Nunca Magoe uma Mulher

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O respeito é uma mão de via dupla, o meu vai até onde o seu para!

Não é o eco das bocas que abre os portais do Céu, mas a verdade de uma vida que caminha em fidelidade. Muitos pronunciam o nome de Deus; poucos deixam que Ele transforme o coração. As ações valem mais do que meras palavras bonitas.

A vida é maravilhosa, uma beldade. Uma virgem, quem em sã consciência não teria vontade de vive- lá da sua própria forma ?

A mente humana se adapta a tudo, menos a uma falta de rotina.Nesse emaranhado é que mora a loucura !




_James Richard

A jornada não revela uma essência; ela a constrói. Não existe um “eu verdadeiro” esperando ser descoberto — apenas aquilo que você escolhe se tornar. E, na era da tecnologia, cada um ocupa seu papel, moldado pelas escolhas que faz.


_KANGAL

Nesta vida ou na próxima, uma sempre encontrará o caminho de volta à outra.




_KANGAL

A TEORIA DO ESQUECIMENTO


Me diz uma coisa, qual é o nome do seu avô?


E o nome do seu bisavô?


Por último, qual é o nome do seu tataravô?


Se você não souber responder, está tudo bem, pois isso é algo extremamente normal. Nem todos se lembram dos seus antepassados...


Mas isso nos traz um fato! Note que, provavelmente, depois de algumas gerações, ninguém vai se lembrar de você também.


Não porque você não seja importante, mas porque a memória humana é limitada mesmo. A vida continua, e as pessoas acabam se ocupando com a sua própria vida, com a sua própria história.


Tudo aquilo que hoje lhe parece enorme e valioso, as opiniões alheias às quais dá importância, brigas de família, vaidade, necessidade de aprovação, medo de julgamento... tudo isso vai desaparecer com o tempo e cair no esquecimento.


Daqui a 100 anos, provavelmente, ninguém se lembrará do seu cargo, do seu carro, da sua roupa, ninguém lembrará da sua conquista ou nem de quando você não se arriscou com medo de fracassar.


Essa teoria não serve para dizer que a vida é inútil, na verdade, a intenção é contrária a isso. Acredito que, assim como a morte chegará para nós um dia, nós também seremos esquecidos. Então, vejo isso de maneira positiva e libertadora, pois saber desse esquecimento futuro funciona como um alívio para o presente e serve para tirar o peso de coisas que não merecem tanta atenção assim.


Mas, se a lembrança futura não é garantida, o que sobra?


Sobra o que você vive agora, o seu caráter, a sua paz interior, o amor verdadeiro entregue aos seus entes queridos, a sua presença, o seu cuidado com a sua saúde, o seu crescimento pessoal, a sua lealdade para quem a merecer... em resumo, tudo aquilo que você faz de bom, mesmo sem esperar aplausos por isso.


A ideia central que trago é: sim, você será esquecido, então pare de viver para ser lembrado e comece a viver para ser mais presente, sem se preocupar demais com coisas que não importam.


Thiago Calado
11/05/2025
02h21

Insano é beijar e honrar uma
bandeira que não é a sua;
insano é divergir sem cooperar
com aquilo que é de sobrevivência
e nas mãos de um estranho confiar;
insano é votar em quem disse
que deveríamos nos curvar
ao estranho que poderia nos
jogar livremente uma bomba atômica;
insano é apoiar quem disse que estaria
disposto a sacrificar até mesmo a floresta;
insano é votar em quem até disse
que se sentiria vingado se
a nossa pátria virasse terra arrasada.


(Insano é não querer ver a vontade
mascarada de metáfora.)

Violência não é uma resposta, a violência é uma pergunta e a resposta é sim.

Existe uma contradição, fruto da ignorância
do não saber/conhecer e também do caráter,
no afirmar que Trump liberou a Venezuela de um ditador.


Óh, céus da ignorância!!!


Onde um ditador pode liberar
um Nação de outro ditador?!!


Essa ignorância nasce tanto da ignorância política quanto da má-fé discursiva.


Dizer que Trump “libertou” a Venezuela de um ditador é um nonsense conceitual.


A resposta é simples e incômoda:
- Em lugar nenhum.


Isso só existe na propaganda, na ignorância política ou na conveniência ideológica.


E acreditar nessa narrativa exige ignorar o óbvio , ou seja, o autoritarismo não se
combate com autoritarismo.


