O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Cobri-me de deslumbre e mágica
E jurei de dedos cruzados
Que eu ia converter
Inverter os papéis
Porque eu quero é viver
Na mansidão
Mansa fúria como o mar
E quando tua mãe ligar
Eu capricho no esculacho
Digo que é mimado
Que é cheio de dengo
Mal acostumado
Tem nada no quengo
Deita, vira e dorme rapidinho
Você vai se arrepender de levantar a mão pra mim
Eu vacilei na primeira regra do rolê
Fiquei doidão
Liguei pra você
Mas quem um dia irá dizer
Que o nosso amor
Precisa se esconder
No desencontro eu te encontrei
Do desencontro eu achei
Que ia tentar recomeçar de onde eu errei
Você nem quis, mas por um triz
Quase me fez feliz
Das vezes que me apaixonei
Chorei, sofri, me perdi...
Na primeira quase morri
Na segunda eu prometi nunca mais acontecer
Continuo chorando, sofrendo, me perdendo...
E assim vai o que nao pode ir
Num caminho incerto e tentador
Quem sabe amor, quem sabe dor
Quem sabe tu, quem sabe nós
Ou nem tu e nem nós, apenas eu
Quem sabe? Deus
"Eu não creio em bruxas, mas que elas existem, elas existem."
Miguel de Cervantes acreditava nelas
e falou pura verdade:
Viveu na época em que elas eram proscritas
por simples ignorância.
Ardiam nas fogueiras por serem diferentes.
Se tivessem olhos verdes, ERAM BRUXAS!
Se lessem Tarô, se fossem misteriosas,
se gostassem da noite, se fizessem poções,
se acendessem velas, se tivessem cabelos vermelhos,
se vestissem negro, se tivessem unhas grandes,
se fossem intuitivas, se usassem amuletos,
se falassem sozinha ou com os bichos,
se vivessem na floresta... ERAM BRUXAS!
O tempo da caça às Bruxas passou,
mas ainda hoje elas sobrevivem
dentro de cada mulher
que de anjos e bruxas todas têm um pouco.
Cika Parolin
Quem sou eu?
O que eu sou?
A tempo venho tentando responder essas e demais perguntas...
Posso ser o bem, posso ser o mal
Posso ser aquele que te faz rir, ou aquele que te faz chorar
Talvez eu seja um ogro, cujo qual não mereça ter um final feliz...
Um monstruoso monstro, asqueroso e solitário, sem o direito de errar
Felicidade? Onde se encontra? A tempo não à vejo.
Tristeza? Andando sempre lado-a-lado
Lágrimas? Estão presentes a todo instante, o único problema é que se encontram impossibilitadas de cair, afinal, vivem presas na garganta.
Refletindo durante a madrugada
Perdendo noites de sono, para chegar em raciocínios teóricos...
Será que sou realmente merecedor de toda essa dor?
Realmente mereço ter uma mente perturbadora, onde tudo que se aproxima de "felicidade" é o suicídio?
Tentar, tentar e tentar, para acabar tendo o coração novamente partido?
Isso vale realmente a pena?
As memórias deixadas estão me corroendo
Não há como esconder
Sua voz é tudo que recordo
Dizendo que recebo o que mereço
Em toda perda, em toda mentira
Em toda verdade que você nega
E cada arrependimento? E cada adeus?
Foi um erro grande demais para esconder?
Me dê um motivo!
Apenas um motivo para preencher esse buraco que se emancipa a cada dia em meu peito.
Me dê uma razão!
Uma razão para provar que estou errado
Uma razão para mostrar que minha morte não é a solução.
Não basta existir, é preciso também pertencer a sua existência, infelismente eu só existo, porque não me pertenço!
Sou a cabeça do vento, onde entra quê quizer, pisa quê quizer!
Gostaria de intender a minha cabeça, mas acabo dizentendendo esse entendimento, não consigo pegar a minha cabeça, como pegaria o vento, talvéz um dia estarei em condensação!
Talvéz me sintam forte, em que tenho aguentado tudo para ser livre!
Estou livre sim, mas com alma acorrentada. Tenho visto sorriso falso das ruas e barracos, mas eu prefiro lagrimas verdadeiras, isso é que me comoveria e choraria contigo!
Triste verme inclinando a cabeça e o pastor colocando as suas mãos nela e não poder quebrar as correntes!
