O Homem que Nao se Contenta com pouco
ESPERANDO VOCÊ....
À espera em todas as coisas...
E em todas as coisas espero...
Um minuto e uma gota de mim...
Já não dá pra lhe esquecer agora...
Como assim?
O que será de mim?
A porta está aberta...
Agora, entra...
Pense bem...
Ninguém espera para sempre...
No alto fulgor dessa paixão insana...
Por todo me queimo...
E minha alma não se cansa...
Enquanto os dias forem meus...
Eles também serão seus...
Serei essa eterna espera...
O que você de mim quer eu não sei...
Mas já lhe aguardo desde ontem...
De véspera
Sabe quando você ama demais uma pessoa?
E não espera nada em troca desse amor?
Assim eu sou...
Mundo tão louco...
E eu aqui...
Me doando cada dia mais um pouco...
Difícil compreender a vida...
Ah esse tempo, leva tudo...
Não me deixe aqui tão só...
Esperando muito...
Vem...
A porta está aberta...
E eu aqui a sua espera...
Sandro Paschoal Nogueira
Pouco é muito
Oferta de amor
Cada um dá o que tem, e, mesmo sendo aparentemente pouco, Deus se agrada se é dado com amor.
Às vezes, o nosso pouco alcança o propósito de Deus.
Evangelizar pessoas ajuda a salvar vidas.
A viúva de Lucas 21:1-4 deu tudo o que tinha para agradar a Deus, e o que tinha era muito pouco ou quase nada, mas para Deus foi o suficiente para demonstrar a sua fiel devoção.
Não precisamos mostrar para os outros o que temos para dar; basta que Deus veja o que estamos fazendo em seu reino pela salvação de muitas almas amadas por Deus.
A Deus toda a glória!
O #ACENDEDOR DE #LAMPIÕES
No silêncio do ontem...
Entre ventos a soprar...
Saudoso de tempo que não volta mais...
O acendedor de lampiões vem lá...
Em namoro com a lua...
Em vielas e ruas...
Nos becos mais escuros...
Junto as tabernas ou cafés...
Casarões antigos...
Cabarés...
Em cantos silenciosos...
Entre alguém e ninguém...
Um a um acende...
Tão cedo no céu a fornalha se aurora...
Retorna lentamente...
Vagando entre as sombras...
Que espreitam insatisfeitas...
O adormecer das estrelas...
No baile das horas...
Não sabe ele...
Nada pode testemunhar...
Da vida pulsante oculta...
De madrugadas de luar...
Muitas vezes o tormento...
Incendeia a paixão do tempo...
Quando a alma precisa de um momento...
Em caminho tantas vezes percorrido...
O acendedor sente saudades de abrir a janela do coração...
Bendita, malvada vida...
Em acender e apagar o lampião...
Suas imensas lembranças...
Silenciosamente dentro dele começam a ecoar...
Algumas oprimem seus sonhos...
Outras o fazem sonhar...
Na rotina dos dias, meses e anos...
Deseja prender o tempo...
E do que lhe resta tão pouco...
Sem perceber muito dá...
Em seu passeio noturno...
Ele faz tudo brilhar...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Pouco me importa
Se desalenta ou exorta,
Tudo pouco importa,
Se os ventos vêm ou vão
Se versos de amores os são
Se é de bronze o sino
Ou se é de metal
Se deslinda o assassino
Em paz nesse natal
Se é de mim que se fala
Se o perfume pouco exala
Se veneno ou remédio
Descalço eu caminho
Encontro meu ninho
Assim cura o meu tédio.
Eu quero viver coisas que nem você e eu vivemos antes.
Quero te levar pra conhecer novos sabores, novos cheiros, novas cores e novas sensações.
Quero beijar a ponta dos seus dedos,
Cheirar seu cangote,
Ahh, ele é tão cheiroso...
Enfim, quero coisas boas e a intenção não será lhe machucar. NUNCA!
Aceite ser meu caso indefinido e viva esse louco de pouco comigo.
“Encanta-me quem tem um olhar para o que é simples e humilde e dá valor ao pouco que ofereço, porque é fácil agradecer o muito, mas nunca o pouco".
Dizer que sábios falam pouco é uma falácia, sábios falam bastante, mesmo com pouco tempo, ou palavras.
SOBRE MUITO E POUCO
Me vesti de luz e fui procurar estrelas,
Me cobri de Céu e permiti que algum cometa passasse como que clareando minhas ideias e meus sonhos,
Então olhei pro mundo
E decidi seguir caminhando por entre sonhos e palavras,
Sempre em busca de realizar
Na minha pequena existência
“Um pouco de Céu para outros”,
“Um pouco de Luz para muitos”,
E um pouco de tudo para aqueles onde o pouco é suficiente e o muito desnecessário!
Eu vigiarei a muitos no meu breve tempo
E depois hei de contemplar
A caminhada de cada um
Em busca da Luz!
Pouco
Quando pequeno pouco sabia,
Lembro de ir embora, feliz,
Um selinho, da Jasmim, ri.
Fui embora pensando nisso,
Outrora, quando não tinha coragem, em mim, pra sentir.
Outro dia, lembrei disso agora,
Depois, bem depois que saí.
Hoje, pouco ligo se sinto,
Carrego um sorriso comigo,
Mascarando minha cara,
Pouco amigo, cara fechada,
Sorriso no peito, hoje, agora,
Parto em outro seio, meu próprio coração, não sei dizer o fim de mim,
Sei que tenho pouco, e meu pouco,
Eu compartilho, amor, de cachorro.
Um olhar sincero.
Antes, perdido e longo,
Hoje, aqui, quase presente,
Onde ando, me deixei.
Feliz, continuarei, eu sei.
Não pelo pequeno beijo,
Mas sim, feliz.
Pelo poder, de saber me ver.
Tirar proveito, da companhia,
De quem sempre foi família,
E parte do meu ser.
Tanto é o tempo que nos é dado, que pensamos de onde viemos e para onde vamos. Se fosse pouco tempo apenas nos preocuparíamos em como estamos.