Isso não é libertação , é pura propaganda política de parte.


✍©️@MiriamDaCosta

Critica-se a Lei Rouanet em nome de uma suposta “indignação ética”, sem sequer compreender que ela não é esmola,
não é “dinheiro dado a artistas”,
mas um mecanismo de renúncia fiscal , dinheiro que já sairia do bolso público e que passa a ser direcionado, com regras, para cultura, educação simbólica, memória e pensamento crítico.


Os mesmos que se arvoram como “cidadãos do bem”:


receberam auxílio emergencial indevidamente,
vivem de benefícios estatais históricos,
defendem privilégios corporativos (militares e suas viúvas e filhas eternamente pensionistas),


e jamais questionam isenções fiscais bilionárias concedidas a bancos, igrejas e grandes empresas.


A indignação, portanto, não é moral , é seletiva.


Ela escolhe alvos simbólicos fáceis: artistas, intelectuais, escritores e produtores culturais vários.


Porque cultura incomoda, questiona, expõe contradições, desorganiza certezas e encenam a história que tentam apagar.


Não se trata de repúdio ao uso do dinheiro público.
Trata-se de repúdio àquilo que pensa, cria e revela.


Em resumo:
Não odeiam o Estado beneficiador,
odeiam o Estado quando ele não os beneficia diretamente; e odeiam ainda mais quando ele financia ideias, sensibilidade e pensamento crítico que são contrários às próprias ideologias politicas, religiosas e culturais.
✍©️@MiriamDaCosta

A Medalha Ajoelhada e Profanada


Não foi um gesto de paz.
Foi uma reverência.
Maria Corina não ofereceu uma medalha,
ofereceu-se.


Despiu-se da dignidade
e a deixou no mármore frio
da Casa Branca,
ajoelhada diante de um homem
que nunca carregou a paz
nem no discurso,
nem nas mãos.


Uma medalha do Nobel
(símbolo que deveria arder
como consciência)
foi reduzida a adorno político,
a chave dourada
tentando abrir portas
que se movem por interesse,
não por justiça.


Há algo de profundamente indecente
em entregar a “paz”
a quem cultiva muros,
ameaças, sanções
e guerras travestidas de ordem.


A medalha não caiu das mãos:
foi arrancada da ética.
Não houve altivez,
não houve soberania,
não houve respeito ao próprio povo.


Houve submissão encenada,
gesto calculado,
dignidade trocada
por um aceno imperial.


Quando a paz é usada
como moeda de barganha,
ela deixa de ser símbolo
e se torna farsa.


E quem a entrega assim,
sem pudor, sem vergonha,
não "enobrece" o destinatário,
empobrece a si mesma,
perdendo cada vestígio de dignidade,
e trai o sentido da palavra
que fingiu honrar.


Vergonha para todo o Universo feminino!
✍©️@MiriamDaCosta

Encontrar o sentido da existência
é como encontrar
uma pérola rara e preciosa
dentro da concha do viver.
✍©️@MiriamDaCosta

*26 de janeiro - Dia Mundial da Educação Ambiental*


Como proporcionar uma Educação Ambiental
num mundo que carece de Educação Humana?


Essa pergunta não é apenas pedagógica,
é civilizatória.


Vivemos em uma era
que ensina a explorar,
mas não a respeitar;
a consumir,
mas não a cuidar;
a competir,
mas não a coexistir.


Fala-se em sustentabilidade
sem tocar na insustentabilidade
das relações humanas.


Discute-se o futuro do planeta
enquanto se negligencia o presente
da dignidade, da empatia,
do pertencimento.


A crise ambiental não nasce
no solo devastado,
nas florestas queimadas
ou nos oceanos adoecidos.
Ela nasce antes,
no empobrecimento
da sensibilidade humana,
na ruptura do vínculo
entre o homem e a vida.


Educar para o meio ambiente exige,
primeiro, educar para o cuidado,
para a responsabilidade,
para o reconhecimento do outro
(humano ou não)
como parte do mesmo sistema vital.


Não se preserva aquilo
que se enxerga como recurso.
Preserva-se aquilo
que se reconhece como relação.


Enquanto a Educação Humana for substituída
pela lógica da indiferença,
da pressa, do lucro acima da vida,
qualquer Educação Ambiental será apenas retórica bem-intencionada.


