O Amor Nao Morre apenas Adormece
Quando morre um coração
Quando morre um coração,
o silêncio se agiganta,
uma melodia se desfaz,
e o tempo perde sua dança.
Os passos vacilam na estrada,
como se o chão não mais existisse,
e o céu, que antes era abrigo,
parece agora um vazio que insiste.
Quando morre um coração,
não é só o peito que sente,
é a alma que se desfaz
em pedaços de um presente ausente.
Os sonhos se tornam memória,
as palavras viram eco perdido,
e no vazio que sobra da história,
fica o adeus jamais esquecido.
Mas há vida no rastro da dor,
como sementes em terra rasgada.
Pois mesmo morto, o coração
faz florescer em nós sua jornada.
E assim, entre lágrimas e fé,
erguemos o que restou de esperança,
pois no luto, há sempre um renascer,
um novo ritmo, uma nova dança.
Quando morre um rio.
Para onde vão seus encantados?
E se todos os insetos fenecerem?
De certo, em seis meses a natureza jazia.
Se todas as árvores sucumbicem
Não haveria novas gerações.
Todavia se os humanos fossem extintos
Seria a hora da natureza brilhar.
Em bem pouco tempo
Árvores cresceriam por entre os arranha céu.
A fauna distanciaria-se da extinção.
E a flora abraçavam -se em festa.
O problema da esperança é justamente ela ser a última que morre. Ela morre e leva você junto.
Substitua a esperança por atitude e veja a diferença na sua vida.
Para o mundo a esperança é a última que morre, para um cristão de fato, ela jamais morre, ainda que ele perca tudo, nunca perderá a sua fé. (Guto Lopes)
Nunca se esquecer, quando se tem uma dor, que a dor passará: nunca se esquecer que, quando se morre, a morte passará. Não se morre eternamente. É só uma vez, e dura um instante.
Morre em mim um pouco de tudo o que sobrou de ti
Morrem as más memórias e suas mentiras estrondosas
Morrem em mim as más memórias pois me fatigo só de pensar em ti
Sou só sem sua companhia
E ainda mais só com a presença da sua voz.
Morre em mim cada afeto e os tão falhos sentimentos
Mas não o amor, te digo que é somente a dor
Não acho que deixarei de amá-lo
Mas morre em mim meu próprio coração sobrecarregado.
Deixarei que morra aqui o desejo de amá-lo ainda mais
De sonhá-lo e ansia-lo ainda mais
Porque você ainda me ama tão pouco
Fez do nosso amor tão pouco
Amá-lo tanto me faz andar entre um oceano e o abismo
E meus pulmões, mesmo que sem ar, não o amam tão pouco assim.
Dica para o meu epitáfio: O gênio nunca morre; suas obras eternizam sua existência no plano terráqueo
"Nossa criança interior nunca morre. Às vezes, só precisa ser resgatada, acolhida e nutrida com afeto e novos sonhos."
Morre e Renasce
Quem vive sentindo saudades,
morre um pouco a cada dia — é verdade.
Sangra, pela falta guardada no peito,
mas por ela também vive mais completo
com o amor que ali sempre renasce.
É tão estranho quando a pessoa morre e deixa sentimentos em você, como mágoa, angústia e até culpa...
Mas não deixa saudade.
- que eu nunca seja essa pessoa
