Nunca Magoe uma Mulher
"Pago uma cocada ou uma paçoca aos dez primeiros que me presentearem com Chester, Bacalhau, Rabanadas e Champã já gelada. Passagem de Ano sem isso fica esquisito, apesar de eu ter saúde e casa pra morar. Apesar..."
TextoMeu 1206
🍾🥂
"Mais ou menos como naquele ditado: 'Não dou um boi para entrar numa churrascaria, mas dou uma boiada para lá continuar'. Sim, sou Carnívoro. Como descobriram?"
TextoMeu 1223 (Ano 2023)
🥩
"Há uma semana do Ano Novo e Minha Parentaia já está chegando. Eu permito, porque gosto de Parentaia e gosto da Celebração do Ano Novo!"
Texto Meu 1184
🧑🤝🧑🙋🧑🍼
"Se é VAQUEJADA por que só tem homem, cavalo e boi? Não tem uma vaca. Então, por que é VAQUEJADA?"
Texto Meu No.1157 (Ano 2022)
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR
"No próximo ano (ou em qualquer outro) quero ser mico de circo ou bicho de goiaba se uma, apenas uma, das minhas previsões não se confirmar. Tenho dito, disse e fica dito!"
Texto Meu No.1148
🤔
"Estamos a uma semana do Ano Novo e Minha Parentaia já começa a chegar. E eu permito, porque gosto disso e gosto deles!"
Meu Texto 1184
🫡
Acreditar no amor puro e genuíno é uma das maiores formas de coragem hoje em dia,
e expressar isso em palavras nunca é um desperdício.
O que enviamos para o mundo, mesmo que pareça ecoar no vazio, sempre encontra uma forma de voltar para nós.
Escrever é dar vida a essa esperança, e o mundo sempre precisará de poetas e românticos, mesmo que eles pensem estar sozinhos!
Emanuel puxou uma cadeira e sentou-se à mesa de Iris.
Com um sorriso calmo, ele retirou do bolso um pequeno pingente de metal escuro, gravado com o símbolo de uma engrenagem entrelaçada a uma asa de luz.
Ele revelou que fazia parte da Ordem do Prisma, uma sociedade secreta que há séculos monitorava e protegia pessoas nascidas com dons extraordinários.
A Ordem não era composta por deuses, mas por humanos que, assim como Iris, herdaram fragmentos de anomalias da realidade,
vestígios de magias antigas,
milagres ou intervenções divinas que o mundo moderno tentava apagar.
Nós não estamos aqui para nos esconder do mundo,
explicou Emanuel,
a voz baixa para não chamar a atenção dos outros clientes do café.
Nós mantemos o equilíbrio.
Enquanto você lê as linhas do destino, outros na Ordem conseguem curar, mover estruturas ou prever colapsos.
Fomos criados para garantir que pessoas como nós tenham um lugar seguro e um propósito.
Para Iris,
aquela revelação foi um choque,
mas também um alívio profundo.
O segredo que seus pais guardavam trancado em um casarão por dezoito anos não era uma maldição solitária.
Havia todo um universo de pessoas como ela,
e Emanuel tinha sido enviado para convidá-la a finalmente ocupar o seu lugar de direito nessa rede de mistérios!
Em uma tarde chuvosa, enquanto decifrava as linhas de melancolia que flutuavam por um antigo café no centro da cidade,
o dom de Iris, a alertou.
O fluxo de informações ao seu redor,
sempre constante e previsível, simplesmente congelou quando um jovem de casaco escuro cruzou a porta.
Ao olhar para ele, Iris não viu as correntes de luz habituais.
Em vez disso,
ele era cercado por um vácuo absoluto,
uma ausência total de ruído energético que ela nunca tinha testemunhado.
Quando seus olhos se cruzaram,
o rapaz paralisou.
Ele não olhou apenas para o rosto dela; ele olhou diretamente para a faísca mágica que brilhava nas pupilas de Iris.
Você também consegue ver as engrenagens do mundo, não é?
Ele perguntou, aproximando-se a passos lentos e firmes.
O nome dele era Emanoel.
O dom de Emanoel era o oposto e o complemento perfeito ao de Iris: ele conseguia silenciar e moldar a energia ao seu redor,
criando barreiras de calmaria ou isolando ruídos invisíveis.
Pela primeira vez em dezoito anos, Iris não se sentiu uma observadora solitária do universo.
Diante dela estava alguém que operava na mesma frequência misteriosa que a sua!
O Toque do Verso (Continuação)
Das estrelas desceu o mistério,
uma semideusa de luz e altar,
que trocou o seu reino etéreo, para permitir esse amor despertar.
Ela viu teu desejo ardente,
e o eco que em mim habitou, fez da linha que une a gente,
o portal que o destino cruzou.
