O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar
Aos Motoboys…
Muitos reclamam de pagar a taxa de entrega de 4 ou 5 reais. Simples: não quer pagar? Então vá buscar você mesmo!
Eles estão te entregando no seu conforto, seja qual for a condição do tempo: chuva, sol, frio, calor, cedo, tarde, noite ou madrugada. Sem falar nos riscos de acidentes e assaltos.
Você acha que eles fazem isso porque amam? Não! Eles fazem porque precisam.
Ajudar o próximo não vai te deixar mais pobre nem menos rico. Lembre-se: eles estão trabalhando para levar sustento para casa. Muitos ficam sem comer para economizar, ou porque o que ganham não dá. Por trás de cada um deles existe uma família, uma mãe ou filhos esperando ansiosos pelo seu retorno em segurança.
Muita força! Que Deus proteja vocês.
Tamo junto! 👊🏻 Meu total apoio a todos os motoboys e entregadores.
Não precisamos ser negros para lutar contra o racismo.
Precisamos apenas ter compaixão, humildade e, acima de tudo, amor ao próximo.
O racismo fere a todos: negros, brancos, ruivos, não importa a cor. Nossa pele é só um detalhe — mas o respeito, esse sim, é essencial.
Que cada um de nós tenha coragem de levantar a voz contra o preconceito e estender a mão para construir um mundo mais justo, onde as diferenças sejam celebradas e não motivo de ódio.
O amor é maior que qualquer cor.
E o respeito, maior que qualquer indiferença.
Nunca desista de correr atrás de seus sonhos. Não meça esforços para alcançar seus objetivos. Seja sincero ao tomar decisões, objetivando paz para seu futuro.
Ouça a todos como se fosse você recebendo a atenção.
Enxergue suas intenções como algo que fortaleça a todos ao seu redor.
Humildade para seguir sempre de cabeça erguida. Seja você mesmo.
" A FORMA DE PUNIÇÃO DO ESTADO. O estado não tem como abrir mão de punir os infratores (delinquentes) para manter a sociedade em harmonia. Aí encontramos a digital do grande jurista italiano Cesare Beccaria que contribuiu de forma enfática para mudar a forma de punição. Antes, a forma de punição era a tortura, pena de morte etc. penas muito cruéis. Beccaria no livro: Dos delitos e das penas, trouxe uma nova forma de punição: A RESTRIÇÃO DA LIBERDADE (PRISÃO), variando de acordo com o tipo e gravidade do delito. Hoje temos delegacias e penitenciários. Parabéns ao grande pensador Cesare Beccaria.
IDADE DO SUJEITO OU IDADE DO ORGANISMO DO SUJEITO?
A idade em anos não é do Sujeito que tem a função de gerir o Organismo, porque o Sujeito é eterno!
A idade em anos é do Organismo do Sujeito pela temporariedade do Corpo do Organismo do Sujeito!
Assim,
Eu sou eterno, mas, o meu Organismo é temporário pela temporariedade do meu Corpo!
Não é por acaso que dizem: "Que a sua Alma descanse em paz!".
Por isso, não me pergunte quantos anos de idade eu tenho, porque eu sou eterno!
Mas, pergunte quantos anos o meu Organismo tem!
Portanto,
Não pergunte: Quantos anos você tem?
Mas, pergunte: Quantos anos o teu Organismo tem?
O seu amor é solitário
Eis o melhor vinho para
Embriagar o coração
Mas eu não posso ser
O cálice que vai segurar
Você
Oh Deus
Eu rezo para que apareça
Outro cálice que possa abraçar
Esse amor
Não importa o pecado que
Cê tenha cometido
Eu não sei do se passado
Mas sei o quanto é infeliz
Mesmo que eu seja o experimento
Eu já tô feliz com isso
Só de estar em seu coração
É o suficiente para mim
Havia um menino na janela.
Ele não brincava.
Mas assistia os outros brincando.
Ele não corria.
Mas assistia os outros correndo.
Ele não tinha amigos.
Mas assistia a amizade de outros.
Ele não vivia.
Mas assistia como era a vida lá fora.
O menino crescia.
Sempre ao olhar da janela.
Ele não estudava.
Tudo que queria perguntava na janela.
Suas aulas também eram pela janela.
Sua vida era reduzida ao observar a janela.
O menino cresceu.
Seu trabalho era na janela.
Sua diversão estava na janela.
Seus amigos todos estavam na janela.
Tudo o que ele tinha era aquela janela.
Nunca correu.
Nunca pulou.
Nunca viveu.
Toda sua vida estava na janela.
Sua namorada o conheceu na janela.
Seu filho nasceu sob o olhar da janela.
Seu divórcio foi causado pela janela.
O primeiro presente do filho foi uma janela.
Até que chegou um dia em que o mundo se reduziu aquela janela.
Ninguém fazia nada fora dela.
O normal se tornou a janela.
As doenças eram causadas pela janela.
