Nuvens
Se tudo que imagino acontecesse, iria viver nas nuvens, ao lado do pôr-do-sol e da lua e junto deles brilharia sem parar… Seria um peixe e não iria parar de nadar… Seria uma pássaro que não ia pousar, só ia querer saber de voar… Seria uma flor que não ia muchar… Seria um coração que nunca iria parar de bater !
Teu Retrato
Aqui onde as nuvens se transformm
em flocos de algodão,
sob o céu do meu mundo,
te desenho.
Oculto, dentro do meu coração
busco tua imagem.
Entre telas, óleos e pincéis
transformo-te em vida!
Irradio cores
Desenho através dos meus olhos
as cores dos teus olhos.
Vejo tudo azul em minha vida
Fotografo um ser!
Em silêncio, contritamente,
vejo teu corpo surgir em telas.
Lentamente, tintas coloridas
buscam sorrisos no teus lábios.
Vejo-o plenamente.
Pingos movem-se
em rituais de magia.
Cautelosamente
vislumbro teu corpo.
És o que desenho!
Há uma possibilidade concreta
de um toque.
Penso!
Autoria - Fátima Merigue de Mendonça
(Direitos Autorais reservados)
(2000)
O Sol amanhece sempre belo, mesmo que as nuvens tentem ofuscar o seu brilho. O nascer de cada dia traz consigo a renovação da nossa esperança.
Poema(chuva)
Tempo nublado, sol escondido.
Nuvens escuras no ar.
A chuva chega depressa.
Começa a terra lavar.
E gotas em sintonia.
Bailarinas vindas do céu.
Pura água cristalina.
Pura igual ao mel.
E o vento passeia sereno.
Parece até me dizer.
Que o mundo não é pequeno.
Pequeno é no mundo o ser.
E fico a contemplar.
Da porta de minha casa.
A chuva o chão molhar.
Tão lindo de admirar.
Faço então um pedido.
Chuva bela e verdadeira.
Caia sempre que quiser.
E venha quando puder.
A refrescar essa terra.
Tempo nublado, sol escondido.
A chuva cai sem cessar.
Segue, segue teu caminho.
O teu destino é o mar..
Às vezes é tarde
Às vezes é cedo
E eu não sei
Como o tempo passa.
Por entre as nuvens
Eu tento salvar o que resta
Desta solidão,
Assistindo o fim do que sou.
Não sou e nem estou
Aqui, para salvar o mundo
Só assisto o tempo
E o tempo me assisti.
Não sei se está tarde
Não sei se está cedo
Não sei se você ouve a minha voz
Mas sei que já ouviu.
Não se despeça,
Mas me peça,
Que eu te ame
E você me ame, sem limites
Por onde me procuras?
Por onde me procuras?
Entre as flores e as nuvens?
Não! Muito longe delas estou
Em paisagens campestres e silêncios?
Porque me procuras?
Acaso me queres?
Guardar-me?
Aprisionar-me em tão pequeno espaço?
Só posso existir na liberdade de ser.
Por onde me procuras?
Jaak bosmans 21-12-08
Sul
O horizonte é uma ilusão sem fim e as nuvens emolduradas no céu, oásis perdidos no deserto azul. Tudo é plano, de um castanho que se perde na imensidão do espaço, permeado aqui e ali, por um verde envergonhado. O mundo parece ter pousado num local onde qualquer relevo é uma afronta ao manto que abençoa a exactidão deste chão.
Há desalento fingido no árido abandono da paisagem que se estende no mar sereno da planície. Um mar onde a água é uma ilusão que os lábios da terra poucas vezes tocam.
Lê-se na face do infinito que o sol tórrido, votou este recanto à febre latente da solidão.
Os animais no meio dos campos repousam de forma tranqüila, resignados à fome que o hábito os ensinou a suportar. Cabisbaixos, ruminam a erva inexistente; sonham com o verde que nunca viram e que apenas conhecem dos rumores que a escassa brisa arrasta quando não fica ancorada no calor.
Ao início da tarde, respira-se um ar que traz um longo lamento ao castanho imenso que ferve debaixo do olhar atento do céu. É corajosa a natureza que recebe este bafo que a sufoca, sem que um murmúrio irado se ouça. No fim do dia quando a tarde começa a esmorecer e espalha já uma claridade forçada sobre o horizonte, há um amontoado de ilusões que vagueiam pelo jardim do crepúsculo.
