O Homem que Nao se Contenta com pouco
Um pouco de atenção...
Quando te vejo
Eu não consigo disfarçar
O que sinto por você
Está escrito no meu olhar
Quem olhar pra mim vai perceber
Que gosto de você.
Não tem mistério, só uma solução.
Olhe com os olhos do seu coração
Dê-me um pouco de atenção
Beije a minha boca, pegue a minha mão,
Pare de frescura vamos viver essa paixão
Se você me quer então não deixe o meu peito
Sangrar e chorar em vão.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Ajude o próximo...
Não faça pouco caso do
problema dos outros,
Ajude o próximo e pare de pisar
Sobre o seu pescoço!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Vou provar pra você...
Uma noite com você é pouco
Eu não aguento mais
Já estou ficando louco
Vou provar pra você
Eu quero casar com você
E vou fazer valer,
Juntos vamos vencer.
Nessa vida só vence quem luta
E viver nesse mundo sempre
Foi uma grande disputa!
(Autor: Edvan Pereira) “O Poeta”
A pressa faz a gente aceitar pouco… A paciência faz a vida entregar o que a gente merece. Não é sobre esperar qualquer coisa…
É sobre esperar o que vale a pena de verdade. O que chega rápido… nem sempre fica. O que vem no tempo certo… ninguém tira.
O pouco do tempo que se vive, se vive no tempo do muito do que não se aprende vivendo, mesmo que se pense que se esteja aproveitar a vida no tempo, apenas somos a ilusão do instante que se esfuma no ar das horas que passam sem tempo.
POSITIVO SEMPRE
Não sei escrever em inglês
Sei um pouco de português
Sabendo ou não
O importante é escrever poemas
Que levem mensagens positivas
Para todos os corações
Eu amo coisas que não estão mais na moda. Aquelas um pouco vintage...como a lealdade, felicidade e principalmente o respeito.
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Me entender não é fácil, falo pouco, mas falo o idioma do meu mundo, se eu disser (A) não precisam escrever (Z), basta soletrar, as metáforas não são tão importantes quando me conhecer é o bastante, saber minha história e trajetória, minhas teorias só servem para mim e de forma alguma quero que vivam o que eu penso, nem que vivam o que eu vivo, mas tirar o melhor do que escrevo pois isso sim faço para todos.
Não se recorrer à negatividade te providência alívio, qual te liberta, de pouco em pouco, do peso da falta de energia.
Bando de Rato !
Não posso ser deputado,
nem tão pouco vereador.
Porque não irei cumprir
com às promessas,
feitas ao meu eleitor.
Bom seria, se todos pensassem,
antes de sair candidato, para
pedir nosso voto, esse bando
de rato.
O povo neles acreditam, esperando
uma vida melhor,
mas quanto mais, o tempo passa,
às coisas ficam pior.
Sempre com às mesma desculpa,
que às coisas vão melhorar,
se vocês meus eleitores :
Seu voto a mim confiar.
Não adianta chorar !
Não adianta chorar,
Nem tão pouco sorrir,
Pois considero fiado,
Igual a dor de parir.
A mulher chora enquanto a
criança não sai.
Depois que dar a luz,
dá dor, nem se lembra mais.
Assim é quem compra fiado,
chora até conseguir,
depois que consegue,
não passa mais por aqui.
"Não é o mundo que está acabando, é o tempo."
“Porque ainda em bem pouco tempo, aquele que há de vir virá, e não tardará.”
Hebreus 10:37
Vivemos dias em que as dores da criação são visíveis. Guerras, fomes, enganos, frieza espiritual, e um amor que se esfria até entre os que dizem conhecer a Verdade.
Ventos do espírito
As rajadas dos ventos da vida por pouco não despedaçam minha alma,
transpassam meu coração como espadas de dois gumes, perfuram minhas veias
infiltrando aço derretido.
Que espécie de ser sou eu? Que passos estou dando?
Em direção ao que? Porque que estou lutando?
Em matéria morta estou me tornando e logo morrerei a míngua
de quem pouco fez questão que eu existisse.
Pó, terra podre e morta é o que serei para os que com lágrimas de costume
bandido serei plantada e regada.
Enquanto aqui estiver, tratarei de me recompor, de sorrir pra vida
sem muito temor, de modo que todos visem o que de fato sou.
Ser humano com e sem valor, dependendo de com quem eu ando e com quem estou.
Não! Ser diferente pelo que fui criada e igual pelo que fui formada.
Com um sopro eu nasci, de um suspiro morrerei.
E no fim o que restará senão retalhos de uma vida reprimida,
revirada e definida por frangalhos de esperança ilusionista.
E o que de mim, aqui restar, será para retificação e continuação de uma história...
Apenas mais um capítulo bruto e lapidado ilustrado por mais uma atriz em relapsos na memória.
Felizmente aqueles que não sabem amar são identificados logo de cara, são ocos e estéreis, pouco fazem por si e ao nos deixarem em paz, muito fazem por nós
"Faça como eu: saia com pouco dinheiro! É ótimo para quem quer chegar mais cedo em casa, e não tem vontade de carregar muito peso..."
... e se não muda o mundo
é porque nós homens, até aqui,
nos revelamos pouco interessados
em suas razões e oportunidades
de aperfeiçoamento; e bem mais
em seus rasos pretextos
evícios!