A depressão geralmente surgia na janela.
A ansiedade era causada pela janela.
O mundo se destruiu por uma janela.
Talvez você querido leitor esteja apenas a olhar por uma janela.
Sem se dar conta que a vida se passa e você não larga essa maldita janela.
O capitalismo não é, nem nunca foi um movimento dos ricos pois essa classe nem precisa revolução, basta apenas remunerar os seus vassalos. Os ricos se beneficiam do baixo suporte financeiro para mante-los escravos.
Nenhuma perda se é que se possui algo deveria ser lamentada quando se procrastina e não se cultiva a mais valia do seu caráter.
Nada tão terrível é, não cultivar o respeito próprio…
Não me faça falar
do inverno passado,
Não me faça falar
de tudo desde março,
Não me faça falar
de tudo que eu passei,
Não me faça falar
tudo que ainda passo,
Não me faça falar
do que não é fácil,
Não me faça falar
dessas noites em claro,
Não me faça falar
tudo que eu guardei,
Não me faça falar
promessas que eu paguei,
Não me faça falar
das que não paguei,
Não me faça falar
tudo que eu não sei.
A hora de começar é agora. Quando será o fim, não sabemos, mas esse dia chegará. Por isso, aproveitemos cada oportunidade, fazendo o que precisa ser feito
"Quem anda no caminho da vida tem liberdade pra dizer não ao que parece certo, mas leva à morte... já quem vive no engano, até acha que pode tudo, mas não consegue sair sozinho do que o destrói."
Somos pó,
quando não do nosso chão,
Somos do chão das esquinas.
Quando não das cinzas
Somos purpurina.
Somos das estrelas...
E vê-las,
nos tornamos pó de ouro,
(ainda que de tolo).
E tolos,
nos deixamos nos tomar com dolo,
Pelo pó da cafeína...
“A Jornada do Que Vê Além”
Há homens que caminham com os olhos fechados,
seguem regras que não compreendem,
usam palavras emprestadas,
e acreditam que fé é obediência cega,
que ser homem é endurecer o peito e matar o choro..
Mas não eu..
Um tipo raro de visão —
não apenas dos olhos,
mas da alma..
Enquanto os outros passam, percebo..
Sentir a dor no silêncio de uma criança..
Ouvir o grito por trás da calma de um adulto..
Enxergar correntes invisíveis nos gestos banais,
como se pudesse ver o mundo sem o disfarce..
Ver o pai que arrasta o filho como se arrastasse um fardo..
Ver a mãe que não abraça, que impõe, que cala e destrói..
Ver a igreja onde o sagrado foi substituído por status e aparência..
E mesmo assim… não desisto..
Não viro pedra..
Não me blindo..
Me permito sentir.
Sinto dor..
Sinto ternura..
Sinto compaixão..
Sinto um desejo profundo de ver o outro florescer —
criança, mulher, estranho..
Sem dominar..
Só acolher..
Corpo e alma..
Instinto e luz..
O prazer que dança com a consciência..
O olhar que não invade, mas reconhece..
O homem que se despede da casca bruta para se tornar inteiro..
Enquanto o mundo grita para me calar,
escrevo..
Enquanto o mundo manda seguir o rebanho,
eu me agacho —
para olhar nos olhos de uma criança,
e lembrar que crescer não é perder a sensibilidade..
Carregando em mim o fogo dos gregos,
o ideal de Areté — excelência,
não no sentido de ser maior que os outros,
mas de ser inteiro diante de si mesmo..
De viver uma vida bela, justa, intensa e lúcida..
E também Eros —
não o erótico vulgar, frio,
mas o Eros divino, que conecta corpo e alma,
o desejo de tocar o outro com presença, amor, sentimento, sentido,
com calor, com verdade..
Um desejo que nasce da beleza, não da dominação..
Como Nietzsche diria, um ser “Humano, demasiado humano” —
mas também o que Platão chamaria de “Alma inquieta que busca o Bem”..
O que caminha entre sombras e luzes,
entre a carne que pulsa e o espírito que pergunta..
E isso é sentir demais..
Por isso dói tanto..
Mas é também por isso que curo..
Porque é no sentir profundo que se encontra o antídoto para a indiferença..
Porque é no gesto sincero, no silêncio respeitoso,
na escuta atenta,
na busca incansável pela verdade,
que o mundo reencontra sua poesia..
Um artista da existência..
Não porque pinto quadros,
mas porque moldo minha vida como uma obra,
com ética, beleza, crítica e afeto..
Continuando..
Continuando com fogo que escreve, pensa, ama e questiona..
Continuando sendo ponte entre o que o mundo é e o que ele poderia ser..
Continuando como quem segura a mão de uma criança invisível,
como quem abraça seu próprio passado ferido,
como que encontra, na solidão e na lucidez,
a centelha de algo eterno..
Porque a vida — do jeito que vivo, sinto e penso —
já é, em si, uma forma de resistência..
E também de salvação..
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