O Poeta e o Passarinho
Nunca descobriu tua vocação,
Aquele talento inato,
Dom divino,
Predestinação.
Emblemática, a alternativa que lhe restou,
Dedicação incondicional.
Amou com paixão
E apaixonadamente odiou.
Minha fé?
Minha fé? Minha fé continua viva!
Beber da fonte? Bebo das fontes!
E assim vivo a vida, como ela deve ser,
Crer, descrer e crer novamente,
Direito meu seu e de todos.
E as espécies por sua vez carrega
Dentro de si as suas crenças.
Do altíssimo - conforto
Do senhor - Sabedoria
Do pai - ensinamento
Assim somos seres viventes,
E cada um com suas teorias...
A igreja maior é o universo,
Para quem quer paz
Precisa aprender a amar,
Quem ama, pode ser amado ou desamado?
Mundo contraditório,
Seres de ditados: "não se pode agradar
A todos".
"Amai-vos..." minha fé continua viva
Minha - Utopia
Minha - Esperança
Minha - Perseverança
A sede de lutar sempre é maior.
E Deus, ser maior que o homem,
E o homem querendo ser maior que Deus,
O homem apenas uma partícula do
Universo,
Deus o corpo do universo inteiro,
Sofre a ação humana.
Comigo não, mademoiselle, deixe de amadorismos, estás num campo a desbravar, onde comandam generais.
Brilho,
Do teu sorriso em meio ao sol!
Altivo e vivo,
Belo sorriso!
Meigo resplendor.
Em frente à tudo,
Parece que tudo oculta.
Nada mais resta no mundo,
A não ser admirar teu brilho,
Sem filtro, sem ajuste.
Poesia bela,
Que faz a paisagem ser poesia!
Teu cativo olhar fala tanto de ti,
Qual apresso meu coração de Poeta por ti teria!
Em meios aos caos,
E a correria de uma vida que segue a cina!
Não vale viver de novo,
Nem por mil anos,
Se não fosse admirar teu brilho, menina!
Mulher,
Que bem sabe o que quer!
E bem quer tudo que sabe,
Uma gota de amor,
Um sorriso de carinho,
E doce reciprocidade!
Que tu sempre trazes,
Com vastidão e sutileza!
Brilha teu sorriso,
Aviva e dê-me sua inspiração de novo,
Por gentileza!
Com graça e paz,
Ritmo, melodia e pensamento forte!
Doce brilho o teu sorriso,
Menina!
Eu poeta de grande sorte!
Que não tocou,
Mas, sentiu!
Teu coração bom e teu sentido árduo,
De olhar para a vida e sorrir!
Pelas coisas boas,
E aqueles que sempre estão aqui!
Do nosso lado ou a umas 5hrs de viagem,
Como este que vos escreve assim.
Poesia!
Com brilho em teus pensamentos e sentidos!
Jamais teria rima e compasso,
Se não fosse você quem primeiro tivesse sorrido!
Égua morena,
Tu coisou meu coração!
E não me admiro que pensem que é só pavulagem,
Que tu sejas minha inspiração!
Do por do sol,
Ao sereno daquele fim de tarde!
Do gosto bom que teu sorriso me deixa,
À sensação de doce felicidade.
Do tom de azul mais lembrado,
Ao manto tão bem vestido em ti, morena!
Da paz que sinto ao teu lado,
Ao teu jeito tão singelo e serena.
Mas, vibrante!
Como um gol de Iarley na La Bombonera!
Como uma barra brava que sentinela pulsante,
Contagia a torcida inteira!
Feito vocal de Corey,
Arranjos e canções do SOAD!
Um acústico do Scorpions revivido,
Não se compararia a emoção que vem de ti!
Morena,
Tu és intensidade e poesia!
Dona de um abraço que cala,
E que deixa em mim tamanha nostalgia!
Que sente e ressente,
Mas, que mesmo assim ainda sorri.
Porque deixar de assim ser,
Não mais se trataria de ti!
Morena,
Do tom de azul mais lindo do Norte!
Que me chama de Poeta de bom gosto,
Por também ter escolhido o lado mais forte!
Tu que és mais do que paráfrase de uma canção qualquer,
Um Rock que nas paradas não mais se toca,
Ou um poema esquecido num livro que ninguém ler!
Tu és poesia, morena!
Assim como o 7 é mais perfeição que o 33!
