Nunca Magoe uma Mulher
Bom dia! Cada amanhecer traz uma nova chance de fazer dar certo. Levante, respire fundo e conquiste as suas metas.💕🌻
ꕤA vida nos ensina que cada momento é único, cada novo dia é um presente e o seguinte uma dádiva......☘︎ ݁˖༘⋆❀
𓇢𓆸Há uma frase que carrega o sentido exato do dia de hoje: 'Eu não sou o que acontece comigo; eu sou a autora das minhas próprias palavras e, principalmente, das minhas decisões.' ✤☀︎𖹭
O Preço do Silêncio e o Valor de uma Vida🖤
✍️
O mal não é uma força abstrata que brota do nada; ele é uma planta que se alimenta do silêncio. Muitas vezes, justificamos a dor do mundo dizendo que Deus a permitiu, quando, na verdade, fomos nós que deixamos a solidão reinar no lado do bem. O egoísmo humano e a injustiça crescem como ervas daninhas, sufocando a empatia. E o pior tipo de cumplicidade não é o que empunha a arma, mas aquele que ouve o pedido de socorro e escolhe calar-se.
Dizem que o silêncio é ouro, mas em uma sociedade doente, ele é moeda de troca. Quantos aceitam a lógica da escravidão moderna apenas para manter um emprego? Quantos desviam os olhos quando o colega ao lado é roubado, lesionado ou injustiçado? Há uma ilusão covarde de que, ao ignorar o lobo devorando o vizinho, seremos poupados. Esquecemos que a injustiça não sacia sua fome; ela apenas ganha tempo. Amanhã, a vítima será você.
A prova de que a ganância perdeu qualquer freio moral atende hoje pelo nome de Berenice Ramos de Aguiar. Uma mulher de sessenta anos, cujo crime foi exigir o que era seu por direitos. Esse era o preço da sua rescisão trabalhista. Esse foi o valor que a patroa, dona de uma pousada em Ubatuba, colocou na vida de quem lhe servia? Para economizar uma quantia irrisória, escolheu-se o assassinato, a mentira e a ocultação do corpo.
O caso Berenice é o espelho de um Brasil onde a desigualdade econômica se transforma em um tribunal de vida ou morte. Quando uma empresária se sente no direito de tirar a vida de uma funcionária por dinheiro, ela o faz porque acredita na impunidade, porque confia que o poder e o status falarão mais alto que o sangue. A indignação que corre pelas ruas, o medo de um favorecimento por amizades e a revolta contra a falta de uma prisão perpétua são os sintomas de uma sociedade que já não aguenta mais ver os bons sendo omitidos e os maus sendo protegidos.
Não podemos nos calar. Se a Constituição nos nega a prisão perpétua jurídica, que a sociedade aplique a perpétua memória do erro. Que o clamor dos filhos de Berenice não seja abafado pelo barulho do cotidiano. O mal cresce quando os bons se isolam. Que a tragédia de Ubatuba nos lembre de que a única arma contra a barbárie é a união indestrutível daqueles que ainda se importam com a justiça.🙂↕️🇧🇷🤢
Uma semana abençoada! ּ ֶָ֢.☕︎
Sobre o ontem eu sei muita coisa, pois dele guardo as lições. Sobre o amanhã, eu ainda quero saber, pois tenho muito para aprender. Mas sobre o agora... sobre o agora eu só tenho que agradecer! Que a gratidão seja o combustível para a nossa vida nesta nova semana, fazendo tudo fluir em paz, leveza e prosperidade. Uma excelente e iluminada semana para todos nós! 🙏𖹭 ֶָ֢.𓂃✍︎
Eu, sentada na cerca, com pena da vaca atolada, morrendo de vontade de comer uma carne assada com batatas coradas.
A verdade é que a gente passa a vida em cima dessa cerca, equilibrando a nossa pose de pessoa perfeita com os nossos desejos mais humanos e egoístas.
🐄
O Combustível da Alma
Há uma força mansa que conduz, não se apressa, mas também não para, uma certeza que o peito aclara, feita de silêncio, de tempo e luz.
Não é o círculo que nos prende ao chão, é o circuito que a fé desenha, deixando que a paz da alma venha, guiada de perto pela mão de Deus.
Na espera paciente , do que vai chegar, a poesia acende a sua chama, acalma o peito de quem a ama, e nos ensina, devagar, a caminhar.
Não importa sua idade, acredite, nunca é tarde!
