O Homem que Nao se Contenta com pouco
"Um homem pode ser enganado,pode mesmo enganar-se,mas assim não poderia ser quando milhões de homens veem e ouvem a mesma coisa."
Allan Kardec.
O homem precisa do trabalho, assim como o trabalho precisa do homem. Sem o qual ambos não poderão subsistir.
Um grande homem não se faz pelo seu poder econômico, porque suas atitudes podem ser mesquinhas e avarentas. Um grande homem não se faz pela força física, porque ainda sim poderá ser orgulhoso e prepotente. Um grande homem não se faz pela sua estatura, porque mesmo assim poderá ter um coração pequeno, pouco generoso e invejoso. Nem se faz grandes homens só de palavras, porque ainda assim poderá esconder os piores interesses escusos em belas palavras. O homem se fará grande com suas atitudes, em atos de bondade, humildade, sinceridade, paciência, tolerância, benevolência, todas essas são caminhos por onde o amor percorre. Então o amor é o princípio, o caminho e o destino. Se Deus nos diz que ele é amor e todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam, então ele seria nossa última parada, o nosso destino (last stop) Como Paulo vai nos dizer lá em 1 coríntios, permanece a fé, a esperança e o amor estes 3 porem o amor é o maior deles. O amor por si só basta. Pois aquele que ama, não comete mal ao próximo, nem tão pouco aos pequeninos. Então ame o amor e viva melhor.
"Não se escandalize com o meu Cristianismo,Não sou melhor do que ninguém,sou apenas um homem pecador buscando o perdão de um Deus perdoador misericordioso e que não interfere no meu livre arbítrio".
Seja e Faça a Diferença
Não importa se você é rico ou pobre, homem ou mulher: somos todos cidadãos e cidadãs brasileiros, iguais em dignidade e direitos.
Pessoas anônimas ou famosas, trabalhadores da cidade ou do campo, empresários, parlamentares, líderes políticos e sociais, cidadãos de todas as profissões, idades, raças e credos, todos nós somos guardiões dos valores que fazem do Brasil uma grande Nação.
Mas infelizmente, ainda existem pessoas que pensam apenas em si mesmas, esquecendo dos que dependem delas. É triste testemunhar tanto descaso com a sociedade: idosos sem remédios, crianças doentes, famílias desabrigadas, pessoas famintas, filas intermináveis por um atendimento, um transplante ou uma simples consulta médica.
Essas atitudes egoístas alimentam desigualdades e deixam milhões desamparados. Por causa dessas pessoas, muitos de nós somos injustamente generalizados, como se fôssemos todos iguais a quem erra e se aproveita do poder. Mas estão enganados: há quem lute com honestidade por um ideal e por um futuro melhor.
Precisamos abrir os olhos e enxergar que só seremos livres quando aprendermos a andar com as próprias pernas, sem depender de quem só busca o próprio benefício. Temos livre-arbítrio, mas é preciso amadurecer, assumir responsabilidades e pensar no futuro de nossos filhos, de nossas famílias.
Chega de sermos alimentados por falsas promessas. É hora de lutar por uma renovação, de construir uma política que verdadeiramente cuide do povo e valorize cada eleitor. Porque a política é feita por nós, e juntos podemos fazer diferente.
Plante hoje as sementes do amanhã que você quer colher. Pois os frutos, bons ou maus, dependerão apenas de suas escolhas.
Seja a diferença. Faça a diferença. E seja a chave para um futuro melhor.
sim eu me perdoei pelos meus erros de meu passado
mais isso não me faz um bom homem
isso apenas depende do que você enxerga e sente por mim
mais a minha mudança está muito clara.
NÃO HÁ CURA PARA A MORTE
(Bartolomeu Assis Souza)
Somente duas datas definem o homem.
Sua chegada ao mundo: nascimento.
Sua partida desse mundo: morte.
O que é a vida então?
Somente a jornada, a caminhada...
Esse é o nosso tempo: agora.
Não há cura para a morte...
Apenas o caminhar da estrada
de cada dia...
Viva a vida!
Viva a morte!
Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.
Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.
Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.
Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.
Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:
“Aqui, nenhuma criança será recusada.”
Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.
Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.
Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.
Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.
" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.
Chico Anizio. Antes de tudo homem, pai, humorista. Hoje sua falta todos sentiremos. Amanhã não esqueceremos de suas piadas, de suas anedotas de suas oportunidades dadas a muitos. Obrigado por sua estadia nesta terra. Parabens por fazer as pessoas sorrirem. Adeus.
Em um casamento a mulher representa o coração, o homem a mente, isso não significa que a mulher não pense ou que o homem não tenha amor**
Veja, o coração pode ser comparado a um baú, onde se colocam coisas antigas, percebemos que o coração faz com que a mente traga a memória as lembranças do passado despertadas pelos sentidos...
A mente é como uma fortaleza, tudo estará em perigo se passar por ela, se assim for, só existirá uma saída, e está no coração, por ele enganoso, veio a ser preso e por ele ser sensível pode encontrar a saída para que a mente entre em ação e remova o perigo que afeta ambos, havendo assim a reprogramação da mente e o consolo do coração.
Conclusão:
O que falta no homem tem na mulher e o que falta na mulher tem no homem, por isso ambos precisam estarem unidos, juntos em sintonia nada poderá vence-los*
Símbolo do cuidado e valentia,
Do respeito e da chefia;
Do homem que parece não se cansar,
E também do herói exemplar;
Sua garra nos inspira,
Sua força nos motiva;
Protetor da família e referência da vida;
Exemplo da honestidade e da conquista com humildade;
Nos faz rir e chorar, essa é sua forma de amar.
Amiga, não se preocupe não! A fábrica do homem é a mulher que gera e procria homens e mulheres, também chamados de seres humanos, os quais ultimamente não sabemos se somos humanos ou não, tamanha a violência dominante em nosso meio. Beijos.
Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o Homem que se gaba falsamente de dádivas.- Provérbios de Salomão.
Mulher
Não existe homem forte
Que por trás de si não tenha
Uma mulher que o mantenha
Lúcido a se tornar gigante...
Louco é aquele que desdenha
E não sabe o valor desse brilhante.
Seja um homem e uma mulher de oração, não seja como seus amigos e a maioria de suas amizades na igreja, eles não querem algo sério com Deus, você precisa buscar mais e Deus te mostrará algo imensurável."
