Nunca me Levou a Serio
A vida é uma música, em alguns momentos transmite a alegria e em outros a tristeza, mas nunca deixa de ser bela.
Podemos ter nossos gostos e aversões, nossas convicções e opiniões, mas nunca devemos falsear a verdade.
Nunca fui considerada um exemplo de menina educada, boazinha, meiga, fofa, como todas deveriam ser .Sou desastrada mesmo, faço tudo errado, choro, danço, canto, falo palavrão, defendo as pessoas que amo, não sou delicada, me apaixono, brigo com tudo e com todos, me estresso facilmente e faço um infinito de coisas que não são consideradas fofas. Claro que há respingos de tudo isso em mim sim mas…
NÃO SOU PERFEITA…E PRA FALAR A VERDADE, NEM QUERO SER
Chega um tempo em que é preciso aceitar que as verdades que nunca quisemos são, definitivamente, as únicas respostas que temos. Aí, a crença nas cores apenas cansa.
" Gosto de quem olha com doçura, nunca perde o encanto, esquece as desavenças e perdoa o que passou. Gosto de quem se arrepia com uma música, sente uma lágrima rolar com um filme e se alegria com uma lambida de cachorro. Gosto de quem sorri ao ver uma criança, de quem mantém seu lado puro, de quem entende que a vida é melhor quando a gente observa o que acontece com olhos inocentes. "
o tempo passa,as coisas mudam....o tempo nunca vai te esperar tu deves seguir em frente a vida é assim
Olha meu bem,
Nunca se arrependa de nada, na vida,
Nem de conhecer tipos de pessoas diferentes,
As pessoa boa te dá felicidade,
A perssoa má te dá lições,
e as pessoa maravilhosa...
te deixa boas lembranças..
..
Medo de mudar de ideia.
Nunca na vida tenhas receio de ti contradizeres ou mudares de ideia, pois isso só provará que sabes usar da faculdade de rasciocinio que Deus lhe da.
“Com você, eu não quero viver um relacionamento, eu quero viver um amor.
Eu nunca senti seu cheiro, mas respiro a magia que ele traz. E é você, que me desperta os melhores sentimentos, que faz meu universo ficar mais leve e mais intenso. Parece que o amor faz sentido, quando é dito por você. Não sei se o que me embala mais, é o som da sua voz, ou o silêncio do teu mistério. A melodia dá sentido a tua palavra e a tua palavra é melodia que encanta, desperta.
Eu viraria meu mundo de ponta cabeça pra fazer parte do seu. Meus caminhos parecem ter tanto sentido… Até você aparecer e tudo perder o valor, e vir a tona um desejo insano de viver você, a sua calma, essa sua timidez enrustida em um sorriso de canto, barba no rosto, mãos no violão. E toda aquela repulsa de sentimentos passa, só de pensar no teu olho fechado, falando de amor, de paz, transformando minha concepção sobre estar ao lado de alguém, sentir a calmaria ao invés da tempestade.
O medo de provar você, me atormenta e desvia o meu olhar pra não encontrar com o seu, pra seguir me contentando com a paz que a lembrança do teu sorriso traz. E se eu te tocar? Vou rasgar teu recato e te despir do medo, você vai descobrir aquela ousadia que ficou pra trás, eu vou esquecer a dor que me acovardou, e a gente vai provar pro mundo o que é viver um amor.” (Bruna Akamine)
Acho que nós somos o melhor casal que nunca existiu.
Te preciso tanto.
Preciso segurar tuas mãos e acariciá-las.
Desenhar teu rosto com a ponta dos dedos.
Tem tanto de você aqui, que eu te cuido mais que a mim.
Só não me abandona, moço.
E caso decida ir, me avisa com antecedência.
Preciso preparar o coração.
Me promete que vai tentar aparecer no aeroporto na minha próxima viagem.
Me promete que vai tentar aparecer qualquer dia desses.
E aí a gente dança pela sala, iluminada com algumas velas.
Só pra eu sentir teu perfume no pescoço e teu rosto colado no meu.
Me apaixono um pouco mais a cada dia e não sei se vale a pena dizer isso.
Fica comigo agora, me abraça um pouco.
De repente me deu uma vontade de viver de novo tudo o que ainda não vivemos.
É que talvez você tenha sido meu único e grande amor, mesmo sem saber, mesmo sem sentir.
Talvez você seja.
Ao clandestino.
Eu só queria te dizer que me arrependo por ser o que você nunca cogitou apreciar. Que eu me engasgo toda vez que te vejo sem rumo por aí. Que quero o mesmo rumo, mesmo não entendendo por quais caminhos tu pretende demarcar os teus passos. Escrevo-te por não saber exatamente o que fazer com esse amontoado de palavras que me despem num olhar feroz. Escrevo por vergonha ilícita de tragar saudade ao invés de amnésia. Beber doses de culpa, como se o gosto forte do álcool contracenasse com a tua saliva em uma luta brutal de engano e dívida e mesmo assim eu perdesse pra lembrança. Eu precisei esconder a tremura nas mãos, a pupila dilatada e qualquer outro sinal de fraqueza na tua última visita. Precisei costurar o meu todo em retalhos para que a minha estrutura não se rompesse. Fiz um trato com o acaso e alterei o tom do meu gargalhar. Abracei o travesseiro demoradamente como se aquele perfume me confortasse. Faz assim ó, fica parado enquanto eu passo as pontas dos dedos pelo contorno do teu nariz. Deixa eu rir daquela cicatriz no queixo, morder a ponta da tua orelha. Só fica. Fica quieto, não diz nada, eu não preciso. Só não negue um abraço a quem sente falta de se acomodar nos teus braços. Não sorria, eu nem prezo por você. Apenas finjo gostar enquanto te desejo. Apenas digo que gosto para não dizer que te amo. E foi assim. Meio sem sentido, meio torto. Eu vi numa aresta daquele sorriso algo que eu sempre quis, mas nunca pensei que pudesse existir. Eu vi num tom de pele mil tirinhas de diamantes e vibrei com a ganância e o brilho ilusório. Foi como olhar um dia nublado pela primeira vez. Conseguia sentir o cheiro de terra molhada como o aroma daqueles dias de chuva. Encontrava-me nas tempestades dos teus beijos e me adaptava nelas como se aqueles moinhos de ventania fossem feitos especialmente para mim. Assim como o perfume doce. Ao clandestino dos meus pecados, dos meus sonhos sem previsões. É como sorrir para o céu por te ver nele todas as manhãs. É negar, negar, negar. É descobrir que até as palavras usam a distração como rota de fuga. É descobrir que além do meu ontem, você também é a minha distração. É reconhecer dentre os esquecimentos que eu quero te colar nos meus amanhãs. Sim, moreno. Nas manhãs preguiçosas, estirados no sofá da sala, num domingo qualquer. Agora nem isso posso ter. Desculpa não conseguir empilhar nossos instantes numa prateleira qualquer. Desculpa esse dégradé de saudade, redemoinhos de ilusões que me alimentam e te distanciam. Eu sentia tua respiração distante, equilibrando-me na corda bamba que nos prendia, mesmo que nada te prendesse a mim agora. Desculpa não ter sido eu a pessoa que desabotoou o teu melhor sorriso.
E eu ainda te dedico os meus versos mais sinceros.
Ao clandestino.