E só para ver teu sorriso estampado nessas cores,
Te dedicaria meus versos mais uma vez!
Oh morena!
Porque não te fazes ainda mais serena?
E minha vizinha vens se tornar?
Vem e traz seu colo,
Que todo fim de tarde sempre era sagrado,
Para eu lhe procurar!
Vem e traz seu riso,
Que provoca em mim todos os instintos,
Que rimam com te amar!
Vem e traz seu alento,
Morena minha!
Poesia dos melhores tempos,
Que eu sempre amei poetizar!
De tantas idas e voltas,
Que fomos e sempre voltamos!
Porque eu sempre soube que em ti encontro reciprocidade,
Que tanto procurei nesses anos.
Que nunca foi segredo algum,
Que em teu peito me fiz felicidade!
Coisa boa que não se perde a toa,
Nem quando mil vezes se troca de cidade!
Oh morena!
Dos lábios cor de Açaí.
Do sorriso que só encontro em Tu,
Da saudade que só Tu me faz sentir!
Das conversas no relento,
Das noites que se passavam,
Juntos com as horas!
E ninguém estava nem aí!
Dos segredos que também guardamos,
E das promessas que já quebramos,
Só pro orgulho se perder.
Mas, não você!
Morena minha!
Que só poderia ser poesia,
Por tão inesquecível ser!
Vai, acelere meu coração,
viaje para junto das estrelas,
à noite vagam sonhos, ilusões,
te concedo o direito de tê-las !
As vezes, um pequeno afago, uma minúscula palavra num pequeno momento, fazem um grande bem ao nosso pequeno coração, adoçando o dia...
As Aguadas Aventuras do Homem Mexilhão
Tenho estado tão distraído,
Que ultimamente quando trombo comigo,
Me dou conta, que há muito perdido,
Eu não reencontrava meu eu por aqui.
Só me notei enfim,
Por estar junto a ti.
Contigo, desbravo o melhor em mim.
Ela avança em direção à proa,
Em tua orla, não há como detê-la,
A poesia infante só vem à tona,
Quando há quem possa concebê-la.
Capitã ao manche,
Liderando o convés,
Conduzi-me avante,
Afluente ao revés.
Timoneiro em tua esquadra,
Tripulante embaraçado,
De tuas embarcações.
Eis me aqui,
Teu marujo em terra firme,
Mergulhando em queda livre.
Amor, a força desconhecida da coragem
Dentro de nós há um fogo intenso chamado medo. Assim como as cores do fogo que faz mudar o seu aspecto, esse medo possui características camaleoas, às vezes o comum vermelho dá as caras, outras vezes é o azul, também comum, se manifesta, outras vezes percebemos o amarelo, ou o laranja ou até mesmo o verde. O aspecto da cor depende do material que queima. E o tipo de medo varia do tipo de coragem que nos falta. A existência do medo é a ausência da coragem. E a existência do fogo é causada pela presença do ar que respiramos. Numa análise cruzada e filosófica, realizada apenas através do olhar hipotético e generalista, podemos definir, que se há oxigênio então aí está o risco de haver fogo e assim não haver coragem de combatê-lo, mas se para haver vida é necessário que respiremos o nosso famoso "H2O", então a coragem deve vir de uma força desconhecida, porém altamente eficaz, visto os inúmeros casos de amor que após suportar inúmeras batalhas travadas venceram e foram "felizes para sempre", não como nos contos irreais e inspiradores, mas nos casais da vida real dos quais se destacaram na história casos e casos de amor eterno, enquanto duraram - disse o poeta.
Pressume-se que essa força desconhecida, audaciosa, e por vezes, intrometida, seja o tão famoso - porém ainda sendo muito misterioso - "amor", a cura de todas as feridas, o milagre real, que escolhemos dar as mãos e confiar, e ser feliz, ou se queimar na solidão. Talvez o inferno isso - uma analogia terrível, e compreensível, da falta do amor, contudo, que os incautos argumentem suas más escolhas para longe de mim, eu escolhi dar as mãos ao amor e ir para o céu, e claro, com você.
Desde que você chegou não sei de mais nada. E posso dizer com certeza, que você é a incerteza mais linda que meu coração ja sentiu.
