Nunca Magoe uma Mulher

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Uma vez tentaram exorcizar o falso mito, mas não deu muito certo! Os 3 exorcistas enviados foram: Kelmon, Malafaia e Epstein!

Riqueza sem Cristo é apenas uma ilusão de preenchimento.

Rachadinha e Bananinha queriam tirar uma foto com o Trumposo! Mas o melhor que vão conseguir é uma selfie com o Bozo!

⁠O perdão é uma decisão.

É um processo diário de exercício espiritual, nem sempre fácil, mas que o irá beneficiar bastante, pois quando você decide perdoar alguém, limpando toda a mágoa do seu coração, aos poucos o que lhe fizeram, deixa de ter a enormíssima importância que tivera, e ainda que esteja no meio de um fogo cruzado, creia que sua alma transbordará serenidade e gratidão.

A pedra e o abismo.


Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)


O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.


Massako.🐢

⁠"Amizade verdadeira é uma responsabilidade ética."

Esses jornalistas da RBS e Globo são uma vergonha! Teriam que se esforçar muito para, quem sabe, um dia, serem jornaleiros!⁠

Já que os bozolóides amam tanto os EUA, desejo que todos consigam uma passagem só de ida para OHIO!
O raio que os parta!

Quando FLÁVIO Bozolóide pediu uma luz, tudo se tornou em trevas! Escuridão, não vi pior! Apagou a lâmpada e queimou o filme!

Esquerdistas vão tomar uma cerveja para rir do Rachadinha! Os Patriotários vão encher a cara de detergente pensando no Lulinha!

Quando a ficção é patrocinada por uma facção, representa um perigo à nação! Acabou a ladainha do Rachadinha!

Minha bandeira é verde-amarela... e vermelha! Da constelação de ases, uma estrela brilha mais forte e ostenta o 13! Rumo ao hexa!

DELAÇÃO PREMIADA não é solução! Na minha opinião, é mais uma vantagem concedida a um privilegiado que abusou da liberdade!

Cesta de Natal Amaral

Houve uma época em que o grande charme de Santa Mariana, no final do ano, era comemorar o Natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas Cestas de Natal Amaral.

Naquele tempo, eu tinha nove anos e ela era o meu grande sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha.

Havia propaganda nas emissoras de rádio, no alto-falante do Bacarim e nos carros de som que percorriam as ruas da cidade anunciando a bendita cesta. Você podia comprá-la no início do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o Natal.

Perto da nossa casa morava uma família de classe alta que havia comprado uma daquelas cestas. E não era qualquer uma: era a maior, a número cinco. Quanto maior o número, maior o tamanho da cesta.

Passei o ano inteiro esperando a chegada do caminhão que faria a entrega.

Meu grande desejo era descobrir se era verdade tudo aquilo que aparecia nas propagandas. Será que dentro daquela cesta havia mesmo todas aquelas maravilhas? Claro, eu precisava primeiro contar com a boa vontade do meu vizinho.

Até que, num belo dia, já no final do ano, eis que chegou o tão esperado caminhão.

Foi uma festa na nossa rua. Moleque para todo lado.

Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio daquele acontecimento. Afinal, tinha acompanhado a espera durante o ano inteiro e, por isso, achava que tinha até o direito de descrever alguns detalhes da famosa cesta.

Naquela noite, depois de uma espera angustiante, finalmente me permitiram olhar dentro daquela coisa linda.

Mas só olhar.

Sem tocar em nada.

Depois de aberta, pude ver enfeites de papel celofane vermelho. Por entre eles apareciam as pontas das garrafas: vinho, espumante, suco de uva...

Havia também castanhas.

Mais para o fundo, os donos começaram a remexer as coisas e, de repente, apareceu, debaixo daquele papel vermelho, uma maravilha. Uma verdadeira obra-prima.

Era uma lata redonda.

