O Dom de cada Pessoa
"Sem você, tudo parece tão vazio. A saudade bate forte e dói pra caramba. Cada dia é mais difícil sem ter você por perto. Sinto sua falta em tudo que faço e não sei como preencher esse vazio. Você faz falta demais."
Nos sonhos manifesta-se o louco que há em cada um de nós; após haver governado as nossas noites, adormece no mais profundo de nós mesmos, no seio da Espécie; de vez em quando, no entanto, o ouvimos roncar em nossos pensamentos...
O envelhecimento carrega consigo uma dose significativa de desespero, o que é normal. A cada dia tudo pode começar a dar errado no corpo e isso não há atitude motivacional que resolva.
Cada um de nós é metade o que é e metade o ambiente em que vive. Quando este coincide com nossa peculiaridade e a favorece, nossa pessoa se realiza por inteiro, sente-se corroborada pelo entorno e incitada à expansão de seu impulso íntimo.
Se não prestamos atenção, o sucesso pode levar a uma vida cada vez mais solitária à medida que aumenta a distância entre o indivíduo e as outras pessoas.
Numa sociedade em que ninguém consegue ser reconhecido pelos outros, cada indivíduo torna-se incapaz de reconhecer sua própria realidade. A ideologia está em casa; a separação construiu seu próprio mundo.
Cada situação tem uma dimensão humana pessoal, específica, e outra simbólica, comum a uma coletividade.
Cada vez mais pais sustentam ou ajudam filhos até mais tarde, que parecem buscar se livrar dos pais o mais cedo que podem.
Para dar algum justo espaço à natureza de cada um, é essencial permitir que pessoas diferentes levem vidas diferentes.
Entreguei-me a ti,
Entreguei a ti
Cada pedaço deixado pelo caminho que foram recolhidos.
Eram cacos com a escrita "Medo"
Eram cacos com a escrita "Decepção"
Entreguei-me a ti o meu coração em pedaços,
O inevitável acontecerá
Sobre os cacos ferirá
Eram os cacos do meu coração.
Na vida temos inumeras oportunidades de sermos melhores a cada dia, mas a vida mesmo é apenas uma oportunidade.
Estou embaixo do céu contando cada estrela que meu campo de visão observa,
Meu peito sente a lua mais que meus olhos a enxerga,
Longe...longe...
Como o fim de uma estrada que some no horizonte,
Igual o avião que desaparece dentre as nuvens,
É como escutar o cantar dos anjos diretamente da sua alma
E sonhar que o paraíso está do outro lado da montanha,
Eu vou atravessar pelo caminho do arco-íris,
Um passo atrás do outro,
Eu vou alcançar.
Passo a passo...
Árvores tristes, noite calada,
O vento sopra em meus ombros a dúvida,
E a cada passo, mas longe vejo
O final da estrada.
Poucas respostas,
Do nada, assim?
Qual o motivo desse ''tchau''
Que até parece ''fim''.
Uma mágoa acesa em meu peito
Que não sei de onde surgiu, mas,
Sei como surgiu, sem mesmo saber.
Medo de acreditar em meus sonhos?
Medo de acreditar em min?
Eu não tenho a resposta,
Mas estou assim,
E, tudo o que sinto agora,
Creio que há de vim.
As vezes minha cabeça gira,
gira, gira, gira, gira...
Eu não sei o motivo mas sei que cada batida do coração vem com uma dor continua,
Eu sinto uma dor dentro de mim e o gelo não cessar a dor.
Minha cabeça ainda gira, meus olhos não derrubam lágrimas, talvez por está acostumado ou simplesmente por está seco por dentro.
Minha cabeça gira.
Caminho da vida
Se um dia eu sentar nas nuvens
Pra ver minha vida passar
Vou contar cada pedrinha
E uma história vou criar
Das folhas secas das árvores
Que caíram sobre o chão
Mas formaram um lençol vivo
De singela gratidão
Vou colorir cada passo
Mesmo difícil, que dei
Deixar belo o que era triste
E forte o que fraquejei
Correr contra um trem gigante
Pular alto pra alcançar
A flor que virou o nome
Da criança no luar
A chuva não me carrega
Eu a sigo com emoção
Até a beira do riacho
Deixando lágrimas em vão
Procurando nas estrelas
Formas simples de criar
O guia da minha alma
Que instrui o meu sonhar
Vou voar com o simples vento
Ouvir os pássaros cantar
Quero tocar meu piano
Com os anjos sobre o ar
As manchas das cicatrizes
Tem sua definição
É as marcas do caminho
Com qual fiz com o coração.
Conhecedor do segredo da jurema,
minha história eu canto em poesia.
Cada verso dolente tem magia
que deixa emblemático o meu tema.
Declamando impasse e dilema,
da roseira vou tirando o espinho,
Tranquilo vou seguindo o meu caminho,
por avenidas,estradas e veredas.
Sem usar água,apagando as labaredas,
nos dez pés de martelo miudinho.
