O Amor Nao Morre apenas Adormece
Quanto as relações!
Alguns ciclos podem ser quebrados, outros apenas vividos.
Algumas fases permeiam categoricamente em uma roda gigante.
Justamente quando cansamos dos começos e recomeços, quase com a vida dividida em pedaços, aí nos permitimos saber os detalhes de como nos refazer.
Enquanto as palavras causarem o medo, o silêncio será uma consequência e a dor terá sua bandeira hasteada.
No entanto, quando houver o equilíbrio na relação, a esperança se manterá viva e será a chama para aquecer o amor deixando-o imune as tempestades.
AAAHH,,,
Queria eu a sabedoria para eliminar os fins,
quem dera fossemos apenas começo, meio e sensação de começo a vida toda no amor.
Bloco de gelo
Olhando para o horizonte alaranjado eu tinha como companhia apenas as ondas do mar, o barulho suave dos pássaros e as verdades do passado recente,
Um trauma vivido, uma dor continua, o respirar quase sem sentido,
Na areia vi a marca dos teus pés lindos, o som ouvido ao fundo me trouxe até três semanas atrás; estava tudo tão perfeito entre nós, éramos dois seres renascendo a cada longa época de tempo,
Ver teus olhos me dizendo o quanto era bom viver cada momento, foi mágico; sentir teu corpo era uma iluminação de sentimentos e sonhos anteriores realizados,
A cada segundo uma conquista no meu coração era comemorada com aplausos e muitos fogos,
Até que...
Não entendermos os porquês das perdas revela nossa fraqueza em espírito,
Sim, me sinto sem roupas, sem alma, acho que nem existo mais, talvez eu seja apenas uma sombra cansada de um corpo em forma de um iceberg,
O ponto que me mantém acordado é olhar com lágrimas para o horizonte imaginando que depois daquela manhã nós iremos novamente nos encontrar.
Na vida você foi tudo,
Hoje eu não sou nada,
No amanhã distante seremos novamente o amor mais puro que esse mundo já viveu.
Vitórias Infinitas
Uma batalha vencida atrás da outra, após cada luta sobraram apenas alguns arranhões,a valentia foi forjada nas trincheiras do medo e das dores e prevaleceu. Os inimigos se apresentaram sujos, sorrateiros e fedidos, vieram de joelhos estendendo a bandeira branca de paz, então perguntei os seus nomes e foram revelados como o soldado, egoísmo, o egocêntrico e o bobo da corte ou seja o ciúmes. Não tive piedade, foram todos jogados na sarjeta aonde permanecerão cumprindo a prisão perpétua.
Na minha jornada de vida, prometo proteger o meu reino e mante-lo abastecido de amor, paz e felicidade, pois seguirei lutando as minhas guerras contra os males do coração.
CAPÍTULO II – O COLÓQUIO DOS QUE NUNCA PARTILHARAM A LUZ.
“Foi apenas um sorriso... mas a eternidade se abriu por um instante e teve medo.”
I. O Sorriso que não Sabia Ficar.
Era uma noite sem lua — mas com vento. Camille desceu ao porão mais uma vez, como se a noite lhe pertencesse, como se a escada soubesse o peso da alma dela. Joseph já a esperava, não como quem aguarda alguém, mas como quem reconhece o inevitável.
Ele estava com as mãos sujas de tinta seca. Rascunhava em uma parede uma frase:
“Deus não nos condena — nos observa em silêncio.”
Quando ela chegou, ele se virou com a lentidão dos que não se acostumam à presença.
— “Trouxe as flores?” — perguntou ela, com a voz baixa, quase como um lamento que queria parecer alegria.
— “Roubei-as do cemitério da rua de cima. Ninguém sentirá falta. Estão todas mortas lá... inclusive os vivos.”
Camille sorriu. E o sorriso dela doeu.