Na tampa havia desenhos daquilo que vinha dentro. Eram quatro figuras, em formato de triângulos com as bordas arredondadas.

Não teve jeito.

Pedi para segurá-la.

Relutaram um pouco, mas acabaram deixando. Por alguns segundos, aquela maravilha esteve nas minhas mãos.

E foi o suficiente.

Olhando para aquela lata mágica, deixei minha imaginação viajar. Naquele instante, pude saborear, um pedaço de cada vez, a goiabada, a marmelada, o figo e o marron-glacé — nome que descobri naquela noite e que, para mim, até então, era simplesmente batata-doce.

Alguns dias depois, fuçando pelo entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela.

Ela mesma.

A lata.

Aquela obra-prima estava ali, jogada, vazia, como se fosse uma coisa qualquer.

Fiquei alguns segundos olhando para ela, meio consternado com o fim que tivera.

Para mim, aquela lata ainda carregava todo o encanto do Natal. Para os outros, era apenas uma lata vazia.

Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela.

Finalmente pude conhecer o sabor daqueles doces.

Mas não era Natal.

E também não era da Cesta de Natal Amaral.

E talvez por isso nunca tenha tido o mesmo gosto.

“Aquele que persevera, mesmo no limite de sua resistência, já carrega em si uma forma de vitória, pois há triunfo no próprio ato de tentar.” — Leonardo Azevedo.

Deus é uma criação do homem, para resolver suas incapacidades.
Ivanildo Santos

Seja gentil e cuidadoso com as pessoas
que lhe apoiam nos piores momentos!
Uma mensagem... uma ligação... uma visita... um incentivo...
Um único gesto, faz toda a diferença!

