O Amor e o Perdão tudo Alcança
Metade de mim é amor e a outra metade perdão e gratidão. Nem todos foram feitos e criados para gostarem da forma e do jeito, que sou.
Amor e perdão são os ensinamentos básicos de Jesus, e, certamente, falar deles não é tão simples. Praticá-los também não é tarefa simples. Perdoar é algo tão abstrato que só podemos sentir quando praticamos o perdão, por mais que se diga e se abrace o algoz não é fácil perdoar. Acredito que a paz das pessoas está relacionada muito ao ato de perdoar os algozes do passado, sendo a partir daí, que se deve ocorrer a expulsão dos demônios de nossas mentes. O perdão não quer dizer que o algoz deva fazer parte novamente de nossas vidas, do nosso cotidiano. É honesto que os afastemos, os algozes que sigam os seus caminhos, desde que assim o seja com o amor pregado por Jesus e não a partir de atos estúpidos requintados de humilhação. Os demônios são espertos, e só se vão quando são expostos na berlinda do nosso coração.
Esse ano quero mudar de vez o rumo de minha vida, vou seguir a trilha estreita do perdão, vou buscar e lutar pelos meus sonhos, e quem quiser me acompanhar que siga seus instintos, o caminho é estreito mas podemos passar juntos de mãos dadas, afinal teremos as mesmas metas que é viver sobre os mandamentos de Deus e seguir a justiça aqui da terra em plenitude.
nene policia
O perdão é insustentável se só for ofertado por um dos lados, mas se torna seguro com o amor mútuo e sincero
Meus inimigos e falsos amigos têm de mim,
meu perdão, minha ajuda, meu amor cristão,
mas nunca o meu fracasso!
Muitas das vezes pregamos o amor sem saber amar, pregamos perdão e não perdoamos, pregamos santidade e não a vivemos, e com isso nos tornamos reféns daquilo que não praticamos!
“” Para nós não haverá perdão
Deixamos de amar
O amor que era nosso
Não adianta chorar
Pagaremos com o coração
Perdido entre desejos e lembranças...””
Respirar É vida!!!!
Bem vindo ao mundo maravilhoso do perdão, do amor, da paz, da luz, da alegria de viver!
A compaixão leva ao perdão, que leva à compreensão, que leva à união, que leva ao amor, que leva à compaixão, que leva ao perdão.
Um belo domingo, indo e vindo de encontro a convicção de ter paz, reflexão, gratidão, perdão e amor.
Nara Nubia Alencar Queiroz
Que nessa semana a vida nos ofereça mais Esperança.
Que não falte Amor e Perdão,
Que Alegria nos visite mais frequentemente,
Que haja mais Tolerância uns com outros,
Que as Palavras seja apenas de Inspiração,
Que todos os Silêncios seja Compreendido,
Que meu Coração seja dilatado com novos Sonhos.
E que os Amargos da vida não roube nossa Doçura,
E nem a coragem de recomeçar.
Que ela nos ofereça Flores!
Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.
Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.
O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.
E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.
O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.
Quando o perdão liberta antes do amor.
Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.
Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.
É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.
Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.
O amor bíblico envolve tanto o perdão dos pecados quanto a rejeição do pecado por meio de Jesus Cristo.
O ódio é o Amor
Quando está adoentado
E que só se recupera
Quando o Perdão lhe é dado.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
Dizem que é sobre amor,
Mas impõem cadeias invisíveis.
Falam de graça e perdão,
Mas julgam com mãos inflexíveis.