Há vezes que me canso de escrever, porque a tinta é o orvalho do meu rosto, onde teria eu sido abandonado, como se fosse algo inexistente. A oito anos não consigo me encontrar, quê sou afinal?
Ande vou, onde me encontro!
Mas estou certo de alguma coisa, da incerteza do meu destino, porque não me pertenço, sou produto da vida sem ter pertencido a ela!
Maulite Zava Boneze
Não sou Cobaia
Cresci sabendo que um dia o amor de muitos se esfriaria , enquanto o planeta Aquecia.... eu só NÃO imaginei que essa época eu alcançaria , e NEM na pele sentiria os "amigos" se afastando.
Mas cá estou eu, vendo pessoas que só estão comigo nos momentos de alegria, me deixando só nos momentos de tristeza e dor .... Eu que tanto abarquei dores alheias ...... Mas
Deixei de me importar com esses hipócritas .
AFINAL EU TENHO FÉ EM UM DEUS GRANDE PODEROSO MAGNÍFICO SENHOR DE TUDO QUE TUDO PODE .... QUE SEMPRE ESTÁ AO MEU LADO .... SÓ ISSO ME BASTA NO MOMENTO..... ESTAR JUNTO DAQUELES QUE ME AMAM DE VERDADE,...... .
EU AINDA ACREDITO EM UM MUNDO MELHOR EM ALGUM LUGAR DO UNIVERSO,... ENTÃO VOU ESCREVENDO MEUS VERSOS E SEGUINDO O CAMINHO DA VIDA NA LUTA POR UM SONHO REAL..... PLANTANDO FLOR , SEMEANDO AMOR, AGUARDANDO DE MEU DEUS O JUÍZO FINAL
Essa vida é engraçada
Eu que sempre disse não
Que achava clichê
Esse papo de casal
Me aparece você
E faz eu perder
Essa minha postura
De bandido mau
de repente
não mais que de repente
eu você
você e eu
nós dois assim
frente a frente
não mais que de repente
nós dois a fim
bem rente
olho no olho
dente no dente
de repente nós dois
pra sempre
venha
me livrar
dessa vidinha à toa,
enquanto
eu fernando,
você outra pessoa:
rapte-me da cama,
leoa!
Tic Tac 🤫 El Tiempo - Viva hoje, sinta hoje. O amanhã é incerto.
Eu sempre preciso me lembrar... as vezes esquecemos que nossa imortalidade está no presente.
O DOBRO
Se você me perguntar
Para quê eu quero o seu amor
Eu então lhe responderei
Que é para te devolvê - lo em dobro.
Eu tô cantando a minha vida desde 2009
Conforme o nome fica forte, o papo fica forte
Me odeiam, mas respeitam meu corre
Eu tô botando 24h dentro das estrofes
Eu sou mais um ser humano sistemático
Um gordinho ou um nerd simpático
Fugindo das pessoas com o coração de plástico
O que a fama me oferece eu num tô interessado
Avisa essas tiete que eu não sou mais um machista ordinário
Traindo a mulher em casa
Dizendo que faz parte do trabalho
E que se eu olho pro futuro, eu me vejo casado
Um apartamento irado com o piso laminado
Brinquedo pra todo lado, um cachorro engraçado
Correndo atrás do próprio rabo
E tudo fica mais possível conforme eu vivo do seu lado
Outra Vez
Outra vez, eu tive que me ausentar
Os sonhos foram levados ao vento
E agora não adianta mais chorar
Os pensamentos estão ao relento
Se buscar bem no fundo do meu olhar
Verás gotas de desalento e sofrimento
São estações que continuam a passar
E eu um passageiro neste seguimento
Outra vez, eu tive que me calar
Neste silêncio de isolamento
Ali pode minha alma poetar
E a poesia me trazer total alento
Mas talvez ninguém possa entender
O que para muitos é pouco fundamento
Quando se ama para valer, faz viver
E só vive quem tem amor no sentimento
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
fevereiro de 2016 – Cerrado goiano
De amor
Eu não tinha nada, ao vir para este mundo
Busquei em cada olhar um abrigo, um amigo
E nesta leitura me fiz mais profundo
No meu eu. Me vi rico, me vi mendigo
Cada tempo, cada minuto, cada segundo
Caminhei junto ou separado, calei e pude falar
Assim o corpo se tornou fecundo
E aprendi como é bom amar
Que na alma só ele vai fundo
E ao partir, nada terei, só o amor pra levar...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
fevereiro de 2016 – Cerrado goiano
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