Quem terá concebido este sonho perfeito no coração do vazio?
Alberto Pereira
"Quem muito alto quer subir, e as estrelas quer chegar. As nuvens ficam a rir, do tombo que vai levar. "
.Quando se apagaram as luzes Você me deu a mão e me guiou no escuro Como o sol cortando as nuvens Você me iluminou e foi o meu porto seguro..
Sabe quando você sai do seu mundo e parece que esquece tudo, e do nada você ta nas nuvens ai derrepente vc cai no chão e da aquele susto de que na verdade a sua vida é extremamente comprometida, mas é muito bom sair do normal um pouquinho sair da rotina a sensação mais gostosa é não estar na rotina tudo passa e é estranho essa vida, cada um faz do seu caminho o que acha que tem que fazer, e ser incluída na historia de alguém é um privilégio muito grande, por o tempo que for.
Nós não compreendemos a vida e por isso culpamos as pessoas pelas nossas infelicidades, pulamos etapas, adiantamos coisas, sendo que na vida, vc é criança, adolescente, e adulto todo o crescimento relfte no caráter na vida, aos 15 anos vc ainda está descobrindo cultivar amizades, as historinhas de amor, e assim sucessivamente, fazer viagens com amigos, ir para balada, e arruma um amorzinho, e cria responsabilidades e começa a crescer para si, quando tudo isso é interrompido atrasa a felicidade retarda o sofrimento e culpamos os outros pelas nossas inconseqüências E as pessoas não entende que as escolhas são cada um que fazem e que o amor ao próximo é para o perdão para tirar a magoa, excluiu mal designo no coração.
Seja o que for goste de você existe uma vida para fazermos dela a melhor e não muito tempo para isso
O caminho é muito grande e cansativo....mas para quem tem sede de vida da para ir correndo!
As Nuvens por si só não escolhem a direção ou força que seguem em sua jornada, simplesmente elas dependem diretamente da direção e força do Vento...
Código do desencontro
O sabor que te fez em mim se desfez por entre as nuvens
Perdendo o encanto de tantas entregas agora perdidas
Tirei da gaveta a roupa mais nova, só pra despedir, ainda solene.
Como foi o encontro, em um dia qualquer, agora distante.
De encontros sonhados, prazeres em esperas, de nunca mais!
Desfez-se o encanto, de tanto desejo se transformando em visões.
Querer- te em meus braços, no aroma de incensos agora apagados.
Descer das nuvens em forma de chuvas de gotas amargas.
Surpresa? Quem me dera ainda fosse!
Previsto no código do desencontro e desconfiança.
Que se reparte entre os nefastos e doídos da vida.
Para a preservação de uma espécie em extinção.
Jaak bosmans 7 -2- 09
“Estrato”
Nuvens de cabeça
Caminhos na contra mão
Pressa nos sapatos
Amigos de refrão
Flores no fogão
Calor entre a escuridão.
QUANDO EU BEIJAR VOCÊ A TERRA IRÁ TREMER E OS ANJOS CAIRÃO DAS NUVENS, POIS DEUS IRÁ PINTAR O CÉU COM A COR DO AMOR.
Reap Love, The Nature Sigh
Vinde as nuvens do céu de anil, mágico como algodão doce, repleto de sonhos e desejos.
Límpido sorriso contempla o luar, feito onda que quebra no mar e, ao sol, refrescar.
Serei teu céu, teu anjo e teu mar, sou a água que em ti glorifica.
Ao canto das orquídeas leve feito brisa, ao escorregar no piso molhado ou optar por um banho gelado.
Tudo faz valer a pena quando se ama. Recebe a rosa mais linda do meu jardim, encanto-me com tua beleza esplendorosa da alma ou da rosa. Feito a onda que antes citei, ou dos versos que desenhei.
Entardecer de sonhos
No entardecer de meus sonhos, encontrei-te
Escondida entre nuvens e canções,
Dormias sobre plumas, flores e cores
Beijavam-te borboletas e colibris.
Acheguei-me a teu arfar.
Roubar-te um só beijo!
Não!
Apenas retratei teu semblante em pinturas mágicas
Me contive!
Agora, guardo comigo seu retrato,
nas asas de cada borboleta.
E seu beijo parado no ar,
nas multicores de cada beija-flor!
Jaak Bosmans
