O Poeta e o Passarinho

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⁠O sentimento do poeta


Transbordei
Senti o gosto das gotas do oceano que impiedosamente obliteram qualquer sentimento
Não sinto nada além de uma partícula de indiferença.
Ocasionalmente parece que me enterraram viva
Os vermes rastejam pela minha pele nua.
Há algo escrito onde os meus olhos não podem enxergar
Tento alcançar o sol, mas a bela estrela agora rasga minha pele e queima os meus olhos.
Já não me é permitido o vislumbre da felicidade
Sou como aquele que já não pode ser encontrado:
Um poeta na penumbra.

Inserida por Darklee

O JOVEM POETA

⁠O poeta traz alegria,
O poeta traz a tristeza,
O poeta quando se expressa,
espanta até a fraqueza.

Quando se sinto só, se expresso
através de letras,
A cada palavra escrita, sinto uma
grande leveza.

Minha mãe sempre me disse,
meu filho não se esqueça,
Se expresse com amor, e esqueça a fraqueza.

Com um pouco de dificuldade,
Poeta se transformei,
E olha onde eu estou hoje,
rimando para vocês.

Por isso que eu te digo, siga
em frente com louvor,
Ultrapasse sua dificuldade,
e se torne um vencedor.

Inserida por Brunodasilva

⁠PELO CERRADO POETANDO

Pelo cerrado poetando vai contente
o poeta seguindo o verso encantado
e canta com o coração, tão ajustado
ao alegre tom de um versar ardente
Aquele, cântico alegre, docemente
no intenso som de um apaixonado
este, para contentar qualquer fado
com o canto que encanta e sente

Está poesia, também, é de alegria
qual o poeta, canta com tal doçura
prosando prazer cheio de alquimia
Assim, de amor na emoção pura
com canto mostro toda a euforia
por amando sufocar a amargura.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12/09/2024, 10’54” – cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Um poeta sem voz, em silêncio profundo,
A alma empoeirada, num amor que não é seu mundo.

Inserida por eraldocosta13

Então o poeta disse: "⁠O meu amor se faz de dor
Só pra maltratar meu coração
E nesse mundo de pura ilusão
Faz-se real na solidão".

Inserida por WalyssonLima

⁠O poeta é um ser que cresce sem sair da infância. Talvez seja por isso que apesar de crescidos continuam enxergando a vida com os mesmos olhos encantados das crianças.

Inserida por ednafrigato

⁠O poeta tem uma certa dificuldade pra guardar segredo. Por mais cuidado que tenha acaba sempre revelando nas entrelinhas do poema o quer esconder.

Inserida por ednafrigato

Sou um poeta Caxiense, nascido e criado em Nova Iguaçu,
Na Baixada fluminense, onde o céu é mais azul

Me considero Carioca da clara, da gema e da casca,
Sem limites, cidade do Rio também é minha casa.

Inserida por Anderson_WA_Delfino

⁠Antigamente serei assim

Sou um poeta
destes antigões
que bebem muito
e escrevem pouco
destes que, sem querer,
romantizam tudo
e fazem do amor um sufoco.

Inserida por amandabug

⁠Ser poeta é assim...

Entra num mundo de inspiração
Mergulha no desconhecido
Desliza pela natureza
Deixa se levar pela emoção.

Brinca com o verso
Se precisar chorar, chora sem medo
Se pode sorrir, se esbalda na gargalhada
Vira até estrela, brincando no universo.

Descreve seus sentimentos
Não se aperfeiçoa em rimar
A poesia é livre, pode voar
Não se prende em posicionamentos.

Ser poeta é assim, pode imaginar
Deixar o mundo colorido
Transforma a dor em alegria
Ele é livre para criar.

Autoria Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠Após tudo, o que sobrou daquele que fui? Apenas uma sombra sem reflexo, um poeta com poucos versos, agora esquecido por aquela que um dia amei tão profundamente."

Inserida por eraldocosta13

⁠⁠Ser poeta dói do lado
avesso

quando não está
apaixonado
fazer um poema sobre
paixão
o faz cambalear em uma
fina
corda bamba do
impossível
e chegar ao outro lado
da corda
com feridas da alma
curadas
com sujeiras da mente
lavadas
ser poeta dói do lado
avesso
mas quando faz um
poema

dá até vontade de se
apaixonar.

Inserida por aliinerosa

Ecos da Existência

Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor.

Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado.

O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário.

E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora.

No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza.

As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado.

E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas.

Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.

Inserida por MarioVascon

⁠⁠Alma poética

Quem seria o poeta se não falasse da vida?
De que serviria seus lamentos e suas alegrias?
O poeta é a caneta de sentimentos,
Sua tinta são seus pensamentos.

Por ventura poderia
O poeta parar de amar, pensar e agir?
Por ventura poderia o poeta não ter implementos?
Quem sabe a poesia exista
na alma cheia de avarias.

Quem dera o poeta soubesse o valor.
O valor de cada palavra escrita sobre sua alma.
O valor de seus sentimentos sobre a folha,
sobre suas escolhas que vão além da dor.

Inserida por Guilhermerramosz

⁠Espaçamento

Outrora sou, fui, serei.
Poeta, filósofo e rei.
Não soube, não sei, nem saberei
o que o amanhã me reserva.
Querendo ou não,
Vivi, vivo e viverei.

Inserida por Guilhermerramosz

⁠Todo poeta precisa que sua inspiração tenha a verve dos clarividentes.

Inserida por LuizFMiranda

A poesia traz do âmago do poeta tudo aquilo que alguém um dia já pensou.

Inserida por conceicao_reale

⁠POETA AUSENTE

Parei de escrever!
Não porque deixei de ser poeta
Ou por ter ido embora a inspiração.
Simplesmente parei com aquela tal emoção.

Talvez a minha loucura expressa no papel
Já tenha vida em um papel verdadeiro
Interpretado por um encantador de almas.
E convenhamos-nos, ele encanta muito mais que eu.

Aquela angústia que dedico à vida
Deixou de ser angustiante,
Naquele instante,
Em que murmúrios estrondosos cobriam
O choro que corria pela face trêmula de uma criança.

E sobre o amor perdido,
Cessei a escrita por ele
Logo após descobrir que o perdido era eu
E que ele encontrara o não correspondido no caminho.

Inserida por FabricioOliveira28

⁠É Cássia Eller,
Eu também sou uma poeta
Mas, eu não queria
Ter aprendido
A amar.

Inserida por kvmeirelles

⁠Oh poeta sofrido,
ergue-se deste abismo profundo,
Escapa desse amor que te aprisiona, queima e sufoca,
Pois a maior maldição reside na paixão inscrita.

Oh poeta sofrido,
descansa em um colo acolhedor,
pois a escuridão já se dissipou com o meu abrigo.

Oh poeta sofrido,
não te deixes definir pelo sofrimento,
Emancipa-te do vínculo que te aprisiona e consome,
Que a liberdade seja tua maior conquista
permita-se encontrar paz no silêncio,
Nos braços do desapego, encontre o consolo.

Inserida por Solnazcente