❀˖°𑁍𖡼.𖤣𖥧𖡼.𖤣𖥧❀˖°𑁍
Em vez de fazer um minuto de silêncio em homenagem a alguém, reze, faça uma oração a Deus em seu nome, e essa sim será a melhor homenagem que a pessoa poderá receber.
Uma Sinfonia sem Nome
Sabe, o mais louco de tudo é que eu sequer sei o seu nome. Talvez ele já estivesse escrito em alguma página dos livros que li e passou despercebido entre tantas palavras, talvez eu já o tenha pronunciado por acaso, numa conversa qualquer, sem imaginar que carregava o som de alguém que um dia seria importante, talvez eu já tenha te visto numa parada de ônibus, atravessando uma rua qualquer, escondido entre fotografias antigas, refletido numa janela ou perdido em algum canto da internet, talvez. Mas entre ruas que meus pés ainda não pisaram e caminhos que meus olhos não alcançam, você continua sendo a resposta que Deus ouviu antes mesmo de eu aprender a perguntar.
E a tua voz... Dentre bilhões de vozes espalhadas pelo mundo, talvez ela nem seja tão diferente assim, ou talvez seja única, única o bastante para que eu a reconheça no instante em que a ouvir. Gosto de imaginar que ela não virá para preencher um vazio, porque vazios não são preenchidos por pessoas, mas gosto de pensar que ela virá para caminhar ao lado dos silêncios que ainda carrego. Que amanhã, quando estivermos lado a lado, as paisagens não precisarão ser explicadas, porque quem aprende o idioma do vento entende o que as árvores dizem sem abrir a boca.
E o teu rosto...
Ah, o teu rosto.
Deve guardar algum detalhe que fará meu coração parar por um segundo, algo que me fará lembrar de cada linha desta carta escrita antes de conhecer você, antes de saber teu nome, antes de descobrir que teus olhos talvez carreguem mais beleza do que todas as noites estreladas que já contemplei.
Talvez tragam mais profundidade do que os céus pintados por Van Gogh, talvez mais poesia do que qualquer verso que já tentei escrever. Você é uma sinfonia que ainda não ouvi, uma melodia que talvez nem Beethoven conseguisse traduzir, onde cada nota tua parece existir num lugar onde comparações deixam de fazer sentido.
Talvez teus olhos carreguem tempestades, talvez tragam calmarias, talvez carreguem as duas coisas ao mesmo tempo, e isso pouco importa.
Porque, sabe... Às vezes sinto que guio meus passos apenas pelo instinto, e quem tem sede de absoluto não segue aparências pela beleza, segue rastros por verdade. E a verdade raramente chega acompanhada de ilusões, ela chega firme, concreta, como terra depois da chuva, como raízes que se recusam a ceder ao vento.
Por isso gosto de não saber teu nome, porque enquanto não sei, posso continuar imaginando todo o amor que desejo oferecer, sem pressa, sem cobranças, sem exigir do amanhã aquilo que ele ainda não prometeu.
Eu gosto das coisas que permanecem quando o encanto acaba, quando a maquiagem da alma escorre e sobra apenas aquilo que ninguém consegue fingir. E quando esse dia chegar, espero permanecer, porque amar alguém somente durante os dias bonitos nunca me pareceu amor de verdade.
Não te espero numa janela, não conto os dias, não coleciono expectativas, mas confesso: às vezes sinto falta de alguém que nunca encontrei. Às vezes fico triste pela demora, porque existem histórias que ainda não vivi, conversas que ainda não aconteceram, abraços que ainda não conheço, e uma parte de mim queima de vontade de experimentar tudo isso.
Sabia que sementes não arrancam as próprias raízes para conferir se estão florescendo? Elas apenas crescem, em silêncio, debaixo da terra, sem aplausos, sem garantias. E eu estou tentando crescer também.
Nem sempre consigo, nem sempre é fácil, mas continuo. Porque, de alguma forma estranha, o simples fato de acreditar que você existe me dá forças para continuar me tornando quem eu preciso ser.
E se algum dia nossos caminhos finalmente se cruzarem, peço apenas uma coisa: venha quando eu estiver inteiro. Não perfeito, mas inteiro. Mesmo com cicatrizes, mesmo com ferrugens, mesmo com sonhos que às vezes parecerão mortos, mesmo quando o mapa desaparecer das minhas mãos.
E se isso acontecer, por favor, me ajude a encontrar a luz, porque carinho eu ofereço, lealdade eu entrego por inteiro, e coragem... Coragem eu dividiria até o último pedaço.
Se existe algo que aprendi observando o céu, é que estrelas abandonam constelações quando deixam de pertencer ao mesmo desenho. Eu, por outro lado, não prometo perfeição; prometo escolha, prometo permanência, prometo tentativa, prometo voltar para reconstruir quantas vezes forem necessárias.
