O Homen que se Acha Sabio
É melhor ser salvo pela loucura da pregação do que ser perdido pelo engano das promessas de homens mentirosos e cheios de vãs filosofias.
Pessoas de caráter não vendem seus valores, não negociam seus princípios e não se curvam para homens maus
Em toda mulher há uma beleza
E esta beleza, quando reconhecida
Se torna a anarquia de muitos homens.
O homen por natureza não gosta das mudanças, mas é fruto delas - inelutável é que sem mudança não há evolução possível.
Líderes de igrejas que proíbem a criançada de frequentar um Acampamento para Crianças são homens que nunca tiveram uma infância feliz com Jesus.
O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.
Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.
No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.
Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.
E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.
São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.
“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.
Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.
E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.
Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.
Não sejam campanhas, mas coragem.
Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.
Coragem de não idolatrar bravatas.
Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.
Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.
Não queria ter sentimentos, um homen de pedra queria ser .. mas ate a agua penetraia meu coração .. e ainda assim depois que ela passasse ficaria um buraco .. que jamais seria fexado.
Se Deus criasse Eva outra vez e ela se parecesse com você, então ele se esqueceria de criar os homens...
Uma intolerância crescente para o desagrado, aliado a redução a de atração pelo prazer,leva os homens a perder a capacidade de trabalhar arduamente em busca de um resultado distante,embora promissor(...)A necessidade de satisfação imediata é infelizmente favorecida de todos os modos pelas empresas comerciais e produtores,sendo espantoso constatar que os consumidores não percebem o quanto se tornaram escravos das compras a prazo.
Decidi que após o almoço eu iria jogar tênis de mesa e assim eu fiz. A única mulher entre os 7 homens, colegas de trabalho, mas tinha várias variáveis para o meu péssimo desempenho: ferrugem, aprendiz, salto alto, maquiagem, vestido sem shorts por baixo, bolinha que vivia no chão, meu despreparo para jogar e a implicância de todo mundo. Ouvi piadinhas do tipo “vai ler um livro”, “tua gerente está te chamando”, “vai dormir”, “sai daqui”, “você viu alguma mulher?”. Implicavam até com a maneira que eu pegava na raquete porque eu seguro de forma diferenciada. Eu lá firme e forte, rindo da situação e adorando perder de 0, 1 e 2, aliás perder de 2 pontos era lucro para quem estava aprendendo. Quem é que nasceu sabendo alguma coisa? Hã? Quem é que não passou por críticas? Isso aí, rum! fichinha das leves. Por fim, decidimos que tinha gente suficiente para jogar de dupla e no meio de tantas risadas decidiram que para ser justo eu tinha que ser par com todo mundo, melhor pra mim, jogava mais, cada um teria que me carregar nas costas segundo conceitos pré-determinados. Foi curtição atrás de curtição. Teve um colega que jogou comigo como se eu fosse retardada e só parou quando eu empatei no 4 a 4. Mas não é que fui melhorando, não é que foi fluindo e mesmo que eu perdesse de 7 a 2 na dupla, os 2 míseros pontos foram feitos por mim. Essa é a evolução da Srta. Teimosa, muito prazer! Mas sabe o que mais gostei, foi de passar a imagem da Arcise brincalhona, bagunceira, chamadeira de palavrão, essa Arcise sem o esteriótipo de Assessora, sem o ar autoritário, metido, exigente, de alguém que cobra e pressiona, essa Arcise sem a carcaça do cargo, porque infelizmente as pessoas confundem o profissional com o pessoal, o meu jeito Bernadinho das quadras é totalmente diferente do meu jeito Arcise de ser.
Sou ingênua, no que diz a respeito homen, mas, por ter um sexto sentido elevado,acabo por escutar a minha própria razão, por isso, não me deixo ser dominada, sou como um pássaro, não tenho rumos pra voar, pouso as vezes, e logo me vou, se gostei do lugar volto, se tiver segurança fico, se não tiver, é pra nunca mais.
