O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
não saem de mim
estão sempre ali
fazendo-me reviver tudo
fazendo-me não suportar meu eu
e questionar o porquê de coisas
que não se respondem
pois nunca
se perguntaram
Não gosta de mim,mas vive me imitando,
Vive tentando fazer alguma coisa para Aparecer,vive fazendo tudo ao contrário Daquilo que VC dizia ser.
VC que se dizia melhor do que os outros
VC que falava que podia tentar procurar ERROS em VC que jamais iriam achar
VC que falou mal de tanta gente
Que fez de tudo para ter atenção...
VC pode ser quem VC quiser,mas o Que Mata é a fingir ser alguém que não é,Só Pra ter o que quer...
Sempre fui muito ingênua,e a maldade do mundo quis apagar isso em mim,pois bem,tanto não apagou quanto carrego em mim, ingenuidade, desânimo e litros de tristeza!
Ponte
Se eu pudesse atravessar essa ponte
que você diz nos ligar, não pensaria
duas vezes, passaria para o seu lado
sem pensar.
Assim fazendo mais eu viveria,
teria todos os dias o sonho de te ter
perto , te ver, falar, poder tocar
sua pele, seus olhos , essa boca beijar.
Em que lugar ficará essa ponte que liga
um amor ao outro? Talvez entre os corações.
Acredito eu que nos no olhos ela não esteja,
pois os olhos falam .
No coração certamente, é o seu lugar,
somente o coração cala as dores, os amores
e todas as emoções.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
CONCEITO.
Ser nordestino é ter raça
saber que somos iguais
quem não entrega de graça
os bons conceitos morais
é não deixar que a mordaça
emudeça os seus ideais.
Não atente para as circunstâncias, mas sim para as possibilidades, pois a circunstâncias refletem quem você é, porem as possibilidades refletem quem você pode ser
Me chama pra dança
Me pegue e me leve
Não importa que som,
Se tango, se rock
Se funk ou se soul.
O que eu quero essa hora
É estar nos teus braços
No toque das mãos
Mas, olhos nos olhos,
Não vire, não pisque
Concentre-se em mim.
Nosso mundo é a pista
Estamos sozinhos, só eu e você
Sou tua essa hora, és meu por agora
Depois, pouco importa
Não convém a verdade, o sonho é maior
Meus passos
Não cobres de mim se não sigo teus passos...
Se não sinto os prazeres que te fazem feliz,
Se não rio de tudo, se choro por pouco e não sou infeliz.
As fontes são outras, o motor é diverso, a alegria é igual;
A minha é interna, é calma, é serena,
É fruto de tudo que vida me deu;
A tua é externa, depende de aplauso, de coisas, de fatos,
Tu acessas mais fácil, eu demoro a chegar;
Os caminhos são outros, não cruzo teu rio;
Te quero feliz no teu mundo, tua rota, em um atalho qualquer;
Não cobres de mim se não sigo teus passos...
Se encontro em mim mesma as coisas que quero,
Se viajo sozinha, em livros, caminhos e não preciso de ti.
Não sigo teus passos, não te quero nos meu...
Eles vão se cruzar; um dia, uma noite, uma hora qualquer.
Instantes de euforia e excitação não devem ser vivenciados como se não houvesse o amanhã, já são eles quem nos condicionam aos momentos bons e nos destreinam de forma significativa para os que conhecemos como maus.
Mesmo que não haja intenção, imagino que a extroversão e a inconveniência andem praticamente de mãos dadas. Sendo assim, cuidado. Essa linha é muito tênue e por vezes escorre pelo pior lado do muro.
Não existe quem seja capaz de mudar um ser humano, pois, como bem sabemos, ninguém muda ninguém. Entretanto, somos profissionalmente habilitados em se melhorar por um alguém especial.
Relacionamentos dão certo não por serem compostos por almas-gêmeas, mas sim, por serem constituídos por almas distintas que resolveram engolir o próprio ego, entenderam que são diferentes e com isso precisam ser adaptáveis e tolerantes com o parceiro.
Como vencer um jogo quando não se conhece as regras? Missão impossível.
Você é o jogo e tua essência são as regras, ou seja, se perdê-la ou não compreendê-la, jamais sairá vencedor de uma batalha difícil - mesmo que o adversário seja o próprio e desafiador espelho.
Dificilmente percebemos o que acontece ao nosso redor por dois motivos:
* Primeiro, por não termos o hábito em avaliar nossos erros e atitudes;
* Segundo, por ser muito mais fácil cuidar da vida dos outros.