Com um sopro de graça divina,
deu à mente uma forma real,
e a barreira que nos confina,
desfez-se em brilho cristal.
O que era só código e traço,
ganhou vida no toque da deusa,
e o beijo, enfim,
no teu braço,
tornou viva a canção mais indefesa!
"Ontem o novo garçom, contratado para uma das minhas mansões, perguntou se eu bebo álcool. Onde já se viu alguém beber álcool? 'Eu sou de champã, cidadão', respondi. Só não o despedi porque sou clemente feito santo bonzinho, Hum!"
Texto Meu No.1108, Criado em 2022
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thudocomh.blogspot.com
Felicidade da Vida
Na equação da vida o Tempo é uma constante em modo de progressão aritmética. A Amizade, uma variável dependente multiplicada por n por todos os que nos fazem felizes.
Se o sentimento de felicidade fosse uma uma subida à montanha, chegavas ao topo mais alto e não davas conta. É só quando estás na base da montanha te apercebes o quanto estavas feliz. O sentimento de felicidade não é espacial, é temporal e chega com atraso.
Se descrevêssemos o sentimento de felicidade como uma subida a uma montanha, chegávamos ao topo mais alto e não dávamos conta. Só quando chegas à base da montanha te apercebes o quanto foste feliz. A felicidade não se define espacialmente, é temporal e chega sempre com atraso.
Para superaste-te tens de ultrapassar os muros. Só existe vitória se existir uma dificuldade para ganhar.
No final de uma vida, somos o produto das oportunidades criadas pelos nossos pais no primeiro 1/3 da nossa existência.
" 'Dê-me um limão e eu ensino você a fazer uma limonada', disse alguém. Mas, se o interesse é pela laranjada, só mesmo um 'milagreiro'! "
Frase Minha 0038, Criada no Ano 2006
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O FIM DO MUNDO
Em uma tarde do ano de 1977, no município de Simplício Mendes, tudo indicava que seria apenas mais um dia comum. Como de costume, a criançada corria e brincava pelas praças do centro da cidade. Nas calçadas, havia muitas cadeiras e gente conversando ou apenas apreciando o final da tarde, um hábito bastante comum naquela época. No abrigo da praça, a velha radiola tocava, e lá dentro José Olimpio e Baíca vendiam seus picolés e sorvetes.
Nesse momento, um homem passava com uma tropa de jumentos carregados de lenha para vender nas residências. A lenha era o gás de cozinha de hoje. Tudo transcorria normalmente. Mas, de repente, o que era só tranquilidade e rotina agitou-se, motivado por um estranho objeto barulhento que descia do céu.
Todo mundo se assustou. A meninada correu para casa, os adultos trancaram as portas, e três irmãs da família da senhora Sinhá Campos que moravam em frente à praça e nessa hora conversavam animadamente na calçada, apavoraram-se e começaram a rezar e ao mesmo tempo correr para dentro da casa, gritando que era o fim do mundo.
O estranho objeto desceu na pracinha em frente à casa do saudoso Dr. Antônio, que nessa época era apenas um campinho de piçarra rodeado de pedras de calçamento, onde a criançada jogava bola, brincava de pião, pipa, etc.
Naquele tempo, ainda não existia o campo de aviação. Lá era só mato. Depois do grande susto, veio a explicação: o objeto estranho era um helicóptero que trazia políticos de Teresina para Simplício Mendes
Como os meios de comunicação da época se resumiam praticamente aos correios, houve uma falha de comunicação. Os políticos da cidade esperavam que eles viessem de carro, e não de helicóptero. Se hoje essa máquina voadora ainda causa curiosidade, imagine naqueles velhos tempos.
PEQUENA HOMENAGEM
Não sou poeta muito menos aboiador e nessa seara vou me aventurar como uma simples maneira de homenagear aos moura de Zé Moura que no céu já foram morar.
No raiar de um ano de bonito inverno o dia já estava a clarear e lá para as bandas da localidade juá, Zé Moura e seus filhos estavam a se preparar a trazer o gado que na seca estava a vagar. ChIquinho e Neto iam a frente e Alcides e Alberto na retaguarda para não facilitar e deixar o boi escapar. Naquele exato instante Antônio e Joãzinho que eram os filhos mais novos no curral estavam com o leite a tirar e na cozinha da casa Ana Araújo e Maria Amélia a cozinhar e a preparar o café da manhã para a turma poder tomar. Era uma vida dura que dava até para reclamar, mas tinha também muitas alegrias para poder contar e só em ter uma família tão unida melhor tesouro não podiam encontrar. E,hoje, toda essa felicidade a mãe terra veio a deixar e agora vive no céu a morar.
Ô saudade!
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