme. Minha mãe filha mais velha, tem hoje 92 anos de idade e vários tios e tias estão vivos.
Dona Rosinha era quase venerada por todos que a conheciam. Depois do segundo ou terceiro incêndio que destruiu a marcenaria do meu avô, deixando-o depressivo e praticamente inabilitado para o trabalho, arregaçou as mangas e com forças tiradas de não sei onde, transformou a casa onde morava e outra que herdara da mãe, em casas de cômodos, as quais alguns mal educados e deselegantes chamavam na época de cortiços.
Com a renda dos aluguéis sustentou e formou todos os filhos, tendo como peculiaridade a formação musical da maioria no Conservatório Musical e Dramático de São Paulo, coisa que não era para muitos na época.
Não eram tempos fáceis como me contou minha mãe, mas a vó Rosinha conseguiu agregar toda a família e a sua casa era o porto seguro, o lugar onde mesmo depois de casados, filhos, filhas e netos se reuniam em almoços, festas de aniversario e especialmente no Natal, na Rua Sergipe 248, endereço nobre em Higienópolis, casa que ela comprou depois que as coisas melhoraram e ela ficou até bem de vida, tendo reformado e transformado o casarão imenso num belo palacete.
Cheguei a morar com a vó Rosinha por uns seis meses porque minha mãe, acometida por uma nefrite, ficou imóvel na cama, e essa lhes pareceu a melhor solução, uma vez que eu estudava no Colégio Rio Branco, apenas três ou quatro quadras da casa da vó.
Depois que meu avô morreu e ele morreu cedo, acho que com uns cinquenta anos, minha vó e as filhas mantiveram um longo luto, vestindo-se de preto por pelo menos um ano, como era costume na época. Eu tinha quatorze anos.
Terminado o luto, e é dessa época que eu me lembro. A casa estava sempre em festa, abastecida de comida e cheia de visitas. Familiares e amigos e amigas dos filhos vinham visitar a Dona Rosinha com um carinho memorável, uma vez que ela participou ativamente na formação de todos e a todos dava conselhos, atenção e carinho.
Dona Rosinha morreu cercada da família que criou e manteve agregada. A família amparou-a na velhice e até que o casarão da Rua Sergipe desse lugar a um luxuoso prédio, a família ainda se reuniu lá por um tempo.
Tenho saudades da lembrança do que é uma família grande e unida, coisa que hoje em dia pouco se vê.
E é incrível como as pessoas te fazem mudar!
Mesmo que isso pareça impossível,a gente acaba cedendo...
A gente fica fazendo cálculos complexos pra tentar descobrir o número exato de pessoas que estarão sempre ali independentemente do que. E no final das contas, a gente descobre que não há matemática na surpresas e muito menos no incerto. O mesmo que soma, subtrai. O mesmo que divide, não lembra de as vezes também multiplicar. E a gente esquece que não é de cálculos que se precisa para descobrir esse tipo de coisa, é de tempo. Mas os tempos bons não surpreendem muito. A brisa balança os cabelos alegremente. Costumam vez em quando os desarrumar um pouco, mas não há nada como uma boa escova de esperanças para desembaraçar tudo que estava fora do lugar. Já os ruins costumam não só secar a pele ou o coração, mas também as máscaras… E os cálculos…
Não Podemos Estar Sempre Com As Pessoas Que Amamos,
Pois Nesse Mundo, Nem Tudo é Como a Gente Deseja.
"Tem pessoas que se fazem tão especiais que mesmo a gente tendo todos os escudos em nossa volta. Elas conseguem devagarzinho passar por eles e quando percebemos, ela já está abraçada conosco e não nos resta mais nada além de abraça-la de volta!"