II. Colóquio no Escuro.
Sentaram-se frente ao outro. Ele a fitava como quem se vinga da luz, por amá-la demais e ao mesmo tempo temê-la. Ela recostou o queixo sobre os joelhos.
— “Sabe o que me assusta, Joseph?”
— “A vida?”
— “Não. O que há dentro de mim quando você sorri.”
— “E o que há?”
— “A vontade de viver. Isso me assusta mais do que morrer.”
Ele engoliu em seco.
Camille segurou uma de suas mãos, não para apertar, mas para impedir que fugisse de si mesmo.
— “Prometa que se eu morrer antes, você não escreverá sobre mim.”
— “E se eu prometer, você viverá mais?”
— “Não. Mas saberei que ao menos você me amou em silêncio, e não em frases soltas por aí.”
III. Instante Suspenso na Poeira.
Joseph sorriu. Não muito. Apenas o suficiente para que o mundo inteiro parasse por um milésimo de eternidade.
Camille, deitada agora sobre um lençol rasgado, observava os traços dele à meia-luz de um lampião antigo.
— “Por que você sorriu?” — perguntou.
— “Porque me senti feliz.”
— “E por que o medo veio logo depois?”
— “Porque a felicidade não é para nós, Camille. É como o fogo para quem vive em papel.”
Eles não falaram mais por um longo tempo.
Só o ruído do lampião, e o rangido suave da escada apodrecendo com os anos.
IV. Promessas no Fim do Tempo.
Antes de subir de volta à noite, Camille parou no degrau mais alto, olhou para ele como quem olha do fundo de um abismo invertido — do alto para o que está enterrado.
— “Joseph...”
— “Sim?”
— “Prometa que você não sobreviverá muito tempo depois de mim.”
— “Você quer que eu morra?”
— “Quero que não me esqueça. Nem mesmo para viver.”
Ele assentiu. Não era promessa. Era sentença.
V. Felicidade Medrosa: O Amor que Pressente a Perda.
Eles foram felizes naquele instante.
Mas era uma felicidade assustadora, como a criança que descobre por um momento que os pais podem morrer.
Ou como o prisioneiro que vê uma fresta de luz — e teme que ela revele que o mundo lá fora nunca o esperou.
Camille e Joseph sabiam:
Quanto mais se amassem, mais doloroso seria o silêncio que viria depois.
E ainda assim... sorriram.
Com medo.
Mas sorriram.
“Diziam que era apenas um romance soturno... mas era um universo inteiro tentando amar sem voz.”
Fragmento atribuído a Camille, encontrado sob um retrato queimado.
Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.
Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.
Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.
Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.
Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.
Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.
“Se a tua última vela arder apenas por um fio de paz e fé, ainda assim, nenhuma noite será capaz de sufocar-lhe o brilho; pois mesmo a menor centelha, quando nasce da alma, desafia o escuro do mundo.”
O Chamado Silencioso do Teu Deserto Interior.
— Um Diálogo que Te Desvela.
Apenas acende tochas no escuro das tuas próprias cavernas interiores.
Há um lugar dentro de ti que te parece profundamente secreto, quase interditado. Não porque seja sombrio, mas porque é verdadeiro demais. E a verdade tem o hábito de nos encarar de frente, sem ornamentos face to face, como dizem em inglês (frente a frente). É justamente por isso que tu o evitas: temes que ali se revele a tua audácia legítima, aquilo que há muito deixaste dormir sob o peso das expectativas, das reações alheias, das justificativas tão delicadamente construídas para te manter longe de ti mesmo.
Esse espaço é teu deserto interior não um vazio, mas um lugar onde nada distrai. Onde tudo o que existe és tu, sozinho com tuas inquietações, tuas contradições, teus desejos ainda sem nome. Por isso ele te abala. Porque aquilo que tentas sustentar externamente não resiste ao espelho desse silêncio.
Ha uma pergunta que não responde nada por ti:
Por que relutas tanto em entrar nesse deserto, se é justamente ali que guardaste o que te falta?
