O Amor Nao Morre apenas Adormece
Que a paz seja nosso guia
E o amor pão de cada dia.
A esperança nunca é a última que morre
Último é o suspiro.
A fé segura as lágrimas que escore
Para que amanheça sorrindo.
Amor
O amor é realmente um lugar muito estranho.
Morre-se dele
Morre-se por ele
Vivi-se dele
Vive-se por ele.
AMAR DEMASIADAMENTE
Quem muito ama, vive sem amor;
Quem muito ama, morre sem amar;
Amar demasiadamente não trás vida
Amar demasiadamente não trás morte.
Amar demasiadamente cega e deixa insensível o coração
A ponto de se tornar duro aos demais sentimentos
Ao mesmo tempo em que senti a todos.
Amar demasiadamente cansa, entristece e mata a alma,
Faz querer parar, desistir e até esquecer,
Ao mesmo tempo em que decide insistir.
Amar demasiadamente é deixar de viver,
É deixar de sentir um único amor,
É deixar de viver um amor de novela,
É se sentir sufocado com a própria respiração.
É perder o brilho dos olhos em busca de brilho de outros.
Amar demasiadamente é deixar de viver,
É tornar-se escravo da utopia, do sonho,
Da farsa de um amor que de tão grande que é,
De fato nunca existiu.
O amor verdadeiro nunca morre. Ele pode fingir ter acabado ou pode até levar anos para se mostrar novamente, mais se for verdadeiro nunca irá acabar.
Aprendi que se morre por amor, mas que é viver por amor é uma prova de amor bem maior; aprendi que morrer pela felicidade dos outros é lindo, mas que viver sendo o motivo da felicidade de alguém é algo fantástico; eu te amo, mas não quero morrer de amor por ti, eu te quero feliz, por isso serei sempre sua felicidade.
O amor adolescente é como uma borboleta
Morre numa semana
Porém, se transforma como a criança
Nasce a cada amanhecer!
Os galhos e o amor
Toda vez que morre um sentimento bonito em mim eu sinto uma dor muito forte, como a da morte. Meus sentimentos são muito bons, e a gente sempre deseja que coisas boas vivam pra sempre não é? Mas sabe, às vezes penso que somos como arvores, precisamos nos livrar de galhos velhos e sem vida, pra que venham os galhos novos cheios de flores, perfumes e frutos.
Nesta analogia percebemos uma coisa muito interessante: quando algo em nós morre, como um amor, por exemplo, teimamos em dizer que ele nunca existiu, que nunca foi amor. Mas não é bem assim! Um galho de uma árvore tem vida por um determinado tempo. Ele brota frágil, pequeno, inseguro, sem força... mas aos poucos, conforme vamos cuidando dele, ganha vida própria, fica viçoso, verdinho e forte.
O galho, assim como o amor, precisa do nosso esforço para sobreviver, pois não resistiria muito tempo se não o regássemos e cuidássemos bem dele. Algumas fracas tempestades ou alguns poucos parasitas acabariam com a vida da planta, e do mesmo jeito é o amor ou a amizade. Existem parasitas e venenos capazes de exterminar qualquer sentimento, por mais forte que ele seja. A indiferença é o veneno do amor e o galho está exposto a tribulações da natureza, assim como o amor está exposto as ações humanas.
Mas e aí? O sentimento tem a vida como a de um galho... então, enquanto recebe cuidados, ele vive: intenso, viçoso, brilhante. Mas nós, seres humanos, somos cheios de defeitos! Quando conquistamos um objetivo tendemos a menosprezá-los, a pensar que eles não têm mais importância pra gente. Ou que ele terá vida eterna, mas não é assim... todo galho e todo amor pode ter fim.
Eu sou como uma arvore cheia de galhos, em cada galho um sentimento. Dou bons frutos, alimento bem quem cuida de mim, mas meus galhos morrem, não têm vida eterna. Eu preciso muito que me reguem, que matem os parasitas, me protejam da chuva e do sol... e, por favor, que não sejam indiferentes.
Eu sou meu próprio jardineiro, sei quando preciso cortar alguns galhos... faço feridas em mim mesma, prefiro me doer em perder o que já está morrendo pra ver nascer algo novo, a apodrecer e morrer junto com o galho, só porque alguém não soube cuidar do que tanto regou até que desse frutos para alimentar sua fome, mas depois desistiu e deixou morrer.
Eu adoeço, mas não morro. Minha raiz é Deus, meu tronco é a minha família, minha copa são meus braços abertos para abraçar tudo o que vier me fazer bem e me trazer de volta a vida.
Ouvi dizer que a esperança é a ultima que morre, bom a minha ja morreu faz tempo mas o amor ainda está de pé.
Dizem do amor
Os poetas cantam que amor nunca morre, os sábios dizem que ele sempre renasce… Os loucos concordam, para eles o sentimento mais indescritível nunca morre pois renova-se a cada momento… Não importa a distancia, tudo que cativamos nunca nos deixa completamente, nunca morre, tudo que conquistamos nas pessoas renasce, ás vezes chamamos de ciúmes, outras vezes de saudades, mas na realidade é tudo amor. Pense como sábio e fale como um poeta, mas sempre seja o louco esperando sempre mais do amor!!!
O amor é como uma planta, se bem cuidado floresce... mas sem cuidados morre; e morre mesmo. Depois de morta, nem adianta cuidar mais. Cuide bem do seu amor enquanto é tempo!
E ela acreditava que o amor iria além da vida pelo
simples fato de mesmo quando a pessoa morre, o coração continua a bater...
Só é capaz de destruir um verdadeiro amor o individuo que morre de inveja desse sentimento incompartilhável
