Nuvens
Somos sol
E lua
Somos sonhos
Ou fatos
Somos partes
Mas inteiros
Volúveis como as nuvens
Definitivos
nos sentimentos
Somos momentos
Aproveitando a jornada
Nos passos
Nas paradas
Somos hoje !
As adversidades o caos e o renascimento
As adversidades são como as nuvens escuras que anuncia a tempestade que mesmo com raios, trovões e ventos, são necessários no equilíbrio da natureza e amenizam as tormentas da vida através dos benefícios das chuvas que caem com fluidos salutares que descarregam as pesadas cargas da atmosfera. Após a tempestade o Sol volta a brilhar e a vida renasce na terra, nos rios, nos mares e, tudo volta à normalidade. Assim também é a vida de cada ser humano, que como os astros surgiu do caos.
Se você estiver em um lugar onde a natureza prevalece, olha para o céu e veja as nuvens que estão em constante movimento.
Veja que os pássaros estão a cantar alegremente, e o mesmo vento que leva as nuvens para várias direções, também assopra em seus ouvidos uma bela canção a revelar os segredos da felicidade...
Furacão do amor
Em um oceano com um sol refletindo sua luz
Um vento começa sua dança
As nuvens brancas vão chegando
O som do mar e do vento ecoam...
Assim começa um grande fenômeno da natureza
Que gera luz, força e êxtase.
Assim também é um sentimento sublime
Que começa com o som dos batimentos do coração
Com uma luz que energiza o corpo
Iluminando os olhos e fazendo surgir uma grande força
Capaz de mostrar o verdadeiro sentido da vida.
Em um oceano com um sol refletindo sua luz
Um vento começa sua dança
As nuvens brancas vão chegando
O som do mar e do vento ecoam...
De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido
De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.
(Luis Represas y Pablo Milanés - Feiticeira - Hechicera)
Há nuvens entre o seu amor insano e a sua indiferença. E um avião a deixar para trás ou a buscar um dos dois sentimentos!
Poesia é navegar sobre as nuvens e mergulhar entre sonhos, causando adrenalina com palavras e voar na realidade sem segurança e sem planos;
Poesia é estar no silêncio de um pensamento, buscando o impossível e transformando em presentes;
Poesia é o mais e jamais a menos, poesia é a vida, poesia é talento no querer é conquistar surpreender para amar;
Concerto-te a cada instante e desenho o teu rosto em meu céu com nuvens de algodão para te trazer próxima a mim;
Qual quer situação de ansiedade por ti faz-me ficar cego de saudade, querendo te ter, te abraçar e te beijar;
Você até pode achar que sou louco, toda via serei e pela felicidade do meu coração sou tudo aquilo que me traga solução;
Se tiver que enfrentar um exercito pronto estarei, se tiver que voar por cima das nuvens determinado voarei;
Se tiver que buscar as estrela para renovar a beleza humana tenho certeza de que não precisarei, pois diante de mim encontro a mais bela das belezas existente de todo universo;
Olho em meu céu e te imagino plainando sobre as nuvens... Iluminando o meu caminho indo de encontro o seu;
Irei beirando o teu coração, mesmo a distância para que logo me acomode por entre ele... Ah rainha dominante, tenha-me por entre batalhas da vida e aceite o meu coração;
As nuvens se abrem com a liberdade dos pensamentos afetuosos
Livres são o respeito e a moral que completam o momento de luar romântico;
Há dias em que a lua, as estrelas e o sol
Precisam das nuvens
Para se esconderem
E solitariamente meditarem na vida.
Aí, vem o som do trovão
Brota a chuva
As nuvens se levantam
Solta-se o vento
E a terra produz os seus frutos.
Como é belo o poder de Deus.
Voo por entre as nuvens
Sentindo as minhas asas tão leves
Sempre que sonho contigo.
Queria ter-te comigo no mesmo voo
Sentirmos as mesmas emoções
Termos o mesmo sonho.
Ei,
Não esquece nunca de lembrar todo dia, toda hora que as nuvens não afetam quem é feito de sol.
Viu!
Inspiro-me...
Nas manhans em brumas,
das tardes de sois carmesins,
por trás de nuvens brancas.
Olhos que me vêem,
e pedem amor,
na espectativa da paz,
esperada de esperanças.
Quiçá!
No profundo silêncio,
da morna noite misterosa.
Procuro-te:
em sua árdua ausência!
A meu marido (memória)
NAS NUVENS
Quando me deixo mergulhar nas minhas emoções,
Bailo sobre nuvens num céu estrelado.
Deixo-me embalar nos braços do vento.
Danço, danço...
Com olhos os fechados
Sou um perdido nas ilusões.