Não corro para te oferecer solução. Apenas deixo que a pergunta te toque como água na pedra suave, mas contínua.
Quando te aproximas desse território íntimo, começas a perceber que o temor que sentes não é pelo desconhecido…
é pelo que já sabes e finges não saber.
Então te pergunto:
O que exatamente temes encontrar ali que não toleras dizer em voz alta?
Talvez uma verdade antiga esperando pela tua coragem renovada.
Talvez uma dor que só precisa ser escutada, não temida.
Talvez um talento, um impulso criativo, uma força que te intimida porque te convoca a viver com mais autenticidade.
Se esse deserto fosse, na verdade, o lugar onde começa o teu caminho e não onde termina o teu fôlego como mudaria o que chamas hoje de dificuldade?
Percebes?
Não há imposição.
Só perguntas… aquelas que te devolvem a ti mesmo.
A jornada interior não é um chamado para fugir do mundo, mas para deixar de fugir de ti.
Quando te aproximas desse núcleo secreto, algo se realinha silenciosamente: o que te abala por dentro deixa de comandar o que mostras por fora.
E assim, pouco a pouco, vais descobrindo que a porta do deserto nunca esteve trancada.
Tu é que aprendeste a desviar o olhar.
Então te deixo com a última pergunta aquela que abre todas as outras:
Quando é que tu vais te permitir entrar no lugar onde finalmente podes ser inteiro?
Essa resposta…
só tu podes dar.
“Se tens apenas meio pão e, movido pela fraternidade, doas parte dele, pela gratidão em Deus a partilha transfigura a escassez e cada um passa a possuir um pão inteiro.”
“Quando o homem perde o critério do bem, ele passa a chamar de verdade aquilo que apenas confirma o seu desespero.”
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
Ame apenas os que merecem tal dom,
Ame só quando a reciprocidade faz som,
Pois psicopatas e canalhas, em desprezo se consomem,
A eles, ódio e desprezo são as únicas homenagens que merecem
Hoje
Hoje tenho apenas a imagem de ontem.
Como arte impressionista
Indefinida, sem correção
Tenho as marcas do amor em mim
E em teu corpo as rugas do tempo
Elo perdido, um condenado sem redenção.
É tudo que temos do nosso desencontro
Tão distante
Um simples rascunho de aprendiz
Uma sombra do que fomos um dia.
Amigo que se tornou amante.
As canções que ouvimos juntos
Ainda ressoam em mim, trazendo-me calma
No mais recôndito abismo da minha alma
Encontro, como um jarro quebrado,
Razão para ter esperança.
Sonho, quimera, ilusão de criança.
Lembro fortuitamente da chuva de verão
Das folhas de outono colorindo a tarde
Sobre nossos passos distraídos
Quando juntos caminhávamos sem propósito
Em busca do paraíso perdido.
que acalentava-me o coração.
Sendo linda e radiante como um girassol, o seu sorriso gracioso floresce apenas para a luz, onde ela consegue encontrar amor, florescendo para tudo que alegra constantemente a sua vida
Diante das pessoas que melhoram o seu mundo, da simplicidade expressiva e emocionante que está a sua volta, da fascinante natureza, das demonstrações cativantes de zelo e outras de gentilezas
Florescer que apresenta a sua gratidão ao Senhor no seu belo rosto de uma maneira bastante sincera, reflexo do seu coração caloroso, van Gogh ficaria feliz em conhecê-la, um girassol esplendoroso.
Apenas três letras, uma única palavra mas também possui algumas formas carinhosas de ser chamado, tem grande importância, muitos significados, é uma bênção esplêndida quando de fato se faz presente, sua presença é muito relevante, segurança incomparável, proteção a todo instante, sabe ser abrigo, cúmplice, amigo, está disposto a certos sacrifícios, muitas vezes o seu bem estar chegar a ficar em segundo plano
Pode ser biológico, entretanto, não precisa ser só de sangue, pode vir a ser do coração ou um papel desempenhado por quem precisou ou foi escolhido felizmente para desempenhá-lo entre muitos ensinamentos, momentos de diversão, de tristezas, de contentamentos gratidão, sendo um herói, base de encorajamento, um pouco de palhaço, amoroso, severo se necessário, atencioso, um grande exemplo.