Farei 10 anos de poesia em 2018, lembro como se fosse hoje quando escrevi o meu primeiro poema titulado “Onde está o teu corpo”, para ser apresentado no TAL (Tempo de Arte Literária), na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, organizado pela professora Sandra Zaira, neste dia apesar de ter escrito a poesia, não tenho apresentado, apenas apresentei poesias da minha autoria neste mesmo espaço em 2010, a poesia apresentada foi titulada como “Destino” escrita em 2010, neste mesmo ano passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, onde passei a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes, e a ganhar um conhecimento sobre o anarquismo, neste mesmo espaço funcionava o ISVA (Instituto Socioambiental de Valéria), e o cineclube do bairro. Em 2011, apresentei a poesia “Coração de Pedra”, no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, a poesia “Onde está o teu corpo” somente foi apresentada no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, também para o TAL (Tempo de Arte Literária), ganhando no primeiro lugar em 2012.
Publicações nas redes sociais:
Em 2011, passei a redigir o livro “Toque de Acalanto”, no Centro Educacional Paulo VI, ganhei o meu primeiro Pendrive, para armazenar as minhas poesias e comecei a publicar algumas poesias no Orkut, Facebook, Blog, Site, Twitter… Esse foi um dos meios que tenho encontrado para publicar as minhas poesias, para que outras pessoas lessem, mesmo assim ao longo do tempo fui parando de publicar as minhas poesias nas redes sociais, pois muitos dos amigos(as) não gostavam de receber as poesias que apareciam no “feed de notícias” da rede de cada um. Então resolvi criar uma Fanpage no Facebook, assim como na Google, mesmo assim não tive sucesso, de cada 1 elogio milhares de críticas, contra as publicações, onde buscava também escrever poesias e textos de cunho social, fazendo denúncia do sistema. Fiz parte do curso 200 anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida, na Biblioteca Publica do Estado da Bahia.
Publicação de Antologia:
Em 2013, comecei a publicar poesias em antologias, recebi o convite do Valdeck Almeida de Jesus, para poder publicar uma poesia da minha autoria, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, da Editora Galinha Pulando, antologia essa que é publicada um ano depois, ou seja foi publicada em 2014, enviei a poesia “Amor“. A partir dai comecei em publicar em diversas outras antologias, e fiz parte também em uma das edições da Revista Omnira, N. 8, organizada pelo jornalista Roberto Leal.
Queima de poesias:
Tenho queimado diversas poesias da minha autoria, pois não estava me sentindo bem, somente depois de alguns anos que lembrei que tinha cada poesia salva no Pendrive e em 1 CD, não foi apenas uma vez que isso tem acontecido, houve a segunda vez como uma experiência para que nunca mais faça isso, essas poesias apenas poderei encontra-la quem sabe no Rio de Janeiro, registrada pela Biblioteca Nacional.
Encontros Literário:
Tenho ido em alguns encontros literários, apenas não tenho frequentado com assiduidade por falta de recursos para se deslocar do meu bairro para o local dos eventos, tenho ido no Projeto Fala Escritor, no Iguatemi, tenho ido no Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), no Barbalho, assim como também tenho ido na Parada do Livro da Bahia, em alguns lançamentos de livros, organizado pelo Roberto Leal, pela UBESC (União Baiana de Escritores), assim como fui no lançamento do livro “Cartas ao Presidente”, organizada pelo Carlos Souza Yeshua, tenho ido no projeto Leituras Pulicas, no pátio da Biblioteca Publica do Estado da Bahia, assim como tenho ido em algumas exposições das obras do Almandrade, no Mosteiro São Bento e na Galeria Roberto Alban, dentre outros.
Oficina de Poesia:
Fiz parte de algumas oficinas de poesia, para poder me desenvolver mais, então resolvi fazer parte de algumas oficinas de um projeto chamado Escrita em Trânsito, fiz parte de oficina organizada pelo Ricardo Domeneck, Carlito Azevedo e João Bandeira.
Já parou para pensar que amar alguém dar muito trabalho? Se parou é porque não ama, quem ama não pensa.
O sertão tem algo que me encanta
e não é o sol
e não é a seca...
muito menos as cidades.
O que me encanta de verdade no sertão
são os sertanejos,
é o jeito deles,
aquele jeito simples de levar a vida.
Mistério
Exala no hálito
A brisa o frescor!
Há tantas coisas fugidias,
Em um cerco de maltrapilhos…
Neblinas que prendem o ver.
Estar e não estar.
Almas que flutuam
Como algodões
Cada um de nós morreremos
Para nascer de novo.
…
A vida renasce em Cristo
Em cada Natal!
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