Nunca Magoe uma Mulher
Parede de Vidro
Fico aqui imaginando uma vida sem você...
Uma realidade onde posso ser feliz,
sem precisar contar contigo...
Deixar de estar atrás dessa parede de vidro,
onde te vejo, mas não posso te tocar...
E te sentir é o que mais preciso...
Mas vou ficar bem...
Em um universo onde você não existe...
Fingindo que o meu coração
não estar acelerado...
Que a minha alma não está quebrada.....
Que o que mais queria
é voltar para a parede de vidro.
Porque eu sei quem você é...
Você é um estranho que me completa...
Que quero ter você sempre comigo,
mesmo que seja pela parede de vidro...
Porque chamam de doença,
dizem que é ansiedade...
Se o que eu sinto
é apenas um amor de verdade.
Faltou palavras para dizer -
O que sinto por você...
Faltou palavras agora eu sei...
É tarde demais...
Pontes da liberdade
Me jogaram Pedras, construí uma ponte, assim, posso ir além, desafiar os meus limites e conquistar lugares inalcançáveis.
Quando você cria muros é você que fica preso.
Criar algo, de dentro pra sair pra fora,
Você fabrica uma ideia
e põe em prática
imagina, tenta,
e faz, até se concretizar.
Fica claro, você tem certeza...
A imaginação, é uma das coisas mais belas do ser humano.
É conquistar um objetivo, um sonho,.
Você pode realizar qualquer sonho.
Incrível, você pode ver
com olhos abertos os olhos fechados, e sentindo o brilho do sol..
as estrelas, mas se ela não estiver lá... você pode ver com os olhos da alma.!
É por isso que as coisas imaginárias são mais fáceis de ver do que as reais.!
Imagine, acredite, sonhe,
conquiste, e realize.
...
Sonia Solande da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Quando o crime, a justiça se torna uma tiraria, a verdade não é um direito, é uma obrigação...
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Todas os direitos reservados
do nome:
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Copyright
A primeira vista acontece dentro de uma alma que ela tinha certeza que nao ia desabar..
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Pietisa do cerrado
Todos os que foram antes de mim deixaram uma marca um sim um não, os pros e os contras de uma vida a ser preenchida para não viver no vazio, me ensinaram a lutar pois quando entrei na imensidão do mar nao encontrei o vazio, e sim as ondas que me puxaram para dentro de mim, para ponderar e sentir o medo,tambem me ensinaram a caminhar na terra quente e sentir na pele, a dor. me ensinaram a perdoar muito no seu leito moribundo, me ensinaram a reconhecer meu erros.
E que para desfrutar a abundância eu teria que trabalhar e muito e que herança tem um grande significado, não espere muito tempo, pois também acaba e também passa, pois sim eu passei, por muito mais que muitas pessoas passaram em uma só vida aqui, e aprendi também, a plantar uma semente e acreditar que mesmo na escuridão dos nãos ela germinara se tornará uma árvore bela e frondoza que dará flores e frutos, e depois de tudo, suas folhas irão fertilizar o solo para brotar inundando a primavera de flores.
Sonia Solange da Silveira
Foram anos de solidão aflição e angústia procurando uma saída e as setas me indicavam caminhos incertos.
E Deus nunca me abandonou.
Cada vez que eu tropesava ele me segurava.
Cada vez que eu quebrava.
Ele me consertava.
Nunca estive só.
Sonia Solange da Silveira
Poetisa do cerrado
Uma boa pergunta é como uma janela que se abre na alma. Quando sussurramos "quem sou eu?", "qual o sentido da vida?" ou "o que é real?", o coração começa a sonhar acordado. E, devagarinho, as ideias velhas que moravam presas na cabeça vão soltando as mãos e voando. Perguntar não é brigar: é dançar com o outro, é convidar para pensar junto. Então descobrimos, com um sorriso, que muitas certezas eram só roupas antigas. Falar de quem somos e do que é real é como colher estrelas: nos deixa mais leves, curiosos e cheios de amor pelo mundo. Precisamos nos ouvir...
Coisa de Gente...
" A HISTÓRIA DA UVA E DA RAPOSA: ELA PODE ILUSTRAR UMA SITUAÇÃO QUE VOCÊ ESTEJA SOFRENDO E PARA CESSAR É NECESSÁRIO RESCINDIR; PODE SER NO.CASAMENTO, NAMORO, NO TRABALHO ETC.
" A RAPOSA BICHO MUITO ESPERTO, PASSANDO EMBAIXO DE UMA PARREIRA DE UVA, OLHOU PARA CIMA E AVISTOU MUITOS CACHOS DE UVAS AO PONTO DE DEGUSTA-LAS ( A FRUTA QUE ELA MAIS GOSTA), DEU O 1° PULO PARA APANHAR E NÃO CONSEGUIU, 2°, 3°, 4°, NO 10° JÁ CANSADA OLHOU PRA CIMA E DISSE: NÃO VALE A PENA ESTÃO VERDES. DISSISTIU E SEGUIU O SEU CAMINHO".
MUITAS VEZES TEMOS QUE INVENTAR UMA DESCULPA E IR EMBORA (LARGAR O SOFRIMENTO). Ademar de Borba
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.
Antes de ser sequestrado pela Medonha Polarização, o cabo de guerra era só uma das inúmeras e ingênuas brincadeiras de crianças dos bons e velhos tempos.
Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.
Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.
Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.
Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.
Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.
A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.
É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.
A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.
Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.
E se tivéssemos duas rodovias paralelas — uma sob concessão, tarifada, bem cuidada, com toda infraestrutura, suporte e segurança; e outra, sob os descuidos do Estado — sobre qual você se deslocaria?
Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.
Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.
A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.
É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!
O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.
Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.
E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.
Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.
Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.
Talvez a pergunta que se faça seja: o que esperar de uma CPI do Crime Organizado feita pelo Crime Desorganizado?
O espetáculo começa antes do expediente.
Os refletores acendem, os microfones se aquecem e os justiceiros-influencers ajeitam o paletó como quem ajusta o figurino do herói.
O povo, já acostumado à reprise, senta-se diante do mesmo palco e ainda finge surpresa.
Enquanto o Crime Organizado age com método, silêncio e disciplina de quartel, o Crime Desorganizado tropeça nas próprias narrativas, encena virtudes e ainda transforma a nossa indignação em conteúdo patrocinado.
Um se esconde nas sombras; o outro, nelas se promove
Dizem que o desorganizado é menos perigoso — mas o caos, quando ganha crachá e holofote, se torna uma arma mais letal: convence a parte apaixonada do povo de que combate o mal, quando apenas disputa o comando dele.
O resultado é o mesmo: o crime segue impune, apenas muda de palanque.
E o público, anestesiado por discursos reciclados, ainda aplaude a encenação da ética feita por quem a vende em lotes.
No fim, o verdadeiro crime não está nas ruas, mas nas mentes que já se acostumaram com o circo.
Porque o que se investiga, afinal, não é o crime — é o espetáculo do crime.
E o país, cansado, segue acreditando que o palácio difere da cela... apenas porque as grades do poder são douradas.
Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.
Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.
Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.
As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.
Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.
Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.
Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.
Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.
Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.
Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.
Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.
Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.
Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…
Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.
E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.
Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.
E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.
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