Elemento principal de muitas memórias inestimáveis, aquelas do começo, as construídas durente e quiçá, nas futuras ou outrora no passado inesquecível que não volta, porém, hoje perdura em parte do seu reflexo, demonstrando falhas e acertos, participando de muitas vitórias, um dos frutos da bondade grandiosa do Senhor, amor paterno que transborda, que não tem preço, cheio de vitalidade, zelo e responsabilidades.
Atribuições e alegrias de um pai de verdade de acordo com a vontade do Senhor que o faz sentir uma rara felicidade e ficar profusamente agradecido ao ver a continuidade da sua existência nas vivências do seu filho, da sua filha ou dos seus filhos, das suas filhas, vendo de perto ou à distância com a sensação de dever cumprido, a bonança bem vinda após as tempestades, recompensa incrível de muita profundidade.
Magnitude sublime de traços majestosos, a grandeza inegável de uma natureza atraente, apenas o vislumbre de um universo caloroso, que detém a vida entusiasmante de uma obra arte, responsável por uma emoção imponente que deixa os olhos exultantes, naturalmente, impactados, a mente profusamente inquieta, considerando sua riqueza abundante, incomparável, instigado por um desejo consistente, quente como um dia ensolarado.
O amor veemente que habita o seu coração, sem dúvida, é demasiado, transborda espalhando ternura e muita intensidade, então, sabe amar verdadeiramente, vibra com a viveza da simplicidade, os raros momentos marcantes, daqueles que criam saudades, certamente, enriquecidos por sua presença apaixonante, descontraída, motivada pela profundidade, que às vezes, demonstra uma postura atrevida, sempre vestida de espontaneidade.
Na sua essencialidade, tem valores e princípios, instintos e sentimentos, uma grande liberdade de espírito, detalhes que causam bastante deslumbramento, que permitem que a realidade fique com um sabor deleitável de muitos movimentos, razões e significados, que faz o tempo ficar congelado por valorosos instantes, a euforia de sonhos acordados, assim, beldade interessante, amável, jovialidade exuberante, alguns indícios de maturidade, dessarte, imensurável e cativante.
No que parecia ser apenas o início de uma tarde qualquer, veio a alegria de um ser iluminado, a preciosidade inegável de uma doce menina, refletindo a genuína felicidade, vestida com a serenidade da infância, numa expressão farta de espontaneidade, repleta de brincadeiras, risos e lágrimas, um amor grandioso que não pode ser mensurado, um encanto a cada etapa, uma forma exultante de colorir os mundos a sua volta, certamente, a sabedoria diferenciada de Deus está exposta em todos detalhes, sendo uma inspiração rara, vitoriosa como uma L uz A dmirável, Ú nica, R espeitável, A morosa, que torna a simplicidade memorável, parte do poder vívido de uma criança, divino regalo.
Por meio de uma percepção que transcende o limite de enxergar apenas a tua beleza, consigo ter uma visão mais aprofundada, talvez filosófica ou imaginária.
Pois vejo que trazes uma expressão notória de uma serenidade que provavelmente é inconstante devido a teus pensamentos incansáveis e abundantes.
Algo típico de quem não sabe amar pela metade por ter um amor tão grande que chega a transbordar, além de ter sentimentos fervorosos e constantes, uma personalidade bastante peculiar.
Assim, queres entregar-te de corpo e alma com uma intensidade incessante como a luz da tua fé que não se apaga pra que teu coração possa ficar exultante ao ponto de outro também sentir esta exultação, uma troca justa e interessante.