Se houver verdade, eu fico
Se houver respeito, eu permaneço
Se houver reciprocidade, construirei um mundo ao teu lado. Mas se a confiança quebrar, não será por falta de luta, porque minhas mãos sempre carregarão as marcas das coisas que tentei salvar.
Ainda assim, aprenderei com os rios: eles encontram pedras, encontram obstáculos, encontram montanhas, mas não brigam. Mudam de direção e seguem.
Até lá... Continuarei sem saber teu nome, sem conhecer teu sorriso, sem reconhecer tua voz, sem entender teu jeito de enxergar o mundo, e talvez exista algo genuinamente bonito nisso. Algumas pessoas são encontradas pelos olhos, outras são encontradas pelo destino, mas eu gosto de acreditar que encontrarei você pelo som da sua voz.
Porque entre todas as possibilidades deste mundo imenso, eu espero que, quando chegar a hora, eu também seja a sua primeira escolha.
Às vezes, o amor é como uma visita inesperada numa manhã de domingo. Bate à porta sem avisar, justamente quando a casa está desarrumada, quando ainda não tivemos tempo de esconder a poeira, de ajeitar as coisas, de parecermos um pouco mais prontos para receber alguém.
E então vem aquele medo bobo, quase infantil. E se ele me vir assim? E se reparar na minha bagunça? E se entrar e perceber que aqui dentro nem tudo está no lugar?
É nesse instante que tantas pessoas fecham a porta. Não porque não queiram o amor, mas porque têm medo de serem vistas antes de conseguirem se arrumar para ele. E talvez seja justamente aí que percam uma visita rara, dessas que a vida não costuma repetir.
Porque amar também é abrir a porta ao “se”. Ao se não der certo. Ao se eu me ferir. Ao se ele partir. Ao se tudo aquilo que imaginei não acontecer.
Há sempre alguma desordem numa casa habitada. Talvez exista também alguma desordem em nós que amamos. E talvez a coragem não esteja em colocar tudo no lugar antes de abrir a porta, mas em abri-la mesmo assim.
Às vezes, a maior falta de sorte não é o amor ir embora. É termos fechado a porta antes que ele pudesse entrar.
Era uma vez?... Não, foram várias vezes!
Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.
Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.
Ele se apresentou como irmão da Margarete.
Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.
Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.
O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.
— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.
Na sequência, me chamaram ao telefone.
Era do Juizado de Menores.
Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:
— É verdade? O filho é seu mesmo?
Meu Deus!
Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.
Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.
Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.
A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.
Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.
Depois me puxou de volta para casa.
Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:
— Vou te mandar para Santa Mariana.
— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.
Ela não me deixava explicar nada.
— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.
Saí procurando o Ney.
Logo o encontrei.
Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.
Foi então que percebi quem eram os outros.
Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.
Outro era o Macaé, o comissário de menores.
O terceiro era irmão do meu cunhado.
E todos estavam se divertindo às minhas custas.
Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.
Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.
Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.
Deu a maior dura no meu cunhado.
Passado algum tempo, voltamos à rotina.
Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.
Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.
E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...
O oportunismo do Congresso é vergonhoso. Os fascistas, corruptos e corruptores atentam mais uma vez contra os interesses da nação!
Na direita, até a fé é fake!
São uma seita, culto ou rebanho de lobos! Seguem:
Padre Kelmon, Malafaia, Frei Gilson e um falso Messias!
Os EUA se tornaram uma chacota mundial! Vão tomar o Irã! Vão tomar Cuba! Vão tomar... é no estreito!
Uma vergonha essa traição de MORAES contra o presidente LULA! Jantar com Alcolumbre e apoiar o veto a Messias! Parcialidade?
Existe uma contradição histórica evidente na recepção de antigas heresias pela teologia atual. O arianismo permanece marginalizado, manifestando-se hoje nas Testemunhas de Jeová. Por outro lado, o determinismo maniqueu — também condenado nos primórdios da fé cristã — foi assimilado pelo determinismo teológico calvinista que, paradoxalmente, desfruta do status de ortodoxia.
O bolsonarismo é um vírus? Uma bactéria? Um parasita? É a união de todas essas características. Infectam e parasitam o hospedeiro.
Às pessoas não sofrem pelo sofrimento em si, mas pela desilusão de viver uma vida sem dores, boa e feliz.
Os meus olhos condenam apenas uma pessoa, eu mesmo. As outras pessoas têm os olhos delas, não precisam dos meus.
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