O Amor Nao Morre apenas Adormece
O amor, qualquer amor, quando maduro, não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não percebe, recebe. Não exige, oferece. Não pergunta, adivinha. Existe para fazer feliz.
Não era amor. Aquilo era solidão e loucura, podridão e morte. Não era um caso de amor. Amor não tem nada a ver com isso. Ela era uma parasita. Ela o matou porque era uma parasita. Porque não conseguia viver sozinha. Ela o sugou como um vampiro, até a última gota, para que pudesse exibir ao mundo aquelas flores roxas e amarelas. Aquelas flores imundas. Aquelas flores nojentas. Amor não mata. Não destrói, não é assim. Aquilo era outra coisa. Aquilo é ódio.
Não fosse amor, não haveria desejo, nem medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você.
O amor nunca sofre morte natural. Ele morre por cegueira, por erros e por traições. Ele morre de cansaço, de desânimo, de máculas.
Não se preocupe com quem não gosta de você, se apenas um gostar verdadeiramente, você já tem um exército do seu lado.
O verdadeiro amor é aquele que mesmo negado pelo silêncio dos lábios é proclamado no grito dos olhos!
A imensidão visita a dor de um amor distante, porém nem mesmo os corpos apartados separam dois corações unidos!
“Sinto falta dos clichês. Hoje em dia as pessoas são tão realistas que mal se lembram elas o quanto sonhar faz bem (...)”
O amor, é a força maior da vida. Une as pessoas para sempre. Mesmo no esquecimento do mundo ou nas brumas esmaecidas e temporárias do consciente, ele brilha vitorioso, na intuição, na certeza e na expressão dos sentimentos.
O amor é reino sem domínio, é dominação sem posse, é fogo sem dor, é corrente sem cárcere. Porque amar é a única forma de aprisionamento que se reflete em liberdade!
Os ciúmes nunca foram e jamais serão prova de amor, mas indício de insegurança patológica e uma silenciosa confissão de incompetência!
