O Amor tem que ser Alimentado
Você que tem a bondade no olhar, o amor no coração, a força que vem do céu
Você que erradia luz e contagia com sua energia, parece magia
Um homem com alma de criança, que desperta esperança
Você é amor em forma humana, é poesia da minha canção.
O amor têm muitas formas cada pessoa vê de uma forma diferente mais única forma que vc nunca vai ver é forma do verdadeiro amor
amor têm muitas biologias, tem fé, tem crença, tem filosofia, tem palavras, mas nem umas dessas biologias está certa porque verdadeira biologia ta dentro de vc
“Aquele que é abençoado não precisa de sorte, viver é um êxito, tem amor em abastança, pois, se sente um bem-aventurado.”
E eu jurei que eu não ia falar de amor
Mas tem seus rastros em todo lugar
Que me perseguem por onde eu vou
Relógio do amor...
O relógio, ele tem 3 ponteiros.. um é mais alto, um no meio e o outro bem baixo
Há dia que teremos de abaixar e deixar o tempo passar,
Há dias que poderemos saltar e deixar coisas ruins pra trás...
Mas haverão dias de termos de que rastejar, para receber apenas o perdão de alguém..
Mas não vai adiantar rastejar... O que não sabíamos que o ponteiro mais baixo é chamado de confiança..
Ele que faz os demais ponteiros trabalhar..
A vida é uma grande engrenagem, podemos escolher ser as molas, que impulsionam as pessoas..
Podemos escolher ser o eixo que deixa tudo no lugar..
Podemos escolher ser os ponteiros, que jamais ficam parados no lugar...
Ou podemos ser a pilha que o faz trabalhar...
Mas a pilha, ou a corda é de extrema confiança...
Então deixa que o tempo vai escolher o que seremos...
Tem gente que tem uma doçura no olhar, que passa uma confiança e um amor... Que dá uma vontade inexplicável, de ser o próprio amor.
joanarodrigues.com.br
O VALOR DA PAIXÃO
Dizem que a paixão não tem valor, que ela não dura como dura o amor, mas digo que todo pessoa que ama antes disso se apaixona, pois a paixão é a faísca que produz a chama, que sustenta toda a trama por trás de dois corações que se amam.
O amor depende de dois corações sempre apaixonados, que mesmo depois de anos de casados ainda se tratem como namorados, sem isso o amor é só um sentimento agarrado a felizes memórias lá do passado, que tudo suporta calado, pois afinal, é da sua natureza resistir a qualquer fardo.
12/09/20
As pessoas têm mania de colocar a culpa no amor quando do término de uma relação.
"Nos distanciamos, ou, nos separamos, porque o amor esfriou, acabou".
Nada disso!
O que acaba com os casamentos (com os amores, com as pessoas e com qualquer relação humana) chama-se: comodismo.
É a tal história...
"Eu amo, mas já conquistei, já é minha (ou meu), nunca vai me deixar, me ama e faz tudo por mim (é louco, ou louca, por mim), está tudo perfeito e sob controle"...
Tem amor ai? Pode até ser que tenha. Mas o que com certeza tem - e em excesso - é egoísmo e comodismo, coisas que não existem na fase da paixão, no início da relação, naquela mágica e maravilhosa fase da conquista.
A rotina, os problemas, a falta de paixão e o comodismo é o "Quarteto Bombástico". Geralmente nessa ordem, eles vão ocorrendo sutilmente e corroendo os relacionamentos. Quando você se dá conta... Já era! Já foi!
Rapidamente, vira uma relação de amor e ódio, tapas e beijos, até sobrar apenas um estado civil e certa tolerância.
Ou, em casos piores, um não mais suportar respirar o mesmo ar que o outro. Daí, de duas, uma: Ou logo se separam, sem grandes sacrifícios e complicações... Ou (pelo comodismo de sempre) permanecem juntos, buscando em terceiros o combustível para "abastecerem seus tanques".
Volto a dizer, não é o amor que acaba.
Amor que é amor não tem fim.
Mas o egoísmo e o comodismo abalam as relações.
As relações, sim, é que acabam.
O amor esfriou? Acabou?
Não... Não é o amor que esfria e acaba.
Amor que é amor não tem fim.
Mas o egoísmo e o comodismo abalam as relações.
As relações, sim, é que acabam.
O amor-próprio é independente da sua aparência e da sua de beleza; porque, quem tem amor-próprio, tem a sua beleza e o seu brilho próprio.
Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.