Cuidar da Terra implica,
inevitavelmente,
reaprender a ser humano.


Porque só quem compreende
a própria humanidade
é capaz de compreender
que destruir a natureza
é, em última instância,
destruir a si mesmo.
✍©️@MiriamDaCosta

⚖ 🐕 Justiça pelo cão Orelha!
Estátua não, Justiça sim! ⚖ 🐕


Construir uma estátua é um gesto vazio
quando a impunidade segue sendo defendida
a unhas, dentes e poder financeiro
pelos próprios envolvidos no caso.


Antes da pedra, do bronze e do verniz simbólico, que se construa a Justiça.
A verdadeira,
a que não negocia vidas,
a que não se curva ao privilégio,
a que não transforma crime
em nota de rodapé.


Depois, só depois,
falamos em estátua, em memória,
em homenagem ao cão Orelha.


E ainda assim,
que seja um dever ético
que cada centavo dessa homenagem
seja custeado por seus assassinos,
como lembrança permanente
do que fizeram
e do que tentaram apagar.


Santa Catarina,
estado que os fatos insistem em denunciar
como o mais xenófobo do Brasil,
agora amplia sua lista de intolerâncias:
além das pessoas, volta-se também
contra os cães de rua.


Quando a violência escolhe os mais vulneráveis
e a Justiça escolhe o lado do silêncio
e do poder de famílias abastadas...
não há estátua que absolva,
não há homenagem que repare,
não há memória que se sustente
sobre o alicerce da impunidade.
✍©️@MiriamDaCosta

Tenho uma profunda sintonia
com a praia assim:
nublada, deserta,
serena e silenciosa.


Há algo nela de sublime
que toca as veias
da minha inspiração.


Sinto uma simbiose visceral
com a paisagem
cinérea, solitária,
entregue ao próprio silêncio
e à própria paz.


Há uma serenidade antiga
que não pede sol
nem testemunhas.
Algo nela é sagrado:
o céu contido,
as pedras em vigília,
o mar que sussurra versos.


É ali, nesse quase-nada,
que minha inspiração
encontra o tudo,
nas veias abertas,
e pulsa
sem pressa
sem expectadores.
✍©️@MiriamDaCosta

Eu e o Mar... uma simbiose ancestral.


Antes mesmo do meu olhar
ter visualizado o Mar
pela primeira vez...
a visão Dele
já havia me capturado.


Eu até posso distanciar-me
de suas ondas 🌊🌊🌊
mas... antes mesmo de eu nascer...
a minh'alma
fora batizada por sua maresia.


✍©️@MiriamDaCosta

A vida
é uma escola.


O livre-arbítrio,
o professor.


A religião,
às vezes
uma cúmplice,
outras vezes
um véu.


A espiritualidade,
a aliada
que sopra sentido
onde a fé cega
não se institucionalizou.


A ciência,
um semáforo
(ora verde,
ora amarelo,
ora vermelho)
lembrando que avançar
também exige pausa,
freio.


A ética,
o pedal
(se não há impulso consciente,
não há movimento digno).


A escritura,
o universo aberto,


a interpretação,
um planeta
que orbita conforme
a gravidade de quem lê.


E no fim,
somos estudantes
assinando a própria prova
sem poder colar do destino.
✍©️@MiriamDaCosta

Depois de tudo,
ela mantinha o olhar
como se fosse uma varanda
com vista para a vida.
✍©️@MiriamDaCosta

No calendário é (ou seria…) verão 🌞
mas o sol parece uma promessa
que não assinou contrato com o céu.


Já nem me lembro
da última vez
em que estendi as roupas lavadas
no varal do quintal,
onde o vento fazia carinho
e o sol beijava as roupas
até deixá-las com perfume de tarde.


Faz tempo. 🌞


Tempo de nuvens espessas, 🌧
de chuvas que não pedem licença,
de previsões que mudam de humor
como quem muda de roupa,
e ironicamente
a roupa é que não muda de lugar.


Agora estendo tudo no varal do porão,
entre paredes
e uma claridade tímida
que entra pelas frestas
como quem pede desculpas.


É verão no papel, mas por aqui
as estações parecem suspensas.


E enquanto as roupas
demoram a secar,
eu penso que talvez
haja dias assim também na alma,
dias de porão,
em pleno verão.
✍©️@MiriamDaCosta