⁠Uma vez, alguém me perguntou: 'Quem é você?' Isso aconteceu após dois dias de conversa. Respondi: 'Sou um cara que trabalha consertando e instalando ar-condicionado.' Ela então disse: 'Por que você ajuda as pessoas sem cobrar nada? Você ajudou no meu casamento, ajudou minha irmã no relacionamento dela com o namorado. Nunca cobrou nada, sempre ajuda sem pedir nada em troca, ensina coisas para desconhecidos sem receber nada por isso. Então, quem é você?'Senti algo dentro de mim se agitar. Pela primeira vez em muito tempo, decidi ser completamente honesto. Respondi: 'Sou um espírito antigo. Não sei lidar muito bem com as pessoas, não as entendo completamente. Na maioria das vezes, fico pensando em como posso ajudar. Talvez em outra vida eu não tenha conseguido ajudar ninguém, e nesta quero fazer a diferença. Pode ser também que minha família, que nunca me deu amor e muitas vezes me rejeitou, influencie meu desejo de ajudar. Tive uma infância difícil, mas não quero que sintam dó ou pena de mim. Acredito que muitas coisas que me aconteceram foram predestinadas. Temos apenas 0,03% de livre arbítrio, pois sofremos influências tanto da luz quanto das trevas.'Ela insistiu: 'Tá, mas quem é você? Você enrolou, mas não respondeu.'Foi então que uma memória distante emergiu. Com a voz trêmula, disse: 'Quando eu era criança, havia uma senhora que vivia na rua perto de casa. Sempre que podia, eu levava comida para ela. Um dia, ela me disse: "Você tem um coração puro, mas vive em um mundo cruel. Não deixe que isso o endureça." Essas palavras nunca me abandonaram. Talvez seja por isso que ajudo os outros, para provar a mim mesmo que ainda posso ter um coração puro. Mas a verdade é que, quanto mais ajudo, mais me sinto perdido. Mostro o caminho para os outros, mas não consigo encontrar o meu próprio. A cada dia, me sinto mais afogado em mim mesmo, preso em meus próprios pensamentos. Talvez seja por isso que ajudo, para esquecer de mim mesmo.'Ela me olhou, os olhos cheios de compreensão e empatia. 'Você ajuda os outros porque é assim que se encontra, não é? No ato de dar, você descobre pedaços de quem você é. Talvez você nunca encontre todas as respostas, mas no caminho, ao ajudar, você está vivendo a sua verdade.'Então, uma lágrima solitária escapou de meus olhos. Percebi que ao ajudar os outros, estava tentando resgatar partes de mim mesmo, partes que o tempo e a dor haviam fragmentado. 'É isso,' disse, a voz embargada. 'Estou tentando me redescobrir em cada ato de bondade, tentando me lembrar de quem fui antes que o mundo me endurecesse.'Ela sorriu, uma mistura de tristeza e esperança. 'Talvez a verdadeira questão não seja "quem é você?", mas "quem você está se tornando?" Cada ato de bondade é um passo para se reencontrar, para se reconstruir.'E assim, percebi que meu caminho não estava perdido, apenas inexplorado. Que na busca por ajudar os outros, eu estava, na verdade, tentando salvar a mim mesmo. E você, sabe quem você é e por que faz essas coisas?.
No cerne da existência humana reside a busca incessante pelo autoconhecimento e significado. Desde os tempos antigos, filósofos têm contemplado a natureza do ser e a essência da vida. Sócrates afirmou que "a vida não examinada não vale a pena ser vivida", enfatizando a importância da introspecção e do questionamento contínuo.O ato de ajudar os outros, muitas vezes, é visto como um caminho para a autorrealização. Aristóteles argumentava que a felicidade verdadeira é alcançada através da prática da virtude, e que o bem-estar pessoal está intrinsecamente ligado ao bem-estar dos outros. Ao servir os outros, não só melhoramos suas vidas, mas também encontramos propósito e realização em nossas próprias.Em um mundo onde a escuridão e a luz coexistem, nossas ações refletem nossas escolhas e influências. Carl Jung, o psicólogo suíço, falou sobre a dualidade da natureza humana e a importância de integrar tanto a luz quanto a sombra em nossa psique. Aceitar nossas fraquezas e forças nos permite viver uma vida mais completa e autêntica.No final, o que nos define não são apenas nossas ações, mas a motivação por trás delas. O caminho para o autoconhecimento é longo e cheio de desafios, mas cada ato de bondade nos aproxima de nossa verdadeira essência. À medida que navegamos pelas complexidades da vida, ajudando e sendo ajudados, construímos um mosaico de experiências que, juntas, revelam quem realmente somos.

Antes de você chegar, os dias eram apenas uma sequência de horas.
Mas com você, tudo mudou. Com você, tudo passou a fazer mais sentido.
É impressionante como o caos do mundo silencia quando estou perto
de você, é como se a vida finalmente tivesse encontrado o seu compasso certo.
Meu mundo começa e termina no seu abraço. Não existe distância ou abrigo
maior do que o calor dos seus braços em volta de mim. É ali que eu encontro
a minha paz. Você é a minha escolha diária, o meu melhor pensamento
e a minha maior certeza. With you, tenho tudo o que eu
preciso para ser COMPLETO.
___ENZO RUCHELL _

ATÉ NAS AFLIÇÕES AGRADEÇA. EU VIVI UMA SÉRIE DE DOENÇAS, TIVE FALÊNCIA DE ÓRGÃOS, CIRURGIAS... DORES 24 HORAS POR DIA, QUE NÃO PARAVAM POR NADA. NUNCA RECLAMEI! EU AINDA AGRADECIA POR EXISTIR, NO FINAL, DEUS ME SALVOU E EM UM SONHO FEZ ALGUÉM ORAR POR MIM E ME CURAR! ESTÁ COM QUASE 1 MÊS SEM EU SENTIR NENHUMA DOR, EU CREIO QUE A CIÊNCIA ELA VAI ATÉ CERTO PONTO E DEPOIS DEUS OPERA DEFINITIVAMENTE.


15 de agosto